14 de dez de 2014

Curitiba terá seu primeiro curso profissionalizante em gastronomia vegetariana e vegana em 2015


Curitiba terá seu primeiro curso profissionalizante em gastronomia vegetariana e vegana em 2015.

Quem organiza este é a E-27 Gastronomia, com aulas de segunda a quarta-feira das 19h às 22h, no Alimentare Serviços de Alimentação, no Campo Comprido (Rua José Isidoro Biazetto, 850 — (41) 3538-3382 ou cursos@e-27gastronomia.com.br). É para quem quer atualizar seus conhecimentos na cozinha ou aprender o ofício de cozinheiro mesmo. O ano letivo começa no dia 23 de março e segue até 20 de outubro. Na grade curricular, aulas de higiene e manipulação de alimentos, técnicas e preparações gastronômicas, nutrição, filosofia, crudivorismo e gestão em projetos gastronômicos (veja mais disciplinas e detalhes aqui), totalizando 250 horas/aula. São apenas 12 vagas e uma turma.

O curso custa entre R$ 2.750 e R$ 3.500 (dependendo da data em que fizer a inscrição) e as inscrições vão até 10 de março. A indicação é usar o navegador Explorer; de outro modo a ficha de inscrição dá erro. O valor pode ser parcelados em até 10 vezes — o primeiro lote vai até 15 de dezembro e pagando à vista tem 5% de desconto. Quem indicar um amigo também recebe um desconto de 5%. O valor inclui uma apostila com receitas, mas não a indumentária (dólmã e toque, o chapéu que o cozinheiro usa) e o jogo de facas, avental e pano de prato, que são obrigatórios. A escola oferece o dólmã, o chapéu, o avental e o pano de prato por R$ 200, mas o jogo de facas é responsabilidade do aluno.

Por enquanto, três professores estão confirmados: o chef Tonny Nascimento, diretor da E-27 gastronomia, a ambientalista Débora Munhoz e a coach corporativa Cléia Elaine. A ideia do curso é ter uma grade diversificada para que o aluno consiga, além de atuar na área, abrir e gerir um negócio.

Fonte: Gazeta do Povo

1 de dez de 2014

Companhia aérea americana se nega a transportar golfinhos para cativeiros


A United Airlines, terceira maior companhia aérea dos Estados Unidos, se tornou a mais recente empresa contra o cativeiro de baleias e golfinhos. De acordo com o site The Dodo, a companhia se negou a transportar os animais em suas aeronaves.

A empresa enfrentou duras críticas nas últimas semanas por transportar mamíferos marinhos ao redor do mundo – uma petição pedindo o fim da prática no site Change.org ganhou mais de 6.000 assinaturas, enquanto que uma coalizão de ativistas dos grupos “Voices for the Taiji Dolphins” e “Voices from the Sea” se uniram para atingir várias companhias aéreas em nome dos 274 cetáceos vivos que foram transportados em todo o mundo no ano passado.

Agora, o Cetacean News Network informa que a United deixou oficialmente de transportar baleias e golfinhos.

Segundo a assessoria da própria companhia:

“A United Cargo não aceita ou transporta golfinhos ou baleias de qualquer lugar, por qualquer motivo. Golfinhos e baleias transportados para, de ou entre santuários, aquários, parques e zoológicos marinhos, estão incluídos na proibição total do transporte desses animais.”

Outras  petições também foram organizadas contra Korean Air, ULS Airlines Cargo, Asiana Airlines, DHL, Fedex e Nankai Express.

A WDC (Whale and Dolphin Conservation) argumenta que os animais transportados sofrem grande estresse, e muitos deles são selvagens e capturados em caças cruéis como as de Taiji, no Japão.

Ainda de acordo com a WDC, dados científicos revelam que o estresse de transferência e de adaptação a um novo ambiente cativo pode representar um sério risco para a saúde e bem-estar desses animais.

Enquanto mais de 50 companhias aéreas já se comprometeram a não transportar os golfinhos vivos, muitas ainda não tomaram tal atitude.

Assine a petição e exija que empresas aéreas não sejam cúmplices do sequestro de animais marinhos.

Fonte:  Mar Sem Fim

23 de nov de 2014

Brasileiro é o primeiro a ganhar prêmio internacional de pesquisa contra o uso de animais em teste


Gaúcho Róber Bachinski foi o primeiro pesquisador do país a receber o Lush Prize, que premia organizações e cientistas que trabalham para a substituição de experimentos por métodos livres de crueldade com validação científica.

Filosofia de vida baseada nos direitos dos animais, o veganismo vem se convertendo nos últimos anos numa causa abrangente, capaz de conectar pessoas e articular movimentos no mundo todo, com impactos na indústria de alimentos, medicamentos, vestuário, cosmético e entretenimento.

Uma das bandeiras mais conhecidas, a luta contra os testes em animais para aprovação de produtos é mais lembrada no Brasil pela ação de um grupo de ativistas que, em 2013, invadiu o Instituto Royal, em São Roque (SP) e retirar 178 cães da raça beagle que eram usados em testes farmacêuticos e veterinários.

Bem antes da invasão, no entanto, brasileiros vêm articulando ações educativas contra o uso de animais como cobaias. Desde que soube que os testes faziam parte da grade curricular de diversos cursos, o gaúcho Róber Bachinski se tornou um dos primeiros estudantes brasileiros a promover a consciência contra os experimentos.

Em 2006, aos 21 anos, não hesitou em atravessar Porto Alegre de ônibus com 14 ratos de um laboratório da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) dentro de duas caixas de sapatos para salvá-los de serem mortos em experimentos científicos. O então estudante também abriu um processo contra a universidade, alegando ser inconstitucional ser obrigado a assistir às aulas que feriam seus princípios éticos, no primeiro caso do tipo no país.

Na última sexta, sua pesquisa com modelos de culturas de células em 3D e alternativas de usos para educação científica, que desenvolve no seu pós-doutorado na Universidade Federal Fluminense, lhe valeu o Lush Prize na categoria Jovem Pesquisador. Criado há três anos, o prêmio distribui bolsas que somam 250 mil libras (cerca de R$ 1 milhão) a organizações e cientistas que trabalham para a substituição dos testes em animais por métodos livres de crueldade com validação científica.

 Na apresentação, Tréz destacou o trabalho do jovem gaúcho como educador, outra atividade que o colocou na mira do prêmio. Além da pesquisa, ele participa do 1R Net (www.1rnet.org), plataforma que mapeia a utilização de animais no ensino superior, e promove consultorias sobre métodos alternativos a estudantes e professores no Brasil e América Latina. Foi incentivado por outros ganhadores de edições anteriores que Róber resolver se inscrever.
“Quero dedicar esse prêmio a todos os estudantes brasileiros que lutam contra os testes em animais no Brasil e na América Latina”, disse Bachinski, que se tornou o primeiro brasileiro a trazer o troféu ao país –um coelho de cerâmica criado pelo escultor Nichola Theakston. O pesquisador recebeu o troféu das mãos de outro brasileiro, o professor de biologia do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Alfenas (MG), Thales Tréz, primeiro a fazer parte do júri do prêmio.

Durante a cerimônia, realizada no Instituto Real de Arquitetos Britânicos, em Londres, um cardápio totalmente vegano foi servido por uma equipe vestida com jalecos de cientistas, enquanto os convidados bebericavam sucos e drinques em tubos de ensaio.

“Quando criança, me lembro de ter visto num livro sobre medicina que se abriam animais sem anestesia e pensei: ‘Que coisa mais bárbara!’ Aqui hoje tenho certeza que teremos um futuro sem testes em animais”, discursou a ativista Carol Baker, uma das ganhadoras do troféu em 2013 que foi contratada pela empresa.

Fonte: Marie Claire

12 de nov de 2014

Hamburguer de Quinoa


Ingredientes:

- 1 xícara de chá de quinoa mista cozida (sempre deixamos de molho de um dia pro outro e depois fervemos em água por 6 minutos, escorremos em água pra parar o cozimento e reservamos)

- 1 berinjela cozida
- 1 bata doce cozida e sem casca
- Sal
- Pimenta-do-reino moída na hora
- Óleo de coco

Modo de preparo:

1. Em um processador coloque a berinjela e a batata doce e processe até ficar em pedacinhos e quase virar uma pasta

2. Transfira para uma vasilha, adicione a quinoa o coentro e misture bem, agora coloque 2 colheres de sopa de óleo de coco, o coentro e a cenoura e misture, coloque sal e pimenta-do-reino

3. Leve uma frigideira a fogo brando e adicione uma colher de chá de óleo de côco

Em seguida com a ajuda de um aro coloque dentro da frigideira e adicione a massa, espere por uns 5 minutinhos e vire com o auxílio de uma espátula, deixe mais 5 minutos do outra lado e pronto.

Grau de dificuldade: Fácil
Tempo de preparo: 1h


Fonte : Ciclo Vivo

20 de out de 2014

Gladiadores romanos tinham dieta vegetariana

    As ruínas de Éfeso, na Turquia, cidade greco-romana onde o cemitério foi descoberto

Novo estudo de medicina forense apontou que os alimentos básicos mais prováveis eram o trigo e a cevada

A lista de personagens da história que não comiam carnes pode ter ficado maior. Além de Tolstói, Leonardo da Vinci e Pitágoras, um novo estudo de medicina forense, publicado na revista PLoS One, mostrou que os antigos gladiadores romanos também tinham uma dieta principalmente vegetariana.

As investigações antropológicas, realizadas na antiga cidade de Éfeso, apontou, ainda, que os lutadores bebiam cinzas como um tônico que curava após sessões de treinamento.

Em 1993, um cemitério foi descoberto em Éfeso, na Turquia, ex-capital da província romana da Ásia. Duas pistas apontaram que o cemitério contém os restos de antigos gladiadores. Artefatos, incluindo grafite, sugerem que as lutas de gladiadores ocorreram em Éfeso desde 69 a.C., quando a cidade teve mais de 200 mil habitantes. E a maioria dos corpos descobertos no cemitério exibiram padrões de trauma de acordo com combatentes armados que lutaram publicamente para entreter uma audiência antiga.

Grande parte dos gladiadores eram escravos, prisioneiros de guerra ou criminosos legalmente condenados. Enquanto alguns concorrentes tiveram espadas (gladium) e lutaram na arena sem treinamento especial antes - resultando em morte certa em quase todos os casos - outros, incluindo os cidadãos comuns, senadores e nobres, se voluntariavam após completar formação adequada em escolas especiais de gladiadores. Assim, antropólogos acreditam que gladiadores eram homens de quase todas as classes sociais da sociedade romana.

Estudos anteriores realizados nos restos do cemitério de Éfeso indicam que os gladiadores seguiram um rigoroso conjunto de regras, nunca deixando a luta acabar em mera mutilação. Ainda mais, os exames de padrões de trauma sugerem que quando um gladiador estava perto da morte, seu sofrimento acabaria com um golpe rápido de martelo na cabeça.

Para o estudo atual, os pesquisadores usaram espectroscopia e análises de isótopos estáveis de colágeno ósseo e minerais ósseos como ferramentas para investigação. Depois de examinar os ossos, os pesquisadores descobriram que os gladiadores se alimentavam principalmente de uma dieta vegetariana.


Fonte : Globo

11 de set de 2014

Biel Baum - O chefe vegetariano de 12 anos que tem ensinado muito sobre alimentação saudável para o mundo


“Eu aprendi que, por dia, morrem 38 mil crianças de fome e que metade dos cereais do mundo, que deveriam alimentá-las, vai para a criação de gado.”


O que você gostava de fazer quando tinha 12 anos? Jogar futebol com os amigos e curtir o vídeo game também estão entre os hobbies de Biel Baum, que, além de fazer isso, é chef de cozinha, vegetariano, apresentador de um programa de TV e dá palestras em todo o mundo sobre alimentação saudável.
O menino convenceu a própria mãe, uma ativista social, a se tornar vegetariana.

Biel começou a se interessar pela alimentação saudável após seu melhor amigo sofrer com um câncer causado por agrotóxicos usados nas plantações da própria família. Após longas pesquisas sobre o tema, Biel chegou à conclusão de que o mundo seria um lugar melhor se as pessoas deixassem de lado os alimentos industrializados, transgênicos e cheios de agrotóxico, optando pelo orgânico. Para estimular esse pensamento, ele apresenta o programa Arte na Cozinha, além de ser um verdadeiro embaixador dos alimentos saudáveis.

Este ano, Biel lançou-se em projeto para gravar seu primeiro documentário, “Buscamos o Paraíso“. Entre o Brasil e a África, ele troca favores para sobreviver e conhecer novas pessoas. Enquanto uma pessoa cede um colchão ou o chuveiro, Biel se encarrega de preparar o jantar, por exemplo. O garoto tem total apoio da família, com quem chegou a criar a Escola com Asas, uma rede de aprendizagem livre que incentiva a realização de sonhos por meio do empreendedorismo social.

Biel Baum também já escreveu um livro, “Meu diário para Jamie Oliver – Realizando sonhos e inventando receitas” e, no alto de seus 12 anos, os esforços para tornar o mundo um lugar mais saudável de se viver não devem parar por aí.

Ensinando crianças a comerem melhor


 


Todas as fotos © Biel Baum

Fontes: 
Hypeness.com.br
Vista-se


28 de ago de 2014

Rio tem primeiro festival de comida vegana de boteco


O festival Comida di Buteco ganhou uma nova versão na noite de ontem: a primeira edição do Noites Veganas. Realizado no bar La Esquina, na Lapa, região central do Rio, o encontro reuniu cariocas veganos (pessoas que não comem nenhum produto de origem animal) e vegetarianos (aqueles que não comem carnes) que gostam de sair à noite para comer e beber com os amigos.

Vegetariano há dois anos, o gerente de Tecnologia da Informação Raphael Moura idealizou o projeto porque sentia falta de "casas veganas para os boêmios cariocas" já que a maioria dos restaurantes só funciona para o almoço. "No Rio, só existem três restaurantes veganos que funcionam até meia noite e não têm opções para beber. São Paulo tem pelo menos quatro restaurantes em que você pode sentar, comer e beber bem. A ideia (do Noites Veganas) surgiu este ano para acabar com essa frustração", disse.

Nesta edição, foram convidados o chef Felipe Alves e o restaurante Dona Vegana. Cada um apresentou cinco comidas de boteco como salgadinhos e sanduíches, dois pratos de comida e uma sobremesa. O chef Felipe Alves preparou hambúrguer com duas carnes vegetais, creme de tofu com cenoura e porção de batata doce frita, e panquecas com alho poró e ervas finas.

Já o Dona Vegana apostou em pratos normalmente servidos no restaurante como a cafta acompanhada de molho de hortelã ou mostarda, e criou o bolinho de batatalhau e o sanduíche de seitan acebolado com queijo (vegano) derretido. "As pessoas estão se acostumando com o sabor da comida vegetariana. Quem não conhece, às vezes até confundem com carne", avaliou Michel Mekler, sócio do Dona Vegana que, a cada 15 dias, faz um rodízio de pizzas e petiscos veganos.

Pelos planos de Raphael, as Noites Veganas futuramente se tornarão um evento mensal, sempre variando de local. "Onde as pessoas disserem que estão faltando (restaurantes veganos que funcionem à noite) a gente faz". A próxima noite vegana será em outubro (ainda sem data e local definido) e dedicado aos casais românticos e veganos. "Vegano é um ser normal. Viemos do planeta Vegan, mas lá também se bebe e se diverte", brincou.


Fonte: Info


12 de ago de 2014

Couve-Flor Assada com Páprica (vegana)



Ingredientes :

1 couve-flor, cortada em pedaços do tamanho da mordida
1 colher (chá) de páprica defumada
2 a 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
Sal a gosto

Preparo :

Misture a couve-flor, o azeite e a páprica e coloque em uma assadeira. Polvilhe sal por cima e asse a 180ºC por 15-20 minutos ou até atingir o ponto desejado.
 

Receita e fotos do blog My Real Food Life
Fonte: Cantinho Vegetariano


31 de jul de 2014

Tortilha de Batata ( Vegana )


Ingredientes

- 2 colheres (sopa) de azeite
- 1 1/2 colher (chá) de sal
- 2 colheres (sopa) de cebolinha picada
- 1/2 xícara de farinha de trigo
- 2 batatas médias
- 1/2 cebola média cortada em rodelas
- 4 tomates cereja cortados em 4
- 1 dente de alho amassado
- 50g de tofu defumado ralado

Modo de Preparo

Cozinhe as batatas até ficarem moles, retire do fogo e misture o azeite, a cebolinha, o alho, os tomates, o tofu e a farinha de trigo. Unte uma omeleteira com bastante azeite, coloque metade da cebola e cubra com a mistura de batata, feche a omeleteira e deixe dourar por 5 minutos em fogo baixo. Vire a omeleteira, cubra a massa com o restante da cebola e deixe dourar por 5 minutos o outro lado. Abra ocasionalmente para verificar se já está no ponto.


Fonte:  Projeto Vegan

15 de jul de 2014

Livro de professores veganos trata de direitos animais na Educação


Em março deste ano ( 2014 ) foi lançada uma obra que reflete as demandas sociais e mudanças em andamento. Na escola e no mundo. ‘Educação & direitos animais’, 200 páginas, Libra Três, reúne ensaios de 11 educadores brasileiros contemporâneos. Em comum, o fato de todos serem veganos, tratando os animais não-humanos pela via da ética.

Os autores levam para o mundo acadêmico e sala de aula o combate ao especismo – a ideia que faz a humanidade amar cães e gatos, comer frangos e porcos, testar em coelhos, vestir couro de vaca, e proteger pandas e baleias.

Organizado pelo professor de filosofia Leon Denis, traz nomes reconhecidos do chamado abolicionismo animal, como a pós-doutora Sônia T. Felipe. Em pauta, vivisecção, veganismo, animais como seres de direito, consciência moral e violência.

Da Capital gaúcha participa Ellen Augusta Valer de Freitas, com ‘Estratégias de capacitação de professores para a introdução e ensino de direitos animais na educação’, texto de 16 páginas ilustrado por fotos da própria autora. Graduada em Biologia, professora e ativista, é diretora do coletivo Vanguarda Abolicionista, colunista da ANDA – Agência de Notícias dos Direitos Animais, autora do blog Desobediência Vegana, articulista, palestrante e colaboradora de veículos.

“As crianças possuem forte afinidade com animais, porém desde cedo ela são estimuladas a desprezarem o que sentem, ignorando a dor e o sofrimento que porventura possam presenciar. Como antigamente se ensinava – os animais úteis e os animais inúteis”, narra a educadora.

Pedidos do livro podem ser feitos diretamente ao editor pelo email ederaraujo@yahoo.com.br.

Fonte: Ricardo Orlandini

14 de jul de 2014

IV Arraiá Vegano do RJ


Deliciosos pratos típicos regionais e almoço, todos veganos, preparados pelo que há de melhor da gastronomia carioca. Sorvetes e queijos veganos, além de vestuário, acessórios, cosméticos e sucos, todos orgânicos, 100% vegetais, e não testados em animais, farão parte da festa.

Brincadeiras, quadrilha, sorteios e muita animação!
Presença de protetores de animais, de ambientalistas e da barraca “Descubra o Veganismo”.

Dia 19 de julho (sábado), das 12:00h às 19:00h.
O Arraiá Vegano será na Quadra da Praça Joia Valansi na Rua Muniz Barreto esquina com Rua Visconde de Ouro Preto (próximo a saída “Muniz Barreto” do Metro de Botafogo).

Entrada Franca!

Página do evento no facebook.
Para maiores informações : ecocheervegan@hotmail.com.

11 de jul de 2014

Introdução aos Direitos Animais - Gary L. Francione

Autor: Gary L. Francione
Páginas: 312
Editora Unicamp

Neste livro o autor lança um desafio concernente ao nosso uso e tratamento dos animais e nos incita a deixar de lado as confortáveis desculpas proporcionadas pelo nosso aparente compromisso com o tratamento “humanitário” ou “compassivo” dos animais e a reconhecer que, sob as leis e regulações relativas a como cuidamos dos animais com quem dividimos este planeta, na realidade os tratamos como coisas que não têm nenhum interesse que devamos levar a sério.

 O autor do livro, o advogado, filósofo e professor Gary Francione, tem lecionado o tema Direitos Animais e o Direito por mais de 20 anos, e foi o primeiro acadêmico a ensinar a teoria dos direitos animais em uma faculdade de Direito americana. Francione é bem conhecido no movimento de proteção animal por suas críticas às leis do bem-estar animal e à condição dos animais não-humanos como propriedade, e por sua teoria dos direitos animais abolicionista.

Gary L. Francione é professor de direito e filosofia na Rutgers School of Law — Newark, Estados Unidos. Entre seus livros estão The Animal Rights Debate: Abolition or Regulation? e Animals as Persons (ambos pela Columbia University Press), e Animals, Property, and the Law e Rain Without Thunder (ambos pela Temple University Press).


Creme de Chocolate Vapt Vupt (vegana)



Ingredientes

1 colher (sopa) generosa de pasta de amendoim
1 colher (sopa) de achocolatado
2 colheres (sopa) de leite vegetal ( (pode ser de soja, arroz, amêndoas, aveia, ...)

Preparo

Misture tudo bem rapidinho até obter uma textura homogênea. Coma em temperatura ambiente ou, se preferir, coloque no refrigerador para gelar. Aliás, pode ser mantido nessa condição, em recipiente fechado, por cerca de 4 ou 5 dias.

Dicas

- Se preferir, substitua o achocolatado por cacau ou alfarroba em pó;
- Para usar como cobertura de bolo, acrescente mais leite vegetal aos poucos e misture bem, ele tende a ficar mais encorpado quanto mais for "batido" daí você decide o ponto;
- Se quiser tipo brigadeiro de enrolar use apenas 1 colher (sopa) de leite vegetal e misture bem até obter o ponto de enrolar, fica ótimo!


Receita, foto e dicas do blog Pitadinha  
Fonte: Cantinho Vegetariano


15 de jun de 2014

FRANK MEDRANO - Fisiculturista vegano especialista em Calestenia


O americano Frank Medrano ( site ) é um fisiculturista vegano e um dos mais famosos especialistas em Calestenia ( Calisthenics ), exercícios utilizados para aumentar a força muscular e a flexibilidade utilizando o peso do próprio corpo.

Frank conheceu a dieta vegana através de dois bons amigos, os fisiculturistas Dan Attanasio e Noel Polanco, que são veganos .
"Eu vinha treinando por cerca de 1 1/2 anos, quando dois amigos meus, que treinam da mesma maneira que eu, me introduziram à dieta vegana .
Ambos os meus amigos tinham força e condicionamento sobrenaturais, quando eu descobri que eles eram veganos isso chamou a minha atenção e comecei a fazer algumas pesquisas.
Senti que eu precisava levar a minha saúde e bem-estar a um nível totalmente novo."

Em pouco tempo, Frank estava sentindo todos os incríveis benefícios de uma dieta baseada em vegetais .
"A medida que as semanas passavam, a minha energia foi aumentando rapidamente, a minha resistência e recuperação muscular aumentaram para níveis milagrosos.
Tornei-me mais forte, mais rápido e parei de se sentir cansado ou inchado [como quando comia produtos lácteos e carne]."

"Eu pensei que eu era forte e saudável antes, mas [ depois de adotar uma dieta baseada em vegetais ] eu comecei a sentir mais energia e eu estava tendo uma recuperação mais rápida após o treinamento ", disse Frank .

Após cerca de três meses, Frank se juntou a Dan e Noel para unir forças e espalhar informação sobre os benefícios de uma dieta vegana. Juntos, o trio criou o site Calisthen -X .

Através de seu site, eles compartilham informações, respondem perguntas, e divulgam vídeos com suas proezas, mostrando a imensa força que pode ser conquistada através de uma dieta à base de vegetais.
Os vídeos são imensamente populares na internet.

Naturalmente, Frank recebe um monte de comentários de pessoas que assistem os vídeos, querendo saber : "Como você faz isso ?"
Frank adora conversar com as pessoas sobre fitness e nutrição à base de plantas, e as pessoas ficam, normalmente, chocadas quando descobrem que ele não consome absolutamente nada de origem animal .
"90 % das vezes, a primeira coisa que as pessoas perguntam é : 'O que você come? '", diz Frank .


Através do site Calisthen -X , das páginas do facebook e do YouTube, Frank responde a uma série de perguntas e compartilha um monte de informações, incluindo suas favoritas fontes inspiradoras.
Entre eles, o documentário "Forks Over Knives" ( Troque a faca pelo garfo ), qualificado como 'altamente imperdível'.

"Eu amo os animais e acredito que todos devem ser tratados igualmente, com amor e compaixão.
Eu faço o que posso para apoiar os grupos de direitos dos animais, doando e participando de eventos para arrecadar dinheiro. Eu também espalho a mensagem através da web no facebook, de vídeos no youtube, e compartilho informações com amigos e familiares sobre o tratamento violento e ilegal que é dado aos animais em todo o mundo."

Neste vídeo, o atleta mostra alguns dos seus incríveis exercícios.


8 de jun de 2014

Bolinhas de Mandiokejo

Massa:

Coloque para ferver:
2 xícaras chá de água
1 colher sopa de creme vegetal
1 colher de sopa de óleo de girassol
1 folha de louro
sal e condimentos à gosto (coentro, açafrão).
Quando ferver, acrescente 2 xícaras de chá de farinha de trigo peneirada e misture até engrossar e soltar da panela. Apague o fogo.
Repouse a massa coberta com pano úmido até que a temperatura esteja suportável para manipular. Sove para alisá-la, faça uma bola ou rolo e reserve tampada.

Recheio:

Prepare 100g de Mandiokejo firme conforme instruções da embalagem. Acrescente orégano e temperinho verde e leve para grelhar rapidamente em uma panela ou frigideira antiaderente até que mude de cor e textura. Leve ao congelador por alguns minutos pra endurecer e assim facilitar para rechear.

Montagem das bolinhas:

Pegue pequenas porções de massa já do tamanho desejado, abra um furo no meio com o dedo e encaixe um pedacinho de Mandiokejo, puxe a própria massa para fechar e alise. Pode-se fazer todas de uma vez antes de empanar, pois a massa não gruda.

Para empanar: passe as bolinhas pela água e empane na farinha de rosca.

Podem ser congeladas neste momento.

Para fritar, utilize óleo preferencialmente de canola ou girassol novo, quente e sempre cuidando para não queimá-lo, já que um pouco da farinha de rosca se solta durante a fritura e pode alterar o sabor das bolinhas.


Receita de Jordana Rockenbach – Novo Hamburgo/RS
Fonte: Blog Brincando de Quebra-Cabeça

MANDIOKEJO

Mandiokejo®
Preparado em pó para cobertura de pizzas e lasanhas

O Mandiokejo ® Quebra-Cabeça é uma solução vegetal prática e saborosa para a cobertura de pizzas e lasanhas. Trata-se de um preparado em pó elaborado a partir de vegetais desidratados e gomas naturais. Suas principais características são:

   - 1kg de preparado em pó rende até 6kg de mandiokejo
   - Feito à base de ingredientes naturais;
   - Muito simples de preparar;
   - Elaborado a partir de mandioca, mandioquinha e feijão;
   - Não contém soja;
   - Livre de ingredientes de origem animal;
   - Sem glúten;
   - Sem lactose;
   - Livre de colesterol;
   - Livre de conservantes, corantes e aromatizantes;
   - Sem adição de açúcar;
   - Rico em vitamina A, D2, B12, Ferro, Cálcio, Selênio e Zinco;
   - Alternativa ao queijo tipo mussarela;
   - Pode ser preparado em qualquer lugar, BASTA ADICIONAR ÁGUA e ÓLEO!

MODOS DE PREPARO:
O Mandiokejo ® Quebra-Cabeça é produzido a partir de ingredientes crus. Por este motivo é necessário que seja realizada alguma forma de cozimento antes do consumo.
Abaixo, disponibilizamos os modos de preparo em três sistemas de medidas diferentes (xícaras/colheres, gramas e ml). Se você tem uma balança culinária disponível, recomendamos que prepare o seu Mandiokejo medindo os ingredientes através do peso.

Para Mandiokejo FIRME: você vai precisar de:
• 2/3 de xícara (= 100g ou 12 colheres rasas de sopa) de preparado em pó para Mandiokejo
• 1/3 de xícara (= 70g ou 75ml) de óleo de girassol (ou outro óleo vegetal)
• 1 xícara (= 220g ou 220ml) de água

Em um recipiente, misture o preparado em pó para Mandiokejo e o óleo de girassol mexendo com uma colher até dissolver completamente. Em seguida acrescente a água e mexa suavemente até obter uma mistura homogênea. Aguarde 3 a 5 minutos até que o Mandiokejo fique encorpado.Utilize em pizzas e leve ao forno.

Para Mandiokejo CREMOSO: você vai precisar de:
• 2/3 de xícara (= 100g ou 12 colheres rasas de sopa) de preparado em pó para Mandiokejo
• 1/2 xícara (= 100g ou 110ml) de óleo de girassol (ou outro óleo vegetal)
• 1 e 3/4 xícaras (= 400g ou 400ml) de água

Em um recipiente, misture o preparado em pó para Mandiokejo e o óleo de girassol mexendo com uma colher até dissolver completamente. Em seguida acrescente a água e mexa suavemente até obter uma mistura homogênea. Aguarde 3 a 5 minutos até que o Mandiokejo fique cremoso. Utilize em lasanhas e leve ao forno.

Para RECHEIOS: prepare a quantidade desejada de Mandiokejo firme, coloque em uma panela e leve ao fogo médio por 3 a 5 minutos (até que engrosse e mude de cor). Utilize para rechear salgados, tapiocas e raviólis.


30 de mai de 2014

Moda consciente: Estilista paulista cria marca vegana de vestidos de noiva


Vegana há 2 anos, Renata Buzzo percebeu que não conseguiria trabalhar em algo que não estivesse de acordo com seu estilo de vida e decidiu lançar sua própria marca.
Hoje, foca em uma produção sem materiais como pérolas naturais e botões de ossos.


A estilista Renata Buzzo, 27 anos, mostrou seu gosto e aptidão por moda muito cedo. "Aos 6 anos eu já desenhava e, ainda na época da escola, emprestava roupas para minhas amigas", conta.

Quando terminou o colégio, naturalmente seguiu para alguns cursos na área e, depois, para a faculdade. A maior influência era a avó paterna, Lydia. "Ela era apaixonada por roupas e sapatos. Passávamos horas em sua casa vendo o que ela comprava e falando sobre o assunto", lembra. Ao se formar, Renata fez entrevistas em algumas grifes conceituadas, mas percebeu que não era sua praia. Ela queria algo que fosse ao encontro de seu estilo de vida.

Renata é vegetariana desde 2006 e tornou-se vegana (não come nenhum produto de origem animal) há dois anos. "Aprendi desde criança a amar e respeitar os bichos. Comecei a achar incoerente ter um apreço tão grande e mesmo assim consumi-los. Aí fui conhecer o processo industrial de alguns alimentos e fiquei impressionada com a crueldade envolvida", diz.

Seus valores foram fortalecidos ainda mais após um episódio durante o estágio obrigatório da faculdade: "Tive que recortar carcaças de coelhos para aplicar em algumas produções. Fiquei acabada e concluí que, por mais que eu amasse a minha profissão, se não estivesse de acordo com as minhas convicções e ideologias, não seria feliz." Renata se espantou ao saber, por exemplo, que para produzir 1 quilo de seda são necessários 3 mil casulos com lagarta.

Assim, em 2013, nasceu a marca Renata Buzzo, especializada em vestidos de festa e, principalmente, em figurinos de noiva. A maior incentivadora, a avó, faleceu antes de ver a neta abrir o primeiro ateliê, no começo deste ano. Mesmo muito abalada, a estilista decidiu fazer a coleção de inauguração inspirada nela, com referências do seu guarda-roupa e das décadas de 1930 e 1950. "Minhas criações têm um perfume vintage e são 90% manuais", define.

Para confeccionar seus vestidos, Renata utiliza tecidos como crepe, tule e muitas variações de algodão e linho. "Não uso seda, botões de ossos, chifres ou pérolas naturais. Se tenho sobra de algum material, sempre reaproveito, nem que seja em um arranjo de cabelo."

Ao mesmo tempo, confessa que ser cem por cento sustentável é uma utopia. "Para o algodão chegar até mim, ele precisa ser transportado. De algum modo, estarei poluindo. O que tento é amenizar ao máximo o meu impacto na natureza."

O compromisso também continua no dia a dia. Ao levar um estilo de vida mais responsável e sustentável, ela evita comprar roupas e utensílios da China, país com fiscalização ambiental fraca e onde ainda há trabalho em condições de exploração do ser humano. "Acredito que, se cada um se interessar em saber mais sobre o processo industrial das coisas, haverá um entendimento de que o consumo deve ser feito de forma mais consciente", defende.


Fonte:  MdeMulher

28 de mai de 2014

Empresas veganas ganham força e vão além do ramo alimentício


Empreendedores já apostam em cosméticos e calçados feitos sem nenhum insumo de origem animal

Os brasileiros estão cada vez mais preocupados com a vida dos animais. Segundo dados de 2012 do Ibope, 8% da população se declara vegetariana, o que abre um grande mercado para os produtos voltados para os adeptos do veganismo, vertente do vegetarianismo que prega o fim do consumo de qualquer produto feito com insumo de origem animal ou que envolva testes com eles. Como essa é uma política de consumo que não se resume a alimentos, empresas de outros ramos – como os de calçados e de cosméticos – também estão aderindo à filosofia.

Segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), são consideradas veganas aquelas empresas que não utilizam nenhum insumo de origem animal e nem fazem testes com eles. A entidade criou um Selo Vegano, usado para certificar os empreendimentos que respeitam estes princípios.

“A grande maioria das empresas veganas é do ramo alimentício, pois fora dessa área ainda é muito difícil encontrar fornecedores. Além disso, as matérias-primas costumam ser mais caras”, diz Carol Murua, gerente de certificação da SVB.

Uma das pioneiras a trabalhar com esse conceito fora do ramo alimentício foi a Feito Brasil, empresa de cosméticos criada em 2004 que adotou o princípio do veganismo antes mesmo de ele se popularizar no país. “Acreditamos que a vaidade não vale a vida de um animal, por isso usamos produtos de base vegetal. Além disso, estamos instalados em uma chácara verde em Mandaguaçu, no interior do Paraná, que conta com árvores reflorestadas, reutilização da água da chuva, horta orgânica, uso da luz natural em ambientes, além de coleta seletiva”, explica Giulio Peron, gerente de marketing da empresa.

Atualmente, a Feito Brasil conta com 146 produtos diferentes, que são vendidos para todo o país via internet ou distribuídos fisicamente em lojas parceiras. Andreia Sanfelice, farmacêutica responsável pela marca, defende que, além de incorporar os princípios do veganismo, os produtos de beleza feitos com base vegetal têm qualidade superior. “Os óleos vegetais, além de fornecerem suavidade e emoliência, são fontes de vitaminas, sais minerais e possuem composição graxa similar à da pele, oferecendo inúmeros benefícios. Já o óleo mineral não penetra na pele, atuando apenas por oclusão”, esclarece.

Mais nova, mas igualmente vegana, a Ahimsa é especializada no setor de calçados e bolsas. Criada em julho do ano passado, com um investimento de R$ 30 mil, ela rendeu mais de R$ 100 mil apenas no seu primeiro trimestre, e já conta com 25 diferentes produtos, entre calçados, bolsas, malas, mochilas e carteiras.

A empresa nasceu por conta da dificuldade de seu idealizador, Gabriel Silva, em encontrar calçados que não usassem insumos animais. “A indústria têxtil do país é bem avançada, e muitos lugares já trabalham com algodão reutilizado e fios de garrafa PET, que são a base de boa parte dos nossos produtos. Além disso, estamos tendo uma grande aceitação nas regiões que contam com polos universitários, o que nos faz acreditar que a próxima geração vai trazer esses conceitos”, finaliza Gabriel.


Fonte:  Terra 

21 de mai de 2014

Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais - Salvador 2014

Salvador recebe mostra internacional sobre animais

Evento chega à cidade após passagem por Curitiba e Vitória

A Sala Walter da Silveira recebe pela primeira vez na capital baiana a Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais, dedicada exclusivamente às questões ligadas ao universo animal. De minúsculos e franzinos ratos de laboratório a gigantescos elefantes selvagens, o projeto reúne mais de 20 produções que procuram explorar e desvendar aspectos diversos da complicada relação do ser humano com as outras espécies.

Criada em Curitiba, onde é sucesso absoluto de público, a versão itinerante da Mostra acontece em Salvador nos dias 29, 30 e 31 de Maio, meses após a famigerada invasão do Instituto Royal por ativistas da causa animal. O evento  traz às telas curtas, médias e longas-metragens que discutem temas como o uso dos animais na ciência, o forte vínculo de amor entre os cães e seus tutores, o abandono e descaso de animais de companhia, a exploração de animais para consumo, dentre outros. Um prato cheio para aqueles interessados no tema.

Com uma programação diversificada, o evento exibe filmes nacionais e estrangeiros, muitos deles inéditos na Brasil. Um dos principais destaques é o filme francês A.L.F, lançado em 2012, cujo relato dos esforços de ativistas para resgatar animais de um laboratório científico tem atraído inúmeros espectadores às salas de cinema.

Além da exibição dos filmes, a Mostra reserva espaço para bate-papo com representantes locais da causa animal que irão comentar os controversos temas levantados pelas obras. Dentre os convidados, estão a vereadora e ativista animal, Ana Rita Tavares, o promotor e coordenador do Núcleo de Pesquisa em Direitos dos Animais, Meio Ambiente e Pós-modernidade e de justiça, Heron Santana, a nutricionista, Mônica Menezes e o coordenador geral da Mostra Animal, Ricardo Laurino.

A entrada para o evento é gratuita e não é necessário cadastro. A programação completa será disponibilizada no site oficial da Mostra durante o mês de Maio.

Para demais informações, basta acessar:  http://www.mostraanimal.com.br/

 

2 de abr de 2014

R7 lança coluna sobre Direitos Animais de forma pioneira na grande mídia brasileira


Fabio Chaves, fundador e infoativista do maior portal vegano do Brasil, o Vista-se , estará como colunista no R7, portal de notícias da Record, segundo jornalístico brasileiro mais acessado de acordo com Ibope e Comscore.
Um espaço importante para a divulgação do veganismo.

Com o cuidado de conversar com um público novo e possivelmente não habituado aos termos e definições do veganismo, os textos da coluna serão simples e diretos, visando sempre a educação sobre os Direitos Animais.

Luiz Pimentel, diretor de conteúdo do R7, afirmou que a ideia da coluna nasceu naturalmente entre ele e Chaves, ao longo da aproximação deles. “Eu tinha escrito um texto sobre uma matéria da Folha e ele me procurou, apreciando que eu discutisse o assunto dos animais”, conta Pimentel.

O criador do Vista-se afirma que se aproximou da Record a princípio para agradecer pela cobertura do caso Beagles, considerada positiva pelos defensores dos animais. Ele se lembra de que o R7 até montou uma área especial no site só para falar sobre o caso; além disso, gostava da linha que utilizavam nas matérias.

“Era diferente da TV Globo, que dava pra ver que tinha lado, sempre publicando tudo o que o Royal soltava”, avalia Chaves.

Pimentel afirma que ficou muito claro que o R7 simplesmente não estava tomando partido. “Nossa cobertura foi elogiada, mas a gente só tentou investigar jornalisticamente os dois lados da história, dando a maior parte das informações possíveis. Conseguimos antecipar o assunto e viramos referência nessa cobertura.”

De acordo com Chaves, será a primeira vez que haverá uma coluna em um grande portal de notícias diretamente sobre direitos animais. Até existem outros blogs ou colunas sobre bichos, como dois no próprio R7 e o blog da repórter Carolina Giovanelli, de Veja SP. Mas, no geral, falam mais de cães e gatos mesmo. Outro, já extinto, mas que tinha sido o melhor na opinião dele, era o de Cris Maejima, hospedado no site da MTV.

A prioridade do criador do Vista-se é abordar o veganismo, que ele entende como sendo o vegetarianismo para valer, por abolir o consumo de qualquer produto de origem animal. “Espero escrever na coluna diariamente, ou ao menos duas vezes por semana, sobre questões mais básicas do assunto, como o motivo de não se consumir leite ou a hipótese de plantas sentirem dor.”

A linha editorial seria a mesma de seu próprio portal, criado em 2007. Mas neste, ele já costuma trabalhar o veganismo de modo mais complexo, como a movimentação de projetos de lei.

"As questões que o Fábio [Chaves] levanta, pela consistência de sua produção, criam um debate no mínimo produtivo. Além disso, ainda que tome partido pelos animais, ele está dando voz para quem não tem", afirma Pimentel.

O diretor de conteúdo do portal da Record também acha importante dar espaço para discussões sobre temas muitas vezes colocados em segundo plano ou ignorados na mídia. Sua preocupação seria criar uma plataforma com pluralidade de ideias e discussões, conteúdos de qualidade, atendendo-se a uma função jornalística.

Recursos

Fábio Chaves não será remunerado pela coluna, como também ocorre com os demais blogueiros do R7, segundo foi informado pelo portal. Mas diz apreciar poder atingir o público de 60 milhões de visitantes mensais do site da Record para falar de direitos animais.

Além disso, ele terá a possibilidade de solicitar equipamento e equipe de vídeo da emissora, como cinegrafista e produtor, quando houver fatos a cobrir como repórter, pois será tratado como extensão da redação. Também será possível que a homepage do R7 faça link para matérias do Vista-se. 

Acesse :  http://entretenimento.r7.com/blogs/fabio-chaves/

Fontes:
Vista-se
Portal Imprensa

31 de mar de 2014

Corte Internacional ordena que Japão suspenda caça às baleias

Mais proteção às baleias

A Austrália e grupos ambientalistas conquistaram uma importante vitória na Justiça nesta segunda-feira (31). A Corte Internacional de Haia determinou que o Japão pare imediatamente a caça de baleias na Antártica. A decisão é final e o Japão não pode recorrer.

A caça às baleias é proibida por uma moratória imposta pela Comissão Baleeira Internacional (CBI) em 1986. O texto da moratória, entretanto, permite matar baleias para fins científicos e colocar essa carne no mercado. O Japão utiliza um desses programas científicos, chamado de Jarpa II, para caçar 850 baleias-minke, 50 baleias-fin e 50 jubarte por ano.

 A Austrália entrou na Justiça internacional alegando que esse programa não é científico e só serve para encobrir a caça comercial, aproveitando uma brecha da moratória. O Japão nega e diz que seu programa serve para examinar idade, hábitos alimentares, exposição a toxinas e outras características da população de cetáceos. O programa é controverso. Segundo biólogos, há maneiras de adquirir essas informações sem matar os animais.

A decisão da Corte de Haia não foi unânime, mas é suficiente para interromper o programa Jarpa II. Por 12 votos a 4, os juízes decidiram que o Japão não consegue explicar a necessidade de matar 850 baleias-minke para fins científicos. "A Corte conclui que as permissões para matar baleias emitidas pelo Japão não condizem com propósitos científicos", diz a sentença. A Corte determinou que todas as permissões do Jarpa II sejam revogadas.

A decisão ainda não significa o fim da caça às baleias. O Japão pode caçar, em menor número, no norte do Pacífico, e pode criar novos programas de "caça científica", já que a decisão se aplica apenas ao Jarpa II. Outros países baleeiros, como Noruega e Islândia, também têm permissão para a caça de subsistência de comunidades tradicionais. Segundo o governo da Austrália, desde o início da moratória, o Japão matou mais de 10 mil baleias.

A boa notícia é que o apetite pela carne de baleia está em queda livre em todo o mundo, inclusive no Japão. Segundo o Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal, as vendas de carne de baleia caíram tanto que a indústria baleeira japonesa está à beira do colapso econômico.


       Navio baleeiro japonês caça uma baleia-minke em Hokkaido, em foto de setembro de 2013 (Foto: Kyodo News/AP)


Fonte: Época

23 de mar de 2014

Bolinho de Abóbora com Aveia recheado com Mandiokejo ( Vegano )



Uma versão de bolinho assado que fica super saboroso.
Nessa receita foi utilizado o queijo vegetal Mandiokejo* para recheá-lo. Quem quiser pode optar por outros recheios, como tofu em cubinhos.
Essa receita rende, aproximadamente, 15 bolinhos.

Ingredientes :

    Bolinho:

-  2 xícaras de chá de abóbora cozida amassada
-  1 xícara de chá de farinha de trigo
-  1 caixinha de aveia em flocos finos
-  1/2 cebola picadinha
-  Cheiro-verde a gosto
-  Noz-moscada a gosto
-  Sal

    Recheio:

- 1/2 receita de Mandiokejo firme para recheio conforme instruções de preparo

Instruções de preparo :

1 - Misture todos os ingredientes para o bolinho, com exceção da aveia, até ficar homogêneo.

2 - Acrescente aos poucos a aveia até obter uma massa firme, fácil de modelar. Essa mistura fica um pouquinho pegajosa devido à aveia.

3 - Umedeça as mãos com água e pegue uma quantidade razoável de massa para formar uma bolinha, recheie com o Mandiokejo e modele novamente. Faça isso com o restante da massa.

4 - Coloque os bolinhos em uma assadeira untada e leve para assar no forno em fogo médio até dourar.

Você pode comprar o Mandiokejo clicando AQUI.


Fonte:  Receitas do Boi



16 de mar de 2014

Hamburguer de Quinoa com Ervas ( Vegano )


Hambúrguer vegano, sem glúten, nutritivo e fácil de preparar.

Ingredientes :

- 6 colheres de quinoa em grãos
- 5 colheres de farinha de arroz
- 250ml de água
- Salsinha
- Cebolinha
- Manjerona
- Orégano
- Curry
- Sal
- Óleo vegetal (apenas um fio)

Instruções de preparo :

 Cozinhe a quinoa com água e sal (abafe algumas vezes e quando achar que está bom deixe a água secar um pouco);
  Depois de cozida, acrescente a salsinha, a cebolinha, a manjerona, o orégano, o curry e a farinha de arroz aos poucos até dar liga;
 A quinoa fica úmida e por isso não é necessário acrescentar água.
 Acerte o sal se necessário e a farinha de arroz.
 Molde os hambúrgueres e coloque-os para dourar os 2 lados em uma frigdeira antiaderente untada com óleo.

   Preparo: 25 min.
   Cozimento: 15 min.
   Rendimento: 2 hamburgueres grandes


Fonte:  Dica Veggie

5 de mar de 2014

Bolo Gelado de Chocolate Recheado com Creme de Nozes (vegana)

                                                                                                                             Foto: Blog Dica Veggie
Ingredientes

Para a massa:
1 xícara de farinha de aveia
1 xícara de farinha de trigo branca
1 xícara de açúcar demerara
5 colheres (sopa) de óleo vegetal
1 colher (sopa) de fermento químico
3 colheres (sopa) de cacau em pó
1 xícara de água

Para o recheio:
1 lata de leite condensado de soja
100 g de nozes

Para montar:
3 colheres (sopa) de açúcar refinado
6 colheres (sopa) de água
Castanha-de-caju ou nozes picadas (opcional)

Preparo :

Misture todos os ingredientes secos da massa, acrescente os ingredientes líquidos e misture bem.
Despeje a massa em um tabuleiro untado e enfarinhado.
Asse por aproximadamente 30 minutos em forno médio (dependendo da forma pode ser 25 minutos).
Forre uma forma de bolo inglês com papel plástico. Por cima do plástico, forre a forma com o bolo.
Leve ao fogo uma mistura de 3 colheres (sopa) de açúcar e 6 colheres de água.
Deixe cozinhar até formar uma caldinha.
Molhe o bolo da forma com a calda de açúcar.

Em uma panela a parte, cozinhe o condensado de soja com as nozes picadas até engrossar.
Mexa para não queimar o fundo.
Despeje o doce de nozes na forma forrada com bolo (reserve um pouco para a cobertura).
Cubra o recheio do bolo com outra camada de bolo. Coloque pequenos pedaços de bolo e pressione um pouco contra o recheio.
Molhe essa última camada do bolo com a calda de açúcar.
Leve a forma ao congelador por algumas horas e desenforme depois (o plástico ajuda a desenformar). Agora acrescente um pouco de água ao doce de nozes que foi reservado até ficar bem molinho para escorrer sobre o bolo.
(Ele já deve ter esfriado e engrossado mais ainda). Entorne essa cobertura no bolo e com o auxílio de uma colher espalhe por todas as laterais também. Cubra a cobertura com castanha de cajú ou nozes picadas.
(Opcional) Leve para gelar.


Fonte:  Blog Dica Veggie

Família de porcos foge de matadouro e ganha uma vida cheia de mimos


A família de porcos que há quatros anos fugiu de um matadouro em São Paulo e foi encontrada pelo Centro de Zoonoses e adotada por Clélia, que é vegetariana, leva uma vida mansa, cheia de carinho e respeito, que todos animais merecem!

 Assista !


Fonte: R7

19 de fev de 2014

Atleta vegano leva medalha de ouro nas Olimpíadas de Inverno em Sochi, na Rússia


O atleta russo Alexey Voyevoda (bronze em Vancouver e prata em Turim), competiu, este ano, nas Olimpíadas de Inverno em Sochi e levou uma medalha de ouro.
Voyevoda é vegano há quase 4 anos.

Junto com o atleta Alexander Zubkov, Alexey Voyevoda venceu a prova do bobsled com um tempo total de 3min45s39, 66 centésimos a menos que a equipe suíça formada por Beat Hefti e Alex Baumann, que ficou com a medalha de prata.
A equipe russa, que uniu a experiência do piloto Alexander Zubkov (que com essa já soma três medalhas olímpicas) e a força de Alexey Voyevoda( bronze em Vancouver e prata em Turim), liderou a prova desde a primeira descida, não deu chances a nenhum de seus rivais e bateu em duas ocasiões o recorde do traçado.

Seu título de campeão mundial de braço de ferro de Voyevoda contradiz o mito popular de que é preciso comer animais para ter músculos e força.
Como um lutador profissional de queda de braço (luta de braço/braço de ferro) e medalhista de ouro olímpico no bobsled (trenó), Voyevevoda precisa estar em perfeitas condições e afirma que se tornar vegano o ajudou a alcançar o nível de excelência física necessário.
"Na minha profissão, a flexibilidade e elasticidade são extremamente importantes, e eu aumentei ambos. Meu corpo tornou-se mais leve.", diz Voyevoda."Eu quase nunca pego resfriado ou gripe."

Em entrevista ao PETA, Voyevoda diz que decidiu se tornar vegano há pouco mais de três anos. "No começo, eu me interessei pelo ponto de vista científico. No entanto, em seguida, eu comecei a ter algumas visões éticas sobre esta dieta. Eu amo animais felizes e vivos!", afirmou. "Eu não me alimento mais do sofrimento e da dor de animais indefesos."



Fonte: Ecorazzi

24 de jan de 2014

Cine FALA + 1ª Oficina de Voluntariado FALA Brasília


A FALA - Frente de Ações pela Libertação Animal Brasília convida todos (as) a participarem da 1ª Oficina de Voluntariado + Cine FALA.

Esta é uma oportunidade propícia àquelas pessoas que têm interesse em se juntarem ao movimento pelos Direitos Animais no DF e ainda não sabem por onde começar.

Cronograma de atividades:

das 13h30 às 14h - apresentação da Biblioteca Itinerante de Direitos Animais;
das 14h às 15h30 - Cine FALA: Jill´s Film (duração de 40 minutos) + roda de debate;
das 15h30 às 16h - Lanche comunitário vegano (sujeito a doações);
das 16h às 18h - Apresentação da FALA e de suas ações + roda de debate sobre as oportunidades de voluntariado e ativismo.

Data : 26 de Janeiro ( Domingo )
Horário: 13:30 às 18:00
Local :  Espaço Ananda Marga - CLN 202 BL. D Subsolo - Ao lado do restaurante Terra Viva
( Perto da entrada do subsolo na comercial da 202 norte, bloco D.

Mais informações na página do Evento no Facebook

21 de jan de 2014

Alckmin decide até quinta se sanciona lei que proíbe testes em animais


Ativistas de entidades de defesa dos animais acamparam em frente ao Palácio dos Bandeirantes nesta segunda-feira (20) para pressionar sanção.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), se reuniu na manhã desta terça-feira (21) com representantes de movimentos em defesa dos animais para discutir o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa –que aguarda sanção do governador– que proíbe o uso de animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes, e seus componentes.

 Alckmin não disse, no entanto, se vai sancionar o projeto. Ele tem até a quinta-feira (23) para tomar a decisão. Durante a tarde, ele se reunirá com representantes da indústria, considerada "importante" pelo governador por ser uma "grande empregadora", e dos setores de pesquisa.

"Claro que o ideal é que não fossem utilizados animais em teste. Mas nós precisamos verificar se nós já temos as alternativas a esses testes, sejam in vitro, sejam outras formas", disse o governador.

Segundo a professora da Faculdade de Medicina do ABC e militante dos direitos dos animais, Odete Miranda, que participou da reunião com o governador, já há no Brasil laboratórios que fazem testes in vitro para a indústria de cosméticos. Esse tipo de procedimento permite que os testes sejam feitos sem o uso de animais.

 Miranda disse que o método in vitro não é mais caro do que o uso de animais. "Para você manter animais, você tem que ter animais da mesma linhagem, você tem que pagar por esses animais, você tem que mantê-los vermifugados. Tem todo um cuidado que in vitro você não precisa gastar tanto. Então na verdade eu acho que é mais cultural", afirmou.

Para Alckmin, o ideal seria que uma lei federal regulamentasse a questão. Isso evitaria que empresas mudassem para outros Estados a fim de continuar fazendo testes em animais.

O projeto de lei de autoria do deputado Feliciano Filho (PEN) foi proposto após a invasão e resgate de cachorros do Instituto Royal, o que reacendeu a discussão em torno do uso de animais para testes.

O projeto prevê sanções tanto para empresas que usarem animais quanto para os profissionais responsáveis pelos testes. A indústria pode ser multada e, em caso de reincidência, a multa é dobrada. Se continuar infringindo a lei, ela pode ter o alvará de funcionamento suspenso de maneira temporária ou definitivamente.   
  
Acompanhe ao vivo !
Tudo sobre as manifestações em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado de São Paulo, pela aprovação do PL 777/2013.
 
⇒    https://www.facebook.com/events/207823746087887/permalink/207841256086136/

#AprovaAlckmin


Fontes: 
Folha
R7

Rodeio: De que lado você está? [ Debate e Mesa Redonda na UFRRJ ]

DEBATE E MESA REDONDA NA UFRRJ

Estamos no século 21.
A ciência já comprovou que os animais são seres sencientes, que sentem dor, medo, estresse, como nós, seres humanos.
Então por que práticas como rodeios e vaquejadas continuam a submeter animais a sofrimentos por diversão?

Especialistas das áreas veterinárias e jurídicas questionam essas práticas, sob os aspectos técnicos, éticos e legais.

Evento público.
Inscrição gratuita.

Dia :  23 de Janeiro de 2014 (Quinta)
Horário : 16:00 às 19:00

Local:  Auditório Gustavo Dutra - UFRRJ (Gustavão). Seropédica ( RJ )
Página do evento no Facebook

17 de jan de 2014

GUACAMOLE


Guacamole é uma deliciosa receita de origem mexicana feita com abacate e temperos.
Simples, rápido de fazer e fica muito gostoso para servir com tortillas, chips, torradinhas, crackers, para rechear sanduíches ou servir com legumes frescos bem coloridos e também para acompanhar saladas.

INGREDIENTES :

- 1 abacate grande maduro
- 1/2 cebola pequena picada
- 1 dente de alho pequeno picado bem miudinho
- caldo de 1/2 limão (ou sumo, ou limão espremido)
- coentro picado a seu gosto
- sal a gosto

Pique a cebola, o alho e o coentro em pedaços bem pequenos.
Em um prato fundo amasse grosseiramente a polpa do abacate com um garfo. Misture delicadamente os demais ingredientes, leve a geladeira em um recipiente de vidro tampado e sirva depois de gelado.
Sirva como preferir.

Lembrando que você pode acrescentar tomates picadinhos, pimenta dedo de moca, ou outro tempero a seu gosto.


FONTE :  Blog Veganana

Biscoitos recheados com pasta de amendoim ( Vegan )


Ingredientes :

- 3/4 de xícara de farinha de trigo
- 1/4 de xícara de gérmen de trigo (se não quiser utilizar o gérmen pode fazer tudo com a farinha de trigo mesmo)
- 1/2 colher de chá de fermento em pó
- 1/4 de xícara de açúcar de sua preferência (na receita foi usado o demerara claro)
- Algumas gotinhas de essência de baunilha
- 3 colheres de sopa de óleo vegetal (na receita foi utilizado o de girassol)
- 6 colheres de sopa de água quente

Instruções de preparo:

Misture todos os ingredientes secos, depois junte o óleo e a água. Abra a massa em uma superfície enfarinhada e modele os biscoitos no formato que quiser. Asse em forno pré aquecido (280º) por 12 minutos ou até ficarem corados.
O recheio de pasta de amendoim foi retirado deste link

 Preparo: 10 minutos
 Cozimento: 12 minutos
 Rendimento: 3

Receita do blog : Falando com a boca cheia

Fonte :
Menu Vegano

12 de jan de 2014

Maestro mundialmente famoso se torna vegetariano para ajudar animais


Com quase 84 anos de idade, Lorin Maazel, diretor musical da Filarmônica de Munique, violinista, compositor e um dos maestros mais conceituados do mundo, anunciou recentemente em seu site que fez a transição para uma dieta vegetariana.

Inspirado por seu filho Orson, que é vegano, Maazel tem esperança de que alguns dos 250 mil leitores de seu site também façam a mudança compassiva em suas dietas.

Ele publicou :

"Apolônio de Tiana , The Giving Tree Band , Surya Bonali , Lord Byron, Julie Christie , Confúcio, Isadora Duncan, Empédocles , Mahatma Ghandi , Horace, Sushil Kumar, František Kupka , Yasmien Kurdi , Christine Lagarde , Neko Llanos , Sir Paul McCartney , São Angela Merici , José Mujica , Martina Navratilova , Krist Novoselic , Plutarco , Pitágoras , Alexander Pope , Natalie Portman , Fred Rogers, Albert Schweitzer, George Bernard Shaw, Isaac Bashevis Singer , Leo Tolstoy, Leonardo da Vinci, Virgílio, Herschel Walker, Faye Wong, Marguerite Yourcenar , Zaratustra.

O que as pessoas listadas acima têm em comum?
Eles são todos vegetarianos.
Juntamente com o meu filho Orson .
Junto comigo ... a partir de hoje. "

Maazel também compartilhou um vídeo sobre Abby, uma vaca leiteira, cujo abuso horrível foi descoberto durante a investigação secreta da ONG Mercy For Animals em um fornecedor queijo DiGiorno Pizza, divulgando toda a crueldade que é comum na indústria leiteira.

Maazel é uma grande inspiração e prova de que nunca é tarde demais para fazer uma mudança positiva e verdadeiramente fazer a diferença!

Fontes:
Mercy For Animals
Cybc

8 de jan de 2014

[RECIFE] 14º CULTURA VEG - Experimentação Animal: O Obscurantismo da Ciência

Palestra com Silvana Andrade, jornalista, vegana e ativista pelos direitos animais, com carreira de 29 anos desenvolvida na imprensa brasileira.

Trabalhou como repórter, coordenadora de produção, editora e editora-chefe em redes de TV (Cultura, Record, Manchete, Globo News) e produtoras de vídeo. Atuou também como jornalista em empresas privadas e em órgãos governamentais. Faz planejamento de estratégias de comunicação interna e externa e cria projetos editoriais para todas as mídias.

É a idealizadora e presidente da ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais, a primeira agência jornalística do gênero no mundo.

É responsável por propor a ideia do Projeto de Lei 337/2006, que autoriza o Poder Executivo a criar hospitais veterinários públicos no Estado de São Paulo. Membro fundador da Sociedade Vegana no Brasil (http://sociedadevegana.org/). Faz palestras sobre Comunicação e Direitos Animais).

O Cultura Veg terá entrada gratuita e lanche Vegano.

Dia : 10 de Janeiro
Horário:  19h às 21h
Local :  Livraria Cultura - Rua Madre de Deus , s/n - Recife

Página do evento no Facebook
                           

7 de jan de 2014

Carros elétricos substituirão cavalos em NY


O novo prefeito de Nova York, Bill de Blasio, parece de vai ceder à pressão de entidades de defesa dos animais e de celebridades como Miley Cyrus, Pink, Alec Baldwin, Joan Jett e Pamela Anderson, e vai proibir as carruagens que fazem os passeios do Central Park.

Segundo Blasio, a atividade é uma forma de crueldade contra os animais, e os cavalos serão trocados por carros elétricos de desenho retrô. Mas ele ainda não informou qual será o modelo.

Durante anos, os defensores dos direitos dos animais criticam os passeios de carruagens puxadas por cavalos, que remontam a 1858, dizendo que a prática é desumana e que os cavalos estão sobrecarregados.

São ínúmeros os acidentes envolvendo os cavalos que são explorados dessa maneira. Em 2012, Oreo, um cavalo forçado a puxar carruagens no entorno do Central Park, teve um colapso com o caótico trânsito de carros no Columbus Circle e fugiu pela Broadway, tombando a carruagem, que levava um condutor e dois passageiros.

O prefeito afirmou que pretende cumprir essa promessa de campanha ainda essa semana.

5 de jan de 2014

Bogotá proíbe definitivamente veículos com tração animal


Após uma batalha legal de mais de dois anos, os últimos 90 cavalos e burros explorados em veículos de tração foram entregues para as autoridades de Bogotá, na Colômbia. A partir do primeiro dia de Janeiro, os animais encontrados nesta situação serão resgatados de seus tutores, segundo informação dada pela prefeitura. As informações são do El Mundo.

A Secretaria de Mobilidade Distrital informou que a entrega dos animais aconteceu no fim da semana passada, na Universidade de Ciências Aplicadas e Ambientais (UDCA), entidade encarregada de cuidá-los após serem resgatados.

Um decreto de 2010 fixada o dia 31 de janeiro de 2012 como o limite para os grandes municípios colombianos buscarem alternativas ao uso de carretas sob exploração animal, para acabar com esta característica anacrônica do meio urbano, que é o abuso animal para meios de transporte. Entretanto, a capital do país demorou cerca de dois anos para implementar a norma.

Em pleno século XXI, Bogotá, cidade com oito milhões de habitantes, com um aumento crescente de veículos motorizados e sob um processo de modernização, era uma das últimas capitais latino-americanas onde a convivência entre veículos motorizados e de tração animal era comum.
Há dois anos, 2500 carroças circulavam diariamente pela cidade, segundo o censo da Prefeitura, dedicadas à transportar seus tutores e carregar cargas para reciclagem, comumente.

Atualmente, há menos de uma semana da norma entrar em vigor, os últimos carroceiros entraram no programa da Prefeitura para substituírem seus animais por veículos motorizados, e entregá-los a órgãos responsáveis pelos cuidados até o fim de suas vidas. O plano de negócios para a troca dos animais é de cerca de 21 mil reais.

Os tutores que não se adequarem à norma receberão multas além de terem os animais retirados de sua guarda.

Os cavalos explorados em veículos de tração são obrigados a trabalhar sem períodos de descanso ao longo do dia por meio de instrumentos de tortura, como chicotes e pedaços de pau, que são usados cada vez que o cavalo interrompe seu trajeto por já estar exausto, ou simplesmente quando não obedece as ordens de seu tutor.
Pelo trabalho pesado e ininterrupto, estes animais estão fadados a sofrer de desnutrição, desidratação, doenças pulmonares (devido à fumaça proveniente de automóveis que respiram), doenças de pele, ferimentos espalhados por cada canto do corpo que recebeu os golpes de chicote ou do pedaço de pau, além do desgaste dos cascos devido ao atrito com o asfalto.

Não há justificativa ética nenhuma para a exploração destes animais e o próprio projeto prevê a reinclusão dos carroceiros no mercado de trabalho e na sociedade, com novas qualificações que garantirão seu sustento de forma digna e sem crueldade.

Do ponto de vista econômico, o Cavalo de Lata é uma solução que se encaixa perfeitamente no lugar do abuso desumano cometido pelos carroceiros. Se trata de um veículo elétrico, que é carregado com energia solar, portanto, não emiti resíduos tóxicos para a atmosfera terrestre, tem 60 km de autonomia e exige um gasto médio somente de R$ 0,02 a R$ 0,05 por quilômetro percorrido.

Em relação ao trânsito, não é seguro para um animal percorrer ruas movimentadas ao lado de carros, caminhões e motocicletas em alta velocidade. Com a proibição de veículos com tração animal, além da própria segurança do cavalo que seria utilizado, também se preza pela segurança das pessoas, já que se evita qualquer tipo de acidente – muitas vezes fatal – com carroças e charretes.


FONTE :  ANDA