23 de nov. de 2014

Brasileiro é o primeiro a ganhar prêmio internacional de pesquisa contra o uso de animais em teste


Gaúcho Róber Bachinski foi o primeiro pesquisador do país a receber o Lush Prize, que premia organizações e cientistas que trabalham para a substituição de experimentos por métodos livres de crueldade com validação científica.

Filosofia de vida baseada nos direitos dos animais, o veganismo vem se convertendo nos últimos anos numa causa abrangente, capaz de conectar pessoas e articular movimentos no mundo todo, com impactos na indústria de alimentos, medicamentos, vestuário, cosmético e entretenimento.

Uma das bandeiras mais conhecidas, a luta contra os testes em animais para aprovação de produtos é mais lembrada no Brasil pela ação de um grupo de ativistas que, em 2013, invadiu o Instituto Royal, em São Roque (SP) e retirar 178 cães da raça beagle que eram usados em testes farmacêuticos e veterinários.

Bem antes da invasão, no entanto, brasileiros vêm articulando ações educativas contra o uso de animais como cobaias. Desde que soube que os testes faziam parte da grade curricular de diversos cursos, o gaúcho Róber Bachinski se tornou um dos primeiros estudantes brasileiros a promover a consciência contra os experimentos.

Em 2006, aos 21 anos, não hesitou em atravessar Porto Alegre de ônibus com 14 ratos de um laboratório da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) dentro de duas caixas de sapatos para salvá-los de serem mortos em experimentos científicos. O então estudante também abriu um processo contra a universidade, alegando ser inconstitucional ser obrigado a assistir às aulas que feriam seus princípios éticos, no primeiro caso do tipo no país.

Na última sexta, sua pesquisa com modelos de culturas de células em 3D e alternativas de usos para educação científica, que desenvolve no seu pós-doutorado na Universidade Federal Fluminense, lhe valeu o Lush Prize na categoria Jovem Pesquisador. Criado há três anos, o prêmio distribui bolsas que somam 250 mil libras (cerca de R$ 1 milhão) a organizações e cientistas que trabalham para a substituição dos testes em animais por métodos livres de crueldade com validação científica.

 Na apresentação, Tréz destacou o trabalho do jovem gaúcho como educador, outra atividade que o colocou na mira do prêmio. Além da pesquisa, ele participa do 1R Net (www.1rnet.org), plataforma que mapeia a utilização de animais no ensino superior, e promove consultorias sobre métodos alternativos a estudantes e professores no Brasil e América Latina. Foi incentivado por outros ganhadores de edições anteriores que Róber resolver se inscrever.
“Quero dedicar esse prêmio a todos os estudantes brasileiros que lutam contra os testes em animais no Brasil e na América Latina”, disse Bachinski, que se tornou o primeiro brasileiro a trazer o troféu ao país –um coelho de cerâmica criado pelo escultor Nichola Theakston. O pesquisador recebeu o troféu das mãos de outro brasileiro, o professor de biologia do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Alfenas (MG), Thales Tréz, primeiro a fazer parte do júri do prêmio.

Durante a cerimônia, realizada no Instituto Real de Arquitetos Britânicos, em Londres, um cardápio totalmente vegano foi servido por uma equipe vestida com jalecos de cientistas, enquanto os convidados bebericavam sucos e drinques em tubos de ensaio.

“Quando criança, me lembro de ter visto num livro sobre medicina que se abriam animais sem anestesia e pensei: ‘Que coisa mais bárbara!’ Aqui hoje tenho certeza que teremos um futuro sem testes em animais”, discursou a ativista Carol Baker, uma das ganhadoras do troféu em 2013 que foi contratada pela empresa.

Fonte: Marie Claire

12 de nov. de 2014

Hamburguer de Quinoa


Ingredientes:

- 1 xícara de chá de quinoa mista cozida (sempre deixamos de molho de um dia pro outro e depois fervemos em água por 6 minutos, escorremos em água pra parar o cozimento e reservamos)

- 1 berinjela cozida
- 1 bata doce cozida e sem casca
- Sal
- Pimenta-do-reino moída na hora
- Óleo de coco

Modo de preparo:

1. Em um processador coloque a berinjela e a batata doce e processe até ficar em pedacinhos e quase virar uma pasta

2. Transfira para uma vasilha, adicione a quinoa o coentro e misture bem, agora coloque 2 colheres de sopa de óleo de coco, o coentro e a cenoura e misture, coloque sal e pimenta-do-reino

3. Leve uma frigideira a fogo brando e adicione uma colher de chá de óleo de côco

Em seguida com a ajuda de um aro coloque dentro da frigideira e adicione a massa, espere por uns 5 minutinhos e vire com o auxílio de uma espátula, deixe mais 5 minutos do outra lado e pronto.

Grau de dificuldade: Fácil
Tempo de preparo: 1h


Fonte : Ciclo Vivo

20 de out. de 2014

Gladiadores romanos tinham dieta vegetariana

    As ruínas de Éfeso, na Turquia, cidade greco-romana onde o cemitério foi descoberto

Novo estudo de medicina forense apontou que os alimentos básicos mais prováveis eram o trigo e a cevada

A lista de personagens da história que não comiam carnes pode ter ficado maior. Além de Tolstói, Leonardo da Vinci e Pitágoras, um novo estudo de medicina forense, publicado na revista PLoS One, mostrou que os antigos gladiadores romanos também tinham uma dieta principalmente vegetariana.

As investigações antropológicas, realizadas na antiga cidade de Éfeso, apontou, ainda, que os lutadores bebiam cinzas como um tônico que curava após sessões de treinamento.

Em 1993, um cemitério foi descoberto em Éfeso, na Turquia, ex-capital da província romana da Ásia. Duas pistas apontaram que o cemitério contém os restos de antigos gladiadores. Artefatos, incluindo grafite, sugerem que as lutas de gladiadores ocorreram em Éfeso desde 69 a.C., quando a cidade teve mais de 200 mil habitantes. E a maioria dos corpos descobertos no cemitério exibiram padrões de trauma de acordo com combatentes armados que lutaram publicamente para entreter uma audiência antiga.

Grande parte dos gladiadores eram escravos, prisioneiros de guerra ou criminosos legalmente condenados. Enquanto alguns concorrentes tiveram espadas (gladium) e lutaram na arena sem treinamento especial antes - resultando em morte certa em quase todos os casos - outros, incluindo os cidadãos comuns, senadores e nobres, se voluntariavam após completar formação adequada em escolas especiais de gladiadores. Assim, antropólogos acreditam que gladiadores eram homens de quase todas as classes sociais da sociedade romana.

Estudos anteriores realizados nos restos do cemitério de Éfeso indicam que os gladiadores seguiram um rigoroso conjunto de regras, nunca deixando a luta acabar em mera mutilação. Ainda mais, os exames de padrões de trauma sugerem que quando um gladiador estava perto da morte, seu sofrimento acabaria com um golpe rápido de martelo na cabeça.

Para o estudo atual, os pesquisadores usaram espectroscopia e análises de isótopos estáveis de colágeno ósseo e minerais ósseos como ferramentas para investigação. Depois de examinar os ossos, os pesquisadores descobriram que os gladiadores se alimentavam principalmente de uma dieta vegetariana.


Fonte : Globo

11 de set. de 2014

Biel Baum - O chefe vegetariano de 12 anos que tem ensinado muito sobre alimentação saudável para o mundo


“Eu aprendi que, por dia, morrem 38 mil crianças de fome e que metade dos cereais do mundo, que deveriam alimentá-las, vai para a criação de gado.”


O que você gostava de fazer quando tinha 12 anos? Jogar futebol com os amigos e curtir o vídeo game também estão entre os hobbies de Biel Baum, que, além de fazer isso, é chef de cozinha, vegetariano, apresentador de um programa de TV e dá palestras em todo o mundo sobre alimentação saudável.
O menino convenceu a própria mãe, uma ativista social, a se tornar vegetariana.

Biel começou a se interessar pela alimentação saudável após seu melhor amigo sofrer com um câncer causado por agrotóxicos usados nas plantações da própria família. Após longas pesquisas sobre o tema, Biel chegou à conclusão de que o mundo seria um lugar melhor se as pessoas deixassem de lado os alimentos industrializados, transgênicos e cheios de agrotóxico, optando pelo orgânico. Para estimular esse pensamento, ele apresenta o programa Arte na Cozinha, além de ser um verdadeiro embaixador dos alimentos saudáveis.

Este ano, Biel lançou-se em projeto para gravar seu primeiro documentário, “Buscamos o Paraíso“. Entre o Brasil e a África, ele troca favores para sobreviver e conhecer novas pessoas. Enquanto uma pessoa cede um colchão ou o chuveiro, Biel se encarrega de preparar o jantar, por exemplo. O garoto tem total apoio da família, com quem chegou a criar a Escola com Asas, uma rede de aprendizagem livre que incentiva a realização de sonhos por meio do empreendedorismo social.

Biel Baum também já escreveu um livro, “Meu diário para Jamie Oliver – Realizando sonhos e inventando receitas” e, no alto de seus 12 anos, os esforços para tornar o mundo um lugar mais saudável de se viver não devem parar por aí.

Ensinando crianças a comerem melhor


 


Todas as fotos © Biel Baum

Fontes: 
Hypeness.com.br
Vista-se


28 de ago. de 2014

Rio tem primeiro festival de comida vegana de boteco


O festival Comida di Buteco ganhou uma nova versão na noite de ontem: a primeira edição do Noites Veganas. Realizado no bar La Esquina, na Lapa, região central do Rio, o encontro reuniu cariocas veganos (pessoas que não comem nenhum produto de origem animal) e vegetarianos (aqueles que não comem carnes) que gostam de sair à noite para comer e beber com os amigos.

Vegetariano há dois anos, o gerente de Tecnologia da Informação Raphael Moura idealizou o projeto porque sentia falta de "casas veganas para os boêmios cariocas" já que a maioria dos restaurantes só funciona para o almoço. "No Rio, só existem três restaurantes veganos que funcionam até meia noite e não têm opções para beber. São Paulo tem pelo menos quatro restaurantes em que você pode sentar, comer e beber bem. A ideia (do Noites Veganas) surgiu este ano para acabar com essa frustração", disse.

Nesta edição, foram convidados o chef Felipe Alves e o restaurante Dona Vegana. Cada um apresentou cinco comidas de boteco como salgadinhos e sanduíches, dois pratos de comida e uma sobremesa. O chef Felipe Alves preparou hambúrguer com duas carnes vegetais, creme de tofu com cenoura e porção de batata doce frita, e panquecas com alho poró e ervas finas.

Já o Dona Vegana apostou em pratos normalmente servidos no restaurante como a cafta acompanhada de molho de hortelã ou mostarda, e criou o bolinho de batatalhau e o sanduíche de seitan acebolado com queijo (vegano) derretido. "As pessoas estão se acostumando com o sabor da comida vegetariana. Quem não conhece, às vezes até confundem com carne", avaliou Michel Mekler, sócio do Dona Vegana que, a cada 15 dias, faz um rodízio de pizzas e petiscos veganos.

Pelos planos de Raphael, as Noites Veganas futuramente se tornarão um evento mensal, sempre variando de local. "Onde as pessoas disserem que estão faltando (restaurantes veganos que funcionem à noite) a gente faz". A próxima noite vegana será em outubro (ainda sem data e local definido) e dedicado aos casais românticos e veganos. "Vegano é um ser normal. Viemos do planeta Vegan, mas lá também se bebe e se diverte", brincou.


Fonte: Info


12 de ago. de 2014

Couve-Flor Assada com Páprica (vegana)



Ingredientes :

1 couve-flor, cortada em pedaços do tamanho da mordida
1 colher (chá) de páprica defumada
2 a 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
Sal a gosto

Preparo :

Misture a couve-flor, o azeite e a páprica e coloque em uma assadeira. Polvilhe sal por cima e asse a 180ºC por 15-20 minutos ou até atingir o ponto desejado.
 

Receita e fotos do blog My Real Food Life
Fonte: Cantinho Vegetariano


31 de jul. de 2014

Tortilha de Batata ( Vegana )


Ingredientes

- 2 colheres (sopa) de azeite
- 1 1/2 colher (chá) de sal
- 2 colheres (sopa) de cebolinha picada
- 1/2 xícara de farinha de trigo
- 2 batatas médias
- 1/2 cebola média cortada em rodelas
- 4 tomates cereja cortados em 4
- 1 dente de alho amassado
- 50g de tofu defumado ralado

Modo de Preparo

Cozinhe as batatas até ficarem moles, retire do fogo e misture o azeite, a cebolinha, o alho, os tomates, o tofu e a farinha de trigo. Unte uma omeleteira com bastante azeite, coloque metade da cebola e cubra com a mistura de batata, feche a omeleteira e deixe dourar por 5 minutos em fogo baixo. Vire a omeleteira, cubra a massa com o restante da cebola e deixe dourar por 5 minutos o outro lado. Abra ocasionalmente para verificar se já está no ponto.


Fonte:  Projeto Vegan

15 de jul. de 2014

Livro de professores veganos trata de direitos animais na Educação


Em março deste ano ( 2014 ) foi lançada uma obra que reflete as demandas sociais e mudanças em andamento. Na escola e no mundo. ‘Educação & direitos animais’, 200 páginas, Libra Três, reúne ensaios de 11 educadores brasileiros contemporâneos. Em comum, o fato de todos serem veganos, tratando os animais não-humanos pela via da ética.

Os autores levam para o mundo acadêmico e sala de aula o combate ao especismo – a ideia que faz a humanidade amar cães e gatos, comer frangos e porcos, testar em coelhos, vestir couro de vaca, e proteger pandas e baleias.

Organizado pelo professor de filosofia Leon Denis, traz nomes reconhecidos do chamado abolicionismo animal, como a pós-doutora Sônia T. Felipe. Em pauta, vivisecção, veganismo, animais como seres de direito, consciência moral e violência.

Da Capital gaúcha participa Ellen Augusta Valer de Freitas, com ‘Estratégias de capacitação de professores para a introdução e ensino de direitos animais na educação’, texto de 16 páginas ilustrado por fotos da própria autora. Graduada em Biologia, professora e ativista, é diretora do coletivo Vanguarda Abolicionista, colunista da ANDA – Agência de Notícias dos Direitos Animais, autora do blog Desobediência Vegana, articulista, palestrante e colaboradora de veículos.

“As crianças possuem forte afinidade com animais, porém desde cedo ela são estimuladas a desprezarem o que sentem, ignorando a dor e o sofrimento que porventura possam presenciar. Como antigamente se ensinava – os animais úteis e os animais inúteis”, narra a educadora.

Pedidos do livro podem ser feitos diretamente ao editor pelo email ederaraujo@yahoo.com.br.

Fonte: Ricardo Orlandini

14 de jul. de 2014

IV Arraiá Vegano do RJ


Deliciosos pratos típicos regionais e almoço, todos veganos, preparados pelo que há de melhor da gastronomia carioca. Sorvetes e queijos veganos, além de vestuário, acessórios, cosméticos e sucos, todos orgânicos, 100% vegetais, e não testados em animais, farão parte da festa.

Brincadeiras, quadrilha, sorteios e muita animação!
Presença de protetores de animais, de ambientalistas e da barraca “Descubra o Veganismo”.

Dia 19 de julho (sábado), das 12:00h às 19:00h.
O Arraiá Vegano será na Quadra da Praça Joia Valansi na Rua Muniz Barreto esquina com Rua Visconde de Ouro Preto (próximo a saída “Muniz Barreto” do Metro de Botafogo).

Entrada Franca!

Página do evento no facebook.
Para maiores informações : ecocheervegan@hotmail.com.

11 de jul. de 2014

Introdução aos Direitos Animais - Gary L. Francione

Autor: Gary L. Francione
Páginas: 312
Editora Unicamp

Neste livro o autor lança um desafio concernente ao nosso uso e tratamento dos animais e nos incita a deixar de lado as confortáveis desculpas proporcionadas pelo nosso aparente compromisso com o tratamento “humanitário” ou “compassivo” dos animais e a reconhecer que, sob as leis e regulações relativas a como cuidamos dos animais com quem dividimos este planeta, na realidade os tratamos como coisas que não têm nenhum interesse que devamos levar a sério.

 O autor do livro, o advogado, filósofo e professor Gary Francione, tem lecionado o tema Direitos Animais e o Direito por mais de 20 anos, e foi o primeiro acadêmico a ensinar a teoria dos direitos animais em uma faculdade de Direito americana. Francione é bem conhecido no movimento de proteção animal por suas críticas às leis do bem-estar animal e à condição dos animais não-humanos como propriedade, e por sua teoria dos direitos animais abolicionista.

Gary L. Francione é professor de direito e filosofia na Rutgers School of Law — Newark, Estados Unidos. Entre seus livros estão The Animal Rights Debate: Abolition or Regulation? e Animals as Persons (ambos pela Columbia University Press), e Animals, Property, and the Law e Rain Without Thunder (ambos pela Temple University Press).


Creme de Chocolate Vapt Vupt (vegana)



Ingredientes

1 colher (sopa) generosa de pasta de amendoim
1 colher (sopa) de achocolatado
2 colheres (sopa) de leite vegetal ( (pode ser de soja, arroz, amêndoas, aveia, ...)

Preparo

Misture tudo bem rapidinho até obter uma textura homogênea. Coma em temperatura ambiente ou, se preferir, coloque no refrigerador para gelar. Aliás, pode ser mantido nessa condição, em recipiente fechado, por cerca de 4 ou 5 dias.

Dicas

- Se preferir, substitua o achocolatado por cacau ou alfarroba em pó;
- Para usar como cobertura de bolo, acrescente mais leite vegetal aos poucos e misture bem, ele tende a ficar mais encorpado quanto mais for "batido" daí você decide o ponto;
- Se quiser tipo brigadeiro de enrolar use apenas 1 colher (sopa) de leite vegetal e misture bem até obter o ponto de enrolar, fica ótimo!


Receita, foto e dicas do blog Pitadinha  
Fonte: Cantinho Vegetariano


15 de jun. de 2014

FRANK MEDRANO - Fisiculturista vegano especialista em Calestenia


O americano Frank Medrano ( site ) é um fisiculturista vegano e um dos mais famosos especialistas em Calestenia ( Calisthenics ), exercícios utilizados para aumentar a força muscular e a flexibilidade utilizando o peso do próprio corpo.

Frank conheceu a dieta vegana através de dois bons amigos, os fisiculturistas Dan Attanasio e Noel Polanco, que são veganos .
"Eu vinha treinando por cerca de 1 1/2 anos, quando dois amigos meus, que treinam da mesma maneira que eu, me introduziram à dieta vegana .
Ambos os meus amigos tinham força e condicionamento sobrenaturais, quando eu descobri que eles eram veganos isso chamou a minha atenção e comecei a fazer algumas pesquisas.
Senti que eu precisava levar a minha saúde e bem-estar a um nível totalmente novo."

Em pouco tempo, Frank estava sentindo todos os incríveis benefícios de uma dieta baseada em vegetais .
"A medida que as semanas passavam, a minha energia foi aumentando rapidamente, a minha resistência e recuperação muscular aumentaram para níveis milagrosos.
Tornei-me mais forte, mais rápido e parei de se sentir cansado ou inchado [como quando comia produtos lácteos e carne]."

"Eu pensei que eu era forte e saudável antes, mas [ depois de adotar uma dieta baseada em vegetais ] eu comecei a sentir mais energia e eu estava tendo uma recuperação mais rápida após o treinamento ", disse Frank .

Após cerca de três meses, Frank se juntou a Dan e Noel para unir forças e espalhar informação sobre os benefícios de uma dieta vegana. Juntos, o trio criou o site Calisthen -X .

Através de seu site, eles compartilham informações, respondem perguntas, e divulgam vídeos com suas proezas, mostrando a imensa força que pode ser conquistada através de uma dieta à base de vegetais.
Os vídeos são imensamente populares na internet.

Naturalmente, Frank recebe um monte de comentários de pessoas que assistem os vídeos, querendo saber : "Como você faz isso ?"
Frank adora conversar com as pessoas sobre fitness e nutrição à base de plantas, e as pessoas ficam, normalmente, chocadas quando descobrem que ele não consome absolutamente nada de origem animal .
"90 % das vezes, a primeira coisa que as pessoas perguntam é : 'O que você come? '", diz Frank .


Através do site Calisthen -X , das páginas do facebook e do YouTube, Frank responde a uma série de perguntas e compartilha um monte de informações, incluindo suas favoritas fontes inspiradoras.
Entre eles, o documentário "Forks Over Knives" ( Troque a faca pelo garfo ), qualificado como 'altamente imperdível'.

"Eu amo os animais e acredito que todos devem ser tratados igualmente, com amor e compaixão.
Eu faço o que posso para apoiar os grupos de direitos dos animais, doando e participando de eventos para arrecadar dinheiro. Eu também espalho a mensagem através da web no facebook, de vídeos no youtube, e compartilho informações com amigos e familiares sobre o tratamento violento e ilegal que é dado aos animais em todo o mundo."

Neste vídeo, o atleta mostra alguns dos seus incríveis exercícios.


8 de jun. de 2014

Bolinhas de Mandiokejo

Massa:

Coloque para ferver:
2 xícaras chá de água
1 colher sopa de creme vegetal
1 colher de sopa de óleo de girassol
1 folha de louro
sal e condimentos à gosto (coentro, açafrão).
Quando ferver, acrescente 2 xícaras de chá de farinha de trigo peneirada e misture até engrossar e soltar da panela. Apague o fogo.
Repouse a massa coberta com pano úmido até que a temperatura esteja suportável para manipular. Sove para alisá-la, faça uma bola ou rolo e reserve tampada.

Recheio:

Prepare 100g de Mandiokejo firme conforme instruções da embalagem. Acrescente orégano e temperinho verde e leve para grelhar rapidamente em uma panela ou frigideira antiaderente até que mude de cor e textura. Leve ao congelador por alguns minutos pra endurecer e assim facilitar para rechear.

Montagem das bolinhas:

Pegue pequenas porções de massa já do tamanho desejado, abra um furo no meio com o dedo e encaixe um pedacinho de Mandiokejo, puxe a própria massa para fechar e alise. Pode-se fazer todas de uma vez antes de empanar, pois a massa não gruda.

Para empanar: passe as bolinhas pela água e empane na farinha de rosca.

Podem ser congeladas neste momento.

Para fritar, utilize óleo preferencialmente de canola ou girassol novo, quente e sempre cuidando para não queimá-lo, já que um pouco da farinha de rosca se solta durante a fritura e pode alterar o sabor das bolinhas.


Receita de Jordana Rockenbach – Novo Hamburgo/RS
Fonte: Blog Brincando de Quebra-Cabeça

MANDIOKEJO

Mandiokejo®
Preparado em pó para cobertura de pizzas e lasanhas

O Mandiokejo ® Quebra-Cabeça é uma solução vegetal prática e saborosa para a cobertura de pizzas e lasanhas. Trata-se de um preparado em pó elaborado a partir de vegetais desidratados e gomas naturais. Suas principais características são:

   - 1kg de preparado em pó rende até 6kg de mandiokejo
   - Feito à base de ingredientes naturais;
   - Muito simples de preparar;
   - Elaborado a partir de mandioca, mandioquinha e feijão;
   - Não contém soja;
   - Livre de ingredientes de origem animal;
   - Sem glúten;
   - Sem lactose;
   - Livre de colesterol;
   - Livre de conservantes, corantes e aromatizantes;
   - Sem adição de açúcar;
   - Rico em vitamina A, D2, B12, Ferro, Cálcio, Selênio e Zinco;
   - Alternativa ao queijo tipo mussarela;
   - Pode ser preparado em qualquer lugar, BASTA ADICIONAR ÁGUA e ÓLEO!

MODOS DE PREPARO:
O Mandiokejo ® Quebra-Cabeça é produzido a partir de ingredientes crus. Por este motivo é necessário que seja realizada alguma forma de cozimento antes do consumo.
Abaixo, disponibilizamos os modos de preparo em três sistemas de medidas diferentes (xícaras/colheres, gramas e ml). Se você tem uma balança culinária disponível, recomendamos que prepare o seu Mandiokejo medindo os ingredientes através do peso.

Para Mandiokejo FIRME: você vai precisar de:
• 2/3 de xícara (= 100g ou 12 colheres rasas de sopa) de preparado em pó para Mandiokejo
• 1/3 de xícara (= 70g ou 75ml) de óleo de girassol (ou outro óleo vegetal)
• 1 xícara (= 220g ou 220ml) de água

Em um recipiente, misture o preparado em pó para Mandiokejo e o óleo de girassol mexendo com uma colher até dissolver completamente. Em seguida acrescente a água e mexa suavemente até obter uma mistura homogênea. Aguarde 3 a 5 minutos até que o Mandiokejo fique encorpado.Utilize em pizzas e leve ao forno.

Para Mandiokejo CREMOSO: você vai precisar de:
• 2/3 de xícara (= 100g ou 12 colheres rasas de sopa) de preparado em pó para Mandiokejo
• 1/2 xícara (= 100g ou 110ml) de óleo de girassol (ou outro óleo vegetal)
• 1 e 3/4 xícaras (= 400g ou 400ml) de água

Em um recipiente, misture o preparado em pó para Mandiokejo e o óleo de girassol mexendo com uma colher até dissolver completamente. Em seguida acrescente a água e mexa suavemente até obter uma mistura homogênea. Aguarde 3 a 5 minutos até que o Mandiokejo fique cremoso. Utilize em lasanhas e leve ao forno.

Para RECHEIOS: prepare a quantidade desejada de Mandiokejo firme, coloque em uma panela e leve ao fogo médio por 3 a 5 minutos (até que engrosse e mude de cor). Utilize para rechear salgados, tapiocas e raviólis.