11 de jul. de 2014

Introdução aos Direitos Animais - Gary L. Francione

Autor: Gary L. Francione
Páginas: 312
Editora Unicamp

Neste livro o autor lança um desafio concernente ao nosso uso e tratamento dos animais e nos incita a deixar de lado as confortáveis desculpas proporcionadas pelo nosso aparente compromisso com o tratamento “humanitário” ou “compassivo” dos animais e a reconhecer que, sob as leis e regulações relativas a como cuidamos dos animais com quem dividimos este planeta, na realidade os tratamos como coisas que não têm nenhum interesse que devamos levar a sério.

 O autor do livro, o advogado, filósofo e professor Gary Francione, tem lecionado o tema Direitos Animais e o Direito por mais de 20 anos, e foi o primeiro acadêmico a ensinar a teoria dos direitos animais em uma faculdade de Direito americana. Francione é bem conhecido no movimento de proteção animal por suas críticas às leis do bem-estar animal e à condição dos animais não-humanos como propriedade, e por sua teoria dos direitos animais abolicionista.

Gary L. Francione é professor de direito e filosofia na Rutgers School of Law — Newark, Estados Unidos. Entre seus livros estão The Animal Rights Debate: Abolition or Regulation? e Animals as Persons (ambos pela Columbia University Press), e Animals, Property, and the Law e Rain Without Thunder (ambos pela Temple University Press).


Creme de Chocolate Vapt Vupt (vegana)



Ingredientes

1 colher (sopa) generosa de pasta de amendoim
1 colher (sopa) de achocolatado
2 colheres (sopa) de leite vegetal ( (pode ser de soja, arroz, amêndoas, aveia, ...)

Preparo

Misture tudo bem rapidinho até obter uma textura homogênea. Coma em temperatura ambiente ou, se preferir, coloque no refrigerador para gelar. Aliás, pode ser mantido nessa condição, em recipiente fechado, por cerca de 4 ou 5 dias.

Dicas

- Se preferir, substitua o achocolatado por cacau ou alfarroba em pó;
- Para usar como cobertura de bolo, acrescente mais leite vegetal aos poucos e misture bem, ele tende a ficar mais encorpado quanto mais for "batido" daí você decide o ponto;
- Se quiser tipo brigadeiro de enrolar use apenas 1 colher (sopa) de leite vegetal e misture bem até obter o ponto de enrolar, fica ótimo!


Receita, foto e dicas do blog Pitadinha  
Fonte: Cantinho Vegetariano


15 de jun. de 2014

FRANK MEDRANO - Fisiculturista vegano especialista em Calestenia


O americano Frank Medrano ( site ) é um fisiculturista vegano e um dos mais famosos especialistas em Calestenia ( Calisthenics ), exercícios utilizados para aumentar a força muscular e a flexibilidade utilizando o peso do próprio corpo.

Frank conheceu a dieta vegana através de dois bons amigos, os fisiculturistas Dan Attanasio e Noel Polanco, que são veganos .
"Eu vinha treinando por cerca de 1 1/2 anos, quando dois amigos meus, que treinam da mesma maneira que eu, me introduziram à dieta vegana .
Ambos os meus amigos tinham força e condicionamento sobrenaturais, quando eu descobri que eles eram veganos isso chamou a minha atenção e comecei a fazer algumas pesquisas.
Senti que eu precisava levar a minha saúde e bem-estar a um nível totalmente novo."

Em pouco tempo, Frank estava sentindo todos os incríveis benefícios de uma dieta baseada em vegetais .
"A medida que as semanas passavam, a minha energia foi aumentando rapidamente, a minha resistência e recuperação muscular aumentaram para níveis milagrosos.
Tornei-me mais forte, mais rápido e parei de se sentir cansado ou inchado [como quando comia produtos lácteos e carne]."

"Eu pensei que eu era forte e saudável antes, mas [ depois de adotar uma dieta baseada em vegetais ] eu comecei a sentir mais energia e eu estava tendo uma recuperação mais rápida após o treinamento ", disse Frank .

Após cerca de três meses, Frank se juntou a Dan e Noel para unir forças e espalhar informação sobre os benefícios de uma dieta vegana. Juntos, o trio criou o site Calisthen -X .

Através de seu site, eles compartilham informações, respondem perguntas, e divulgam vídeos com suas proezas, mostrando a imensa força que pode ser conquistada através de uma dieta à base de vegetais.
Os vídeos são imensamente populares na internet.

Naturalmente, Frank recebe um monte de comentários de pessoas que assistem os vídeos, querendo saber : "Como você faz isso ?"
Frank adora conversar com as pessoas sobre fitness e nutrição à base de plantas, e as pessoas ficam, normalmente, chocadas quando descobrem que ele não consome absolutamente nada de origem animal .
"90 % das vezes, a primeira coisa que as pessoas perguntam é : 'O que você come? '", diz Frank .


Através do site Calisthen -X , das páginas do facebook e do YouTube, Frank responde a uma série de perguntas e compartilha um monte de informações, incluindo suas favoritas fontes inspiradoras.
Entre eles, o documentário "Forks Over Knives" ( Troque a faca pelo garfo ), qualificado como 'altamente imperdível'.

"Eu amo os animais e acredito que todos devem ser tratados igualmente, com amor e compaixão.
Eu faço o que posso para apoiar os grupos de direitos dos animais, doando e participando de eventos para arrecadar dinheiro. Eu também espalho a mensagem através da web no facebook, de vídeos no youtube, e compartilho informações com amigos e familiares sobre o tratamento violento e ilegal que é dado aos animais em todo o mundo."

Neste vídeo, o atleta mostra alguns dos seus incríveis exercícios.


8 de jun. de 2014

Bolinhas de Mandiokejo

Massa:

Coloque para ferver:
2 xícaras chá de água
1 colher sopa de creme vegetal
1 colher de sopa de óleo de girassol
1 folha de louro
sal e condimentos à gosto (coentro, açafrão).
Quando ferver, acrescente 2 xícaras de chá de farinha de trigo peneirada e misture até engrossar e soltar da panela. Apague o fogo.
Repouse a massa coberta com pano úmido até que a temperatura esteja suportável para manipular. Sove para alisá-la, faça uma bola ou rolo e reserve tampada.

Recheio:

Prepare 100g de Mandiokejo firme conforme instruções da embalagem. Acrescente orégano e temperinho verde e leve para grelhar rapidamente em uma panela ou frigideira antiaderente até que mude de cor e textura. Leve ao congelador por alguns minutos pra endurecer e assim facilitar para rechear.

Montagem das bolinhas:

Pegue pequenas porções de massa já do tamanho desejado, abra um furo no meio com o dedo e encaixe um pedacinho de Mandiokejo, puxe a própria massa para fechar e alise. Pode-se fazer todas de uma vez antes de empanar, pois a massa não gruda.

Para empanar: passe as bolinhas pela água e empane na farinha de rosca.

Podem ser congeladas neste momento.

Para fritar, utilize óleo preferencialmente de canola ou girassol novo, quente e sempre cuidando para não queimá-lo, já que um pouco da farinha de rosca se solta durante a fritura e pode alterar o sabor das bolinhas.


Receita de Jordana Rockenbach – Novo Hamburgo/RS
Fonte: Blog Brincando de Quebra-Cabeça

MANDIOKEJO

Mandiokejo®
Preparado em pó para cobertura de pizzas e lasanhas

O Mandiokejo ® Quebra-Cabeça é uma solução vegetal prática e saborosa para a cobertura de pizzas e lasanhas. Trata-se de um preparado em pó elaborado a partir de vegetais desidratados e gomas naturais. Suas principais características são:

   - 1kg de preparado em pó rende até 6kg de mandiokejo
   - Feito à base de ingredientes naturais;
   - Muito simples de preparar;
   - Elaborado a partir de mandioca, mandioquinha e feijão;
   - Não contém soja;
   - Livre de ingredientes de origem animal;
   - Sem glúten;
   - Sem lactose;
   - Livre de colesterol;
   - Livre de conservantes, corantes e aromatizantes;
   - Sem adição de açúcar;
   - Rico em vitamina A, D2, B12, Ferro, Cálcio, Selênio e Zinco;
   - Alternativa ao queijo tipo mussarela;
   - Pode ser preparado em qualquer lugar, BASTA ADICIONAR ÁGUA e ÓLEO!

MODOS DE PREPARO:
O Mandiokejo ® Quebra-Cabeça é produzido a partir de ingredientes crus. Por este motivo é necessário que seja realizada alguma forma de cozimento antes do consumo.
Abaixo, disponibilizamos os modos de preparo em três sistemas de medidas diferentes (xícaras/colheres, gramas e ml). Se você tem uma balança culinária disponível, recomendamos que prepare o seu Mandiokejo medindo os ingredientes através do peso.

Para Mandiokejo FIRME: você vai precisar de:
• 2/3 de xícara (= 100g ou 12 colheres rasas de sopa) de preparado em pó para Mandiokejo
• 1/3 de xícara (= 70g ou 75ml) de óleo de girassol (ou outro óleo vegetal)
• 1 xícara (= 220g ou 220ml) de água

Em um recipiente, misture o preparado em pó para Mandiokejo e o óleo de girassol mexendo com uma colher até dissolver completamente. Em seguida acrescente a água e mexa suavemente até obter uma mistura homogênea. Aguarde 3 a 5 minutos até que o Mandiokejo fique encorpado.Utilize em pizzas e leve ao forno.

Para Mandiokejo CREMOSO: você vai precisar de:
• 2/3 de xícara (= 100g ou 12 colheres rasas de sopa) de preparado em pó para Mandiokejo
• 1/2 xícara (= 100g ou 110ml) de óleo de girassol (ou outro óleo vegetal)
• 1 e 3/4 xícaras (= 400g ou 400ml) de água

Em um recipiente, misture o preparado em pó para Mandiokejo e o óleo de girassol mexendo com uma colher até dissolver completamente. Em seguida acrescente a água e mexa suavemente até obter uma mistura homogênea. Aguarde 3 a 5 minutos até que o Mandiokejo fique cremoso. Utilize em lasanhas e leve ao forno.

Para RECHEIOS: prepare a quantidade desejada de Mandiokejo firme, coloque em uma panela e leve ao fogo médio por 3 a 5 minutos (até que engrosse e mude de cor). Utilize para rechear salgados, tapiocas e raviólis.


30 de mai. de 2014

Moda consciente: Estilista paulista cria marca vegana de vestidos de noiva


Vegana há 2 anos, Renata Buzzo percebeu que não conseguiria trabalhar em algo que não estivesse de acordo com seu estilo de vida e decidiu lançar sua própria marca.
Hoje, foca em uma produção sem materiais como pérolas naturais e botões de ossos.


A estilista Renata Buzzo, 27 anos, mostrou seu gosto e aptidão por moda muito cedo. "Aos 6 anos eu já desenhava e, ainda na época da escola, emprestava roupas para minhas amigas", conta.

Quando terminou o colégio, naturalmente seguiu para alguns cursos na área e, depois, para a faculdade. A maior influência era a avó paterna, Lydia. "Ela era apaixonada por roupas e sapatos. Passávamos horas em sua casa vendo o que ela comprava e falando sobre o assunto", lembra. Ao se formar, Renata fez entrevistas em algumas grifes conceituadas, mas percebeu que não era sua praia. Ela queria algo que fosse ao encontro de seu estilo de vida.

Renata é vegetariana desde 2006 e tornou-se vegana (não come nenhum produto de origem animal) há dois anos. "Aprendi desde criança a amar e respeitar os bichos. Comecei a achar incoerente ter um apreço tão grande e mesmo assim consumi-los. Aí fui conhecer o processo industrial de alguns alimentos e fiquei impressionada com a crueldade envolvida", diz.

Seus valores foram fortalecidos ainda mais após um episódio durante o estágio obrigatório da faculdade: "Tive que recortar carcaças de coelhos para aplicar em algumas produções. Fiquei acabada e concluí que, por mais que eu amasse a minha profissão, se não estivesse de acordo com as minhas convicções e ideologias, não seria feliz." Renata se espantou ao saber, por exemplo, que para produzir 1 quilo de seda são necessários 3 mil casulos com lagarta.

Assim, em 2013, nasceu a marca Renata Buzzo, especializada em vestidos de festa e, principalmente, em figurinos de noiva. A maior incentivadora, a avó, faleceu antes de ver a neta abrir o primeiro ateliê, no começo deste ano. Mesmo muito abalada, a estilista decidiu fazer a coleção de inauguração inspirada nela, com referências do seu guarda-roupa e das décadas de 1930 e 1950. "Minhas criações têm um perfume vintage e são 90% manuais", define.

Para confeccionar seus vestidos, Renata utiliza tecidos como crepe, tule e muitas variações de algodão e linho. "Não uso seda, botões de ossos, chifres ou pérolas naturais. Se tenho sobra de algum material, sempre reaproveito, nem que seja em um arranjo de cabelo."

Ao mesmo tempo, confessa que ser cem por cento sustentável é uma utopia. "Para o algodão chegar até mim, ele precisa ser transportado. De algum modo, estarei poluindo. O que tento é amenizar ao máximo o meu impacto na natureza."

O compromisso também continua no dia a dia. Ao levar um estilo de vida mais responsável e sustentável, ela evita comprar roupas e utensílios da China, país com fiscalização ambiental fraca e onde ainda há trabalho em condições de exploração do ser humano. "Acredito que, se cada um se interessar em saber mais sobre o processo industrial das coisas, haverá um entendimento de que o consumo deve ser feito de forma mais consciente", defende.


Fonte:  MdeMulher

28 de mai. de 2014

Empresas veganas ganham força e vão além do ramo alimentício


Empreendedores já apostam em cosméticos e calçados feitos sem nenhum insumo de origem animal

Os brasileiros estão cada vez mais preocupados com a vida dos animais. Segundo dados de 2012 do Ibope, 8% da população se declara vegetariana, o que abre um grande mercado para os produtos voltados para os adeptos do veganismo, vertente do vegetarianismo que prega o fim do consumo de qualquer produto feito com insumo de origem animal ou que envolva testes com eles. Como essa é uma política de consumo que não se resume a alimentos, empresas de outros ramos – como os de calçados e de cosméticos – também estão aderindo à filosofia.

Segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), são consideradas veganas aquelas empresas que não utilizam nenhum insumo de origem animal e nem fazem testes com eles. A entidade criou um Selo Vegano, usado para certificar os empreendimentos que respeitam estes princípios.

“A grande maioria das empresas veganas é do ramo alimentício, pois fora dessa área ainda é muito difícil encontrar fornecedores. Além disso, as matérias-primas costumam ser mais caras”, diz Carol Murua, gerente de certificação da SVB.

Uma das pioneiras a trabalhar com esse conceito fora do ramo alimentício foi a Feito Brasil, empresa de cosméticos criada em 2004 que adotou o princípio do veganismo antes mesmo de ele se popularizar no país. “Acreditamos que a vaidade não vale a vida de um animal, por isso usamos produtos de base vegetal. Além disso, estamos instalados em uma chácara verde em Mandaguaçu, no interior do Paraná, que conta com árvores reflorestadas, reutilização da água da chuva, horta orgânica, uso da luz natural em ambientes, além de coleta seletiva”, explica Giulio Peron, gerente de marketing da empresa.

Atualmente, a Feito Brasil conta com 146 produtos diferentes, que são vendidos para todo o país via internet ou distribuídos fisicamente em lojas parceiras. Andreia Sanfelice, farmacêutica responsável pela marca, defende que, além de incorporar os princípios do veganismo, os produtos de beleza feitos com base vegetal têm qualidade superior. “Os óleos vegetais, além de fornecerem suavidade e emoliência, são fontes de vitaminas, sais minerais e possuem composição graxa similar à da pele, oferecendo inúmeros benefícios. Já o óleo mineral não penetra na pele, atuando apenas por oclusão”, esclarece.

Mais nova, mas igualmente vegana, a Ahimsa é especializada no setor de calçados e bolsas. Criada em julho do ano passado, com um investimento de R$ 30 mil, ela rendeu mais de R$ 100 mil apenas no seu primeiro trimestre, e já conta com 25 diferentes produtos, entre calçados, bolsas, malas, mochilas e carteiras.

A empresa nasceu por conta da dificuldade de seu idealizador, Gabriel Silva, em encontrar calçados que não usassem insumos animais. “A indústria têxtil do país é bem avançada, e muitos lugares já trabalham com algodão reutilizado e fios de garrafa PET, que são a base de boa parte dos nossos produtos. Além disso, estamos tendo uma grande aceitação nas regiões que contam com polos universitários, o que nos faz acreditar que a próxima geração vai trazer esses conceitos”, finaliza Gabriel.


Fonte:  Terra 

21 de mai. de 2014

Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais - Salvador 2014

Salvador recebe mostra internacional sobre animais

Evento chega à cidade após passagem por Curitiba e Vitória

A Sala Walter da Silveira recebe pela primeira vez na capital baiana a Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais, dedicada exclusivamente às questões ligadas ao universo animal. De minúsculos e franzinos ratos de laboratório a gigantescos elefantes selvagens, o projeto reúne mais de 20 produções que procuram explorar e desvendar aspectos diversos da complicada relação do ser humano com as outras espécies.

Criada em Curitiba, onde é sucesso absoluto de público, a versão itinerante da Mostra acontece em Salvador nos dias 29, 30 e 31 de Maio, meses após a famigerada invasão do Instituto Royal por ativistas da causa animal. O evento  traz às telas curtas, médias e longas-metragens que discutem temas como o uso dos animais na ciência, o forte vínculo de amor entre os cães e seus tutores, o abandono e descaso de animais de companhia, a exploração de animais para consumo, dentre outros. Um prato cheio para aqueles interessados no tema.

Com uma programação diversificada, o evento exibe filmes nacionais e estrangeiros, muitos deles inéditos na Brasil. Um dos principais destaques é o filme francês A.L.F, lançado em 2012, cujo relato dos esforços de ativistas para resgatar animais de um laboratório científico tem atraído inúmeros espectadores às salas de cinema.

Além da exibição dos filmes, a Mostra reserva espaço para bate-papo com representantes locais da causa animal que irão comentar os controversos temas levantados pelas obras. Dentre os convidados, estão a vereadora e ativista animal, Ana Rita Tavares, o promotor e coordenador do Núcleo de Pesquisa em Direitos dos Animais, Meio Ambiente e Pós-modernidade e de justiça, Heron Santana, a nutricionista, Mônica Menezes e o coordenador geral da Mostra Animal, Ricardo Laurino.

A entrada para o evento é gratuita e não é necessário cadastro. A programação completa será disponibilizada no site oficial da Mostra durante o mês de Maio.

Para demais informações, basta acessar:  http://www.mostraanimal.com.br/

 

2 de abr. de 2014

R7 lança coluna sobre Direitos Animais de forma pioneira na grande mídia brasileira


Fabio Chaves, fundador e infoativista do maior portal vegano do Brasil, o Vista-se , estará como colunista no R7, portal de notícias da Record, segundo jornalístico brasileiro mais acessado de acordo com Ibope e Comscore.
Um espaço importante para a divulgação do veganismo.

Com o cuidado de conversar com um público novo e possivelmente não habituado aos termos e definições do veganismo, os textos da coluna serão simples e diretos, visando sempre a educação sobre os Direitos Animais.

Luiz Pimentel, diretor de conteúdo do R7, afirmou que a ideia da coluna nasceu naturalmente entre ele e Chaves, ao longo da aproximação deles. “Eu tinha escrito um texto sobre uma matéria da Folha e ele me procurou, apreciando que eu discutisse o assunto dos animais”, conta Pimentel.

O criador do Vista-se afirma que se aproximou da Record a princípio para agradecer pela cobertura do caso Beagles, considerada positiva pelos defensores dos animais. Ele se lembra de que o R7 até montou uma área especial no site só para falar sobre o caso; além disso, gostava da linha que utilizavam nas matérias.

“Era diferente da TV Globo, que dava pra ver que tinha lado, sempre publicando tudo o que o Royal soltava”, avalia Chaves.

Pimentel afirma que ficou muito claro que o R7 simplesmente não estava tomando partido. “Nossa cobertura foi elogiada, mas a gente só tentou investigar jornalisticamente os dois lados da história, dando a maior parte das informações possíveis. Conseguimos antecipar o assunto e viramos referência nessa cobertura.”

De acordo com Chaves, será a primeira vez que haverá uma coluna em um grande portal de notícias diretamente sobre direitos animais. Até existem outros blogs ou colunas sobre bichos, como dois no próprio R7 e o blog da repórter Carolina Giovanelli, de Veja SP. Mas, no geral, falam mais de cães e gatos mesmo. Outro, já extinto, mas que tinha sido o melhor na opinião dele, era o de Cris Maejima, hospedado no site da MTV.

A prioridade do criador do Vista-se é abordar o veganismo, que ele entende como sendo o vegetarianismo para valer, por abolir o consumo de qualquer produto de origem animal. “Espero escrever na coluna diariamente, ou ao menos duas vezes por semana, sobre questões mais básicas do assunto, como o motivo de não se consumir leite ou a hipótese de plantas sentirem dor.”

A linha editorial seria a mesma de seu próprio portal, criado em 2007. Mas neste, ele já costuma trabalhar o veganismo de modo mais complexo, como a movimentação de projetos de lei.

"As questões que o Fábio [Chaves] levanta, pela consistência de sua produção, criam um debate no mínimo produtivo. Além disso, ainda que tome partido pelos animais, ele está dando voz para quem não tem", afirma Pimentel.

O diretor de conteúdo do portal da Record também acha importante dar espaço para discussões sobre temas muitas vezes colocados em segundo plano ou ignorados na mídia. Sua preocupação seria criar uma plataforma com pluralidade de ideias e discussões, conteúdos de qualidade, atendendo-se a uma função jornalística.

Recursos

Fábio Chaves não será remunerado pela coluna, como também ocorre com os demais blogueiros do R7, segundo foi informado pelo portal. Mas diz apreciar poder atingir o público de 60 milhões de visitantes mensais do site da Record para falar de direitos animais.

Além disso, ele terá a possibilidade de solicitar equipamento e equipe de vídeo da emissora, como cinegrafista e produtor, quando houver fatos a cobrir como repórter, pois será tratado como extensão da redação. Também será possível que a homepage do R7 faça link para matérias do Vista-se. 

Acesse :  http://entretenimento.r7.com/blogs/fabio-chaves/

Fontes:
Vista-se
Portal Imprensa

31 de mar. de 2014

Corte Internacional ordena que Japão suspenda caça às baleias

Mais proteção às baleias

A Austrália e grupos ambientalistas conquistaram uma importante vitória na Justiça nesta segunda-feira (31). A Corte Internacional de Haia determinou que o Japão pare imediatamente a caça de baleias na Antártica. A decisão é final e o Japão não pode recorrer.

A caça às baleias é proibida por uma moratória imposta pela Comissão Baleeira Internacional (CBI) em 1986. O texto da moratória, entretanto, permite matar baleias para fins científicos e colocar essa carne no mercado. O Japão utiliza um desses programas científicos, chamado de Jarpa II, para caçar 850 baleias-minke, 50 baleias-fin e 50 jubarte por ano.

 A Austrália entrou na Justiça internacional alegando que esse programa não é científico e só serve para encobrir a caça comercial, aproveitando uma brecha da moratória. O Japão nega e diz que seu programa serve para examinar idade, hábitos alimentares, exposição a toxinas e outras características da população de cetáceos. O programa é controverso. Segundo biólogos, há maneiras de adquirir essas informações sem matar os animais.

A decisão da Corte de Haia não foi unânime, mas é suficiente para interromper o programa Jarpa II. Por 12 votos a 4, os juízes decidiram que o Japão não consegue explicar a necessidade de matar 850 baleias-minke para fins científicos. "A Corte conclui que as permissões para matar baleias emitidas pelo Japão não condizem com propósitos científicos", diz a sentença. A Corte determinou que todas as permissões do Jarpa II sejam revogadas.

A decisão ainda não significa o fim da caça às baleias. O Japão pode caçar, em menor número, no norte do Pacífico, e pode criar novos programas de "caça científica", já que a decisão se aplica apenas ao Jarpa II. Outros países baleeiros, como Noruega e Islândia, também têm permissão para a caça de subsistência de comunidades tradicionais. Segundo o governo da Austrália, desde o início da moratória, o Japão matou mais de 10 mil baleias.

A boa notícia é que o apetite pela carne de baleia está em queda livre em todo o mundo, inclusive no Japão. Segundo o Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal, as vendas de carne de baleia caíram tanto que a indústria baleeira japonesa está à beira do colapso econômico.


       Navio baleeiro japonês caça uma baleia-minke em Hokkaido, em foto de setembro de 2013 (Foto: Kyodo News/AP)


Fonte: Época

23 de mar. de 2014

Bolinho de Abóbora com Aveia recheado com Mandiokejo ( Vegano )



Uma versão de bolinho assado que fica super saboroso.
Nessa receita foi utilizado o queijo vegetal Mandiokejo* para recheá-lo. Quem quiser pode optar por outros recheios, como tofu em cubinhos.
Essa receita rende, aproximadamente, 15 bolinhos.

Ingredientes :

    Bolinho:

-  2 xícaras de chá de abóbora cozida amassada
-  1 xícara de chá de farinha de trigo
-  1 caixinha de aveia em flocos finos
-  1/2 cebola picadinha
-  Cheiro-verde a gosto
-  Noz-moscada a gosto
-  Sal

    Recheio:

- 1/2 receita de Mandiokejo firme para recheio conforme instruções de preparo

Instruções de preparo :

1 - Misture todos os ingredientes para o bolinho, com exceção da aveia, até ficar homogêneo.

2 - Acrescente aos poucos a aveia até obter uma massa firme, fácil de modelar. Essa mistura fica um pouquinho pegajosa devido à aveia.

3 - Umedeça as mãos com água e pegue uma quantidade razoável de massa para formar uma bolinha, recheie com o Mandiokejo e modele novamente. Faça isso com o restante da massa.

4 - Coloque os bolinhos em uma assadeira untada e leve para assar no forno em fogo médio até dourar.

Você pode comprar o Mandiokejo clicando AQUI.


Fonte:  Receitas do Boi



16 de mar. de 2014

Hamburguer de Quinoa com Ervas ( Vegano )


Hambúrguer vegano, sem glúten, nutritivo e fácil de preparar.

Ingredientes :

- 6 colheres de quinoa em grãos
- 5 colheres de farinha de arroz
- 250ml de água
- Salsinha
- Cebolinha
- Manjerona
- Orégano
- Curry
- Sal
- Óleo vegetal (apenas um fio)

Instruções de preparo :

 Cozinhe a quinoa com água e sal (abafe algumas vezes e quando achar que está bom deixe a água secar um pouco);
  Depois de cozida, acrescente a salsinha, a cebolinha, a manjerona, o orégano, o curry e a farinha de arroz aos poucos até dar liga;
 A quinoa fica úmida e por isso não é necessário acrescentar água.
 Acerte o sal se necessário e a farinha de arroz.
 Molde os hambúrgueres e coloque-os para dourar os 2 lados em uma frigdeira antiaderente untada com óleo.

   Preparo: 25 min.
   Cozimento: 15 min.
   Rendimento: 2 hamburgueres grandes


Fonte:  Dica Veggie

5 de mar. de 2014

Bolo Gelado de Chocolate Recheado com Creme de Nozes (vegana)

                                                                                                                             Foto: Blog Dica Veggie
Ingredientes

Para a massa:
1 xícara de farinha de aveia
1 xícara de farinha de trigo branca
1 xícara de açúcar demerara
5 colheres (sopa) de óleo vegetal
1 colher (sopa) de fermento químico
3 colheres (sopa) de cacau em pó
1 xícara de água

Para o recheio:
1 lata de leite condensado de soja
100 g de nozes

Para montar:
3 colheres (sopa) de açúcar refinado
6 colheres (sopa) de água
Castanha-de-caju ou nozes picadas (opcional)

Preparo :

Misture todos os ingredientes secos da massa, acrescente os ingredientes líquidos e misture bem.
Despeje a massa em um tabuleiro untado e enfarinhado.
Asse por aproximadamente 30 minutos em forno médio (dependendo da forma pode ser 25 minutos).
Forre uma forma de bolo inglês com papel plástico. Por cima do plástico, forre a forma com o bolo.
Leve ao fogo uma mistura de 3 colheres (sopa) de açúcar e 6 colheres de água.
Deixe cozinhar até formar uma caldinha.
Molhe o bolo da forma com a calda de açúcar.

Em uma panela a parte, cozinhe o condensado de soja com as nozes picadas até engrossar.
Mexa para não queimar o fundo.
Despeje o doce de nozes na forma forrada com bolo (reserve um pouco para a cobertura).
Cubra o recheio do bolo com outra camada de bolo. Coloque pequenos pedaços de bolo e pressione um pouco contra o recheio.
Molhe essa última camada do bolo com a calda de açúcar.
Leve a forma ao congelador por algumas horas e desenforme depois (o plástico ajuda a desenformar). Agora acrescente um pouco de água ao doce de nozes que foi reservado até ficar bem molinho para escorrer sobre o bolo.
(Ele já deve ter esfriado e engrossado mais ainda). Entorne essa cobertura no bolo e com o auxílio de uma colher espalhe por todas as laterais também. Cubra a cobertura com castanha de cajú ou nozes picadas.
(Opcional) Leve para gelar.


Fonte:  Blog Dica Veggie

Família de porcos foge de matadouro e ganha uma vida cheia de mimos


A família de porcos que há quatros anos fugiu de um matadouro em São Paulo e foi encontrada pelo Centro de Zoonoses e adotada por Clélia, que é vegetariana, leva uma vida mansa, cheia de carinho e respeito, que todos animais merecem!

 Assista !


Fonte: R7