25 de ago. de 2013
PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA QUE CONSOMEM LATICÍNIOS PODEM REDUZIR EM 50% SUAS CHANCES DE SOBREVIVÊNCIA
Segundo cientistas, comer laticínios tais como iogurte, sorvete ou queijo pode aumentar em 50 por cento o risco de morte em mulheres com câncer de mama. Acredita-se que o estrogênio, um hormônio encontrado em produtos de leite integral, que é conhecido por incentivar o crescimento do tumor, é o culpado.
Em um estudo recente, cientistas do Kaiser Permanente Research Centre, na Califórnia analisaram os registros alimentares de 1.500 mulheres diagnosticadas com câncer de mama entre 1997 e 2000.
Os produtos mais consumidos foram sorvete, iogurte, queijo, café com leite integral e chocolate quente. Os cientistas descobriram que as mulheres que consumiram uma porção de qualquer um destes produtos diariamente tinham 50 por cento de chance de morrer de câncer de mama no prazo de 12 anos.
Este é o primeiro estudo a mostrar uma forte ligação entre os produtos lácteos e morte por câncer de mama.
O estudo também determinou que a maior parte do leite consumido pelo público vem de vacas que estão grávidas, salientando que, tal leite possui altos níveis de estrogênio.
Junto com riscos para a saúde humana, o consumo de lácteos envolve o horrível abuso de animais. Vacas leiteiras vivem uma vida de sofrimento e privação em fazendas industriais. A investigação secreta da ONG Mercy for Animals dentro das instalações leiteiras revelaram a trágica verdade por trás da produção de leite.
Dr. Bette Caan, que liderou a pesquisa, disse: "laticínios em geral, não são recomendados como parte de uma dieta saudável".
Dispensar laticínios é a maneira mais fácil de ser mais saudável e tomar uma firme posição contra a crueldade aos animais.
Pelos animais e pela sua saúde...
Faça escolhas veganas!
Fontes :
Mercy For Animal
DailyMail
18 de ago. de 2013
CALIFÓRNIA: BOMBEIRO VEGANO RESGATA E REANIMA GATINHO
Um bombeiro de Fresno, Califórnia, resgatou e reviveu um gatinho, e tudo foi capturado pela câmera do seu capacete.
Na ocasião, os bombeiros entraram em uma casa cheia de fumaça, onde havia acabado de ocorrer
um incêndio, à procura de vítimas.
No meio da sala, um corpo quase sem vida: o de um indefeso filhotinho de gato.
Cory então o levou para fora da casa e tentou reanimá-lo usando uma máscara de oxigênio,
derramando água sobre ele e massageando-o.
Após 15 minutos, o filhote voltou à vida
Cory Kalanick, o bombeiro, capturou o momento do resgate através da câmara instalada no seu capacete. "Foi muito bom termos ajudado o gatinho a escapar da morte", disse o bombeiro ao canal CBS.
Um trabalho impecável de um veterano de dez anos que, às vezes, é provocado por ser vegano.
O gatinho foi carinhosamente apelidado de "Lucky" ( 'Sortudo' em português).
"Eu realmente espero que o gato esteja sendo amado", disse Kalanick.
O corpo de bombeiros diz que o gatinho foi entregue à SPCA (Society for the Prevention of Cruelty to
Animals) que disse que ele já retornou para os proprietários.
O gato e seus tutores passam bem.
ASSISTA :
17 de ago. de 2013
RJ - CURSO DE CULINÁRIA VEGETARIANA ART VEG
1ª Edição do Curso de culinária Vegetariana Art Veg!
O Curso ArtVeg foi idealizado para que todas as pessoas possam participar, tendo ou não experiência na cozinha. Um curso vivencial, uma experiência culinária!
Nesses dois dias de curso serão explorados os seguintes temas:
- Por que uma alimentação vegetariana estrita?
- Selecionando verduras, legumes e frutas
- Experiência dos sentidos: Qual a importância dos 5 sentidos na cozinha?
- Intimidade com utensílios: Descascar, cortar, ralar e picar
- Combinação de temperos
- Composição de pratos Vegetarianos
Data: 24 e 25 de agosto (sáb e dom)
Horário: 10h às 15h
Local : Rua José Pancetti, 71 - Joá - Barra da Tijuca
Link do evento para mais informações : https://www.facebook.com/events/426948350753251/
Art Veg no Facebook
Inscrições abertas!
Vagas limitadas
O Curso ArtVeg foi idealizado para que todas as pessoas possam participar, tendo ou não experiência na cozinha. Um curso vivencial, uma experiência culinária!
Nesses dois dias de curso serão explorados os seguintes temas:
- Por que uma alimentação vegetariana estrita?
- Selecionando verduras, legumes e frutas
- Experiência dos sentidos: Qual a importância dos 5 sentidos na cozinha?
- Intimidade com utensílios: Descascar, cortar, ralar e picar
- Combinação de temperos
- Composição de pratos Vegetarianos
Data: 24 e 25 de agosto (sáb e dom)
Horário: 10h às 15h
Local : Rua José Pancetti, 71 - Joá - Barra da Tijuca
Link do evento para mais informações : https://www.facebook.com/events/426948350753251/
Art Veg no Facebook
Inscrições abertas!
Vagas limitadas
13 de ago. de 2013
SVB RECIFE - 10º CULTURA VEG : FEMINISMO E VEGANISMO
O grupo Recife da SVB convida a todos para mais um CULTURA VEG!
Para esta edição, que é a décima, o tema será: “Ser de quem eu sou: feminismo e veganismo na desconstrução das relações de poder sobre os corpos".
Com as palestrantes:
Camila Carvalho: feminista, vegana e ativista da ONG VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade)
Juliana Serretti: feminista e vegetariana
Serão oferecidos lanches veganos aos presentes, preparados pela Dhuzati - Cozinhas do Mundo!
Quando: 23/08/2013
Hora: 19:00h
Onde: Livraria Cultura - Paço Alfândega
Evento no Facebook
Blog SVB RECIFE
12 de ago. de 2013
COFUNDADOR DO GOOGLE FINANCIA DESENVOLVIMENTO DE CARNE EM LABORATÓRIO
Ao que parece, Sergey Brin não está somente preocupado com o iminente lançamento da sua mais recente menina dos olhos, o Google Glass.
O bilionário cofundador da Google também dá um pouco da sua atenção a diversas outras questões, como o desenvolvimento da chamada carne artificial.
Ontem você pôde conferir o lançamento do primeiro hambúrguer feito em laboratório – e que custou aproximadamente 750 mil reais para ser produzido.
Pois saiba que segundo o The Guardian, Brin é um dos investidores por trás desse projeto.
Lutando por direitos
De acordo com ele, a ideia dessa apresentação era mostrar um pouco do conceito que os cientistas estão criando em laboratório. A partir dos testes, Sergey Brin também citou estar bem otimista com relação ao desenvolvimento do projeto e que, em breve, a ideia pode começar a evoluir em passos largos.
Segundo o homem por trás do Google Glass, a carne artificial pode ajudar na resolução de diversos problemas diferentes. Uma das ideias é conseguir combater a fome em países mais pobres – e que encontram várias dificuldades na hora de resolver esse problema.
Brin também cita que a carne artificial poderia mudar a maneira como alguns animais são tratados pelos criadores em todo o planeta. “As pessoas tem uma imagem errada de como a carne é produzida, achando que os bichos são criados em grupos pequenos e em pequenas fazendas. Quando você vê como essas vacas são tratadas... Isso certamente é algo que não me deixa confortável”, disse ele.
Helen Breewood, uma das pesquisadoras da equipe de Mark, disse que, apesar de ser vegetariana, está neste projeto de criação de carne em laboratório e está otimista quanto aos resultados para o fim da crueldade contra os animais: “Muita gente considera carne feita em laboratório repulsiva num primeiro momento. Mas se eles soubessem o que acontece nos abatedouros para a produção de carne normal, também achariam repulsivo.”, disse.
Helen completou dizendo que se comesse carne, preferiria a de laboratório.
Por meio de nota, a PETA (ONG norte-americana que trabalha na divulgação do veganismo), disse: “[Carne de laboratório] irá favorecer o fim de caminhões cheios de vacas, frango, abatedouros e fazendas de produção. Irá reduzir a emissão de gases de carbono, economizar água e fazer a rede de suprimento de alimentos mais segura.”
Fontes:
Tecmundo
Vista-se
SP - PALESTRA: A HISTÓRIA DO VEGANISMO
Palestra com o historiador Rynn Berry em SP nessa quinta-feira às 19h:
"A História do Veganismo"
Em única apresentação no Brasil, a palestra será ministrada em inglês com tradução para o português.
Sobre o palestrante:
Rynn Berry é professor universitário, vegano há 30 anos e vegetariano há 47 anos. Ele é Bacharel pela Universidade da Pensilvânia (USA) e mestre pela Universidade de Columbia (USA) em Arqueologia Clássica e Estudos da Antiguidade. Tradutor de textos em Grego, Latin e Sânscrito. Fluente em Francês e Alemão.
Ele lecionou em curso de pós-graduação sobre vegetarianismo e direito dos animais nas Universidades de Cornel, Universidade da Pensilvânia, Universidade de Columbia, Universidade da Nova Escola, Universidade de Pitsburgo. Nos EUA ele é membro do comitê consultivo das organizações Earth Save International, The Meat Free Zone, e Vegetarian Vision. Viajou e deu palestras em todos os países da Europa assim como extensivamente na Ásia.
Rynn tem sido convidado para falar múltiplas vezes em toda organização vegetariana, vegana e de direitos dos animais principal nos EUA, assim como em cinco Congressos Mundiais Veganos/Vegetarianos: EUA (San Diego, Pitisburgo), Alemanha, Escócia, Canadá. Ele é o autor de cinco obras principais em vegetarianismo e direitos dos animais: Os Novos Vegetarianos, Vegetarianos Famosos e suas Receitas Favoritas, Comida para os Deuses: Vegetarianos e as Religiões do Mundo, Hitler: Nem vegetariano nem amante dos animais, e O Guia Vegano da Cidade de Nova Iorque. Seus livros foram traduzidos para doze línguas (nepalês, italiano, hindi, taiwanês, chinês, búlgaro, alemão, húngaro, francês, russo, polonês e holandês). Ele escreveu artigos sobre fletcherismo, veganismo, vegetarianismo, crudivorismo, influência de direitos dos animais em dieta, para a Enciclopédia de Oxford sobre Alimentos e Bebidas Norte-Americanos (2005) e para o Companheiro de Oxford do Alimento e Bebida Norte-Americana (2007), todos publicados pela Oxford University Press.
Os seus vários artigos, assim como revisões de seus livros, apareceram em revistas que promovem direitos dos animais e vegetarianismo, tais como Animal's Agenda, Vegetarian Voice, The American Vegan, Ahimsa, e em jornais como The Sunday London Telegraph, The Times of London, The New York Times, The Washington Post. Tem artigos publicados em revistas científicas escolásticas indexadas (The Journal of the New York Culinary Historians, etc).
Rynn é o autor de seis peças teatrais de temas veganos e sobre direitos dos animais, que foram apresentadas e atuadas em todo os EUA, e também foram traduzidas para o português. Em breve elas serão publicadas em forma de livro. Rynn é um convidado freqüente de programas de radio e TV tais como: Go Vegan, Go Vegan Texas, The Howard Stern Show (programa nacional de radio não-vegetariano com altíssima audiência), Walden's Pond (programa de radio vegetariano), The Brian Lehrer Show (Sistema Público de Emissão de Radio não-vegetariano), Larry King Show (programa de TV de entrevistas não-vegetariano).
Rynn contribuiu com slogans e dizeres em camisetas e peças de vestuário que promovem o vegetarianismo e o direito dos animais (por exemplo, “Existe uma fatia de carne de vitela em todo copo de leite”). É um assíduo frequentador de protestos em defesa dos direitos dos animais tais como Fur-Free Friday (Sexta-Feira livre de casacos de pele), The Great American Meatout (O Grande Fora-a-Carne Norte-Americano), Boycott Australian Wool (Boicote a Lã Australiana), No Live Animals Transportation (Não ao Transporte de Animais Vivos), Antivivisection Rally, Earth Day (Dia do Planeta), Anti-hunting seals in Canada (Não à caça das focas no Canadá), Protest Against Norwegian and Japanese Whaling (Protesto Contra os Baleeiros Norueguenses e Japoneses) entre outros.
"A História do Veganismo"
Em única apresentação no Brasil, a palestra será ministrada em inglês com tradução para o português.
Sobre o palestrante:
Rynn Berry é professor universitário, vegano há 30 anos e vegetariano há 47 anos. Ele é Bacharel pela Universidade da Pensilvânia (USA) e mestre pela Universidade de Columbia (USA) em Arqueologia Clássica e Estudos da Antiguidade. Tradutor de textos em Grego, Latin e Sânscrito. Fluente em Francês e Alemão.
Ele lecionou em curso de pós-graduação sobre vegetarianismo e direito dos animais nas Universidades de Cornel, Universidade da Pensilvânia, Universidade de Columbia, Universidade da Nova Escola, Universidade de Pitsburgo. Nos EUA ele é membro do comitê consultivo das organizações Earth Save International, The Meat Free Zone, e Vegetarian Vision. Viajou e deu palestras em todos os países da Europa assim como extensivamente na Ásia.
Rynn tem sido convidado para falar múltiplas vezes em toda organização vegetariana, vegana e de direitos dos animais principal nos EUA, assim como em cinco Congressos Mundiais Veganos/Vegetarianos: EUA (San Diego, Pitisburgo), Alemanha, Escócia, Canadá. Ele é o autor de cinco obras principais em vegetarianismo e direitos dos animais: Os Novos Vegetarianos, Vegetarianos Famosos e suas Receitas Favoritas, Comida para os Deuses: Vegetarianos e as Religiões do Mundo, Hitler: Nem vegetariano nem amante dos animais, e O Guia Vegano da Cidade de Nova Iorque. Seus livros foram traduzidos para doze línguas (nepalês, italiano, hindi, taiwanês, chinês, búlgaro, alemão, húngaro, francês, russo, polonês e holandês). Ele escreveu artigos sobre fletcherismo, veganismo, vegetarianismo, crudivorismo, influência de direitos dos animais em dieta, para a Enciclopédia de Oxford sobre Alimentos e Bebidas Norte-Americanos (2005) e para o Companheiro de Oxford do Alimento e Bebida Norte-Americana (2007), todos publicados pela Oxford University Press.
Os seus vários artigos, assim como revisões de seus livros, apareceram em revistas que promovem direitos dos animais e vegetarianismo, tais como Animal's Agenda, Vegetarian Voice, The American Vegan, Ahimsa, e em jornais como The Sunday London Telegraph, The Times of London, The New York Times, The Washington Post. Tem artigos publicados em revistas científicas escolásticas indexadas (The Journal of the New York Culinary Historians, etc).
Rynn é o autor de seis peças teatrais de temas veganos e sobre direitos dos animais, que foram apresentadas e atuadas em todo os EUA, e também foram traduzidas para o português. Em breve elas serão publicadas em forma de livro. Rynn é um convidado freqüente de programas de radio e TV tais como: Go Vegan, Go Vegan Texas, The Howard Stern Show (programa nacional de radio não-vegetariano com altíssima audiência), Walden's Pond (programa de radio vegetariano), The Brian Lehrer Show (Sistema Público de Emissão de Radio não-vegetariano), Larry King Show (programa de TV de entrevistas não-vegetariano).
Rynn contribuiu com slogans e dizeres em camisetas e peças de vestuário que promovem o vegetarianismo e o direito dos animais (por exemplo, “Existe uma fatia de carne de vitela em todo copo de leite”). É um assíduo frequentador de protestos em defesa dos direitos dos animais tais como Fur-Free Friday (Sexta-Feira livre de casacos de pele), The Great American Meatout (O Grande Fora-a-Carne Norte-Americano), Boycott Australian Wool (Boicote a Lã Australiana), No Live Animals Transportation (Não ao Transporte de Animais Vivos), Antivivisection Rally, Earth Day (Dia do Planeta), Anti-hunting seals in Canada (Não à caça das focas no Canadá), Protest Against Norwegian and Japanese Whaling (Protesto Contra os Baleeiros Norueguenses e Japoneses) entre outros.
15 de agosto de 2013 às 19 horas na Matilha Cultural
Local : Rua Rego Freitas, 542 - São Paulo, SP
Entrada Franca com sugestão de doação à ONG VEDDAS entre R$ 5 e R$ 10
Local : Rua Rego Freitas, 542 - São Paulo, SP
Entrada Franca com sugestão de doação à ONG VEDDAS entre R$ 5 e R$ 10
11 de ago. de 2013
O RESGATE DO MACAQUINHO BRITCHES
O macaquinho Britches, um dos maiores símbolos da Defesa Animal em todo o mundo, com o Ativista da ALF
Britches é o nome de um pequeno macaco que nasceu numa colônia destinada à criação de animais para testes na Universidade de Riverside, na Califórnia.
Logo após o seu nascimento foi separado da mãe por “cientistas” e as suas pálpebras foram costuradas.
Na cabeça foi-lhe aplicado um aparelho que a cada 2 minutos emitia um som ensurdecedor.
A 21 de Abril de 1985 ativistas da Frente de Libertação Animal (ALF – Animal Liberation Front) entraram no laboratório e salvaram Britches e outros animais, entre os quais cães, gatos e ratos, também sujeitos a testes.
Após ter sido salvo, Britches, apresentava sinais de loucura, comportamento neurótico, espasmos e chorava constantemente sem razão aparente.
Gradualmente estes sintomas desapareceram, e a ALF acabou por encontrar uma mãe adotiva para Britches num santuário para animais no México.
Esta experiência macabra, que envolveu 24 macacos recém nascidos, visava o estudo da cegueira em crianças.
Após a ALF entrar no laboratório e revelar junto do público imagens das experiências macabras que ali decorriam, a direção da Universidade defendeu que estas experiências eram imprescindíveis para o tratamento e conhecimento da cegueira nos humanos.
Estes argumentos, no entanto, não encontraram eco junto da opinião pública, da comunidade cientifica e do Conselho dos Cegos da América e, graças á ação da ALF, 8 das 17 experiências que a Universidade promovia e patrocinava, foram proibidas.
Grant Mack, presidente do Concelho de Cegos da América definiu esta experiência como “repugnante e concebida por mentes perversas e doentes”
Infelizmente existem muitos mais testes repugnantes e concebidos por mentes perversas realizados em animais que tornam a vivissecção (dissecção praticada num animal vivo, para estudo) em um dos crimes mais hediondos cometidos pelos humanos contra as espécies não humanas.
Para terem uma ideia do que estamos escrevendo, vamos relatar duas experiências realizadas em animais, que, por incrível que possa parecer, foram financiadas por bolsas estatais:
- A experiência foi denominada de "teste de amor maternal", e consiste no seguinte:
uma macaca foi colocada com o filho nos braços, sobre uma plataforma escaldante.
Motivo: descobrir se o animal usaria o filho para se salvar ou se sacrificaria para salvar o filho.
A macaca sacrificou-se para salvar o filho...
- Outro sádico inventou um sistema que permitia amarrar macacos em troncos e atira-los contra uma parede.
Conclusão da experiência: o grau de ferimento é relacionado com a velocidade do veículo.
Duzentos macacos tiveram de morrer para provar essa verdade cientificamente...
Não pensem que estas experiências são casos isolados e raros, pois a cada segundo que passa um animal é morto num laboratório.
Estima-se que 400 milhões de animais tenham sofrido e sucumbido às mãos de “cientistas” em todo o mundo.
A experimentação animal decorre de forma secreta em laboratórios no Brasil e em todo mundo e enquanto lemos este post, animais das mais diversas espécies, estão a ser sujeitos a todo o tipo de crueldades.
São queimados, mutilados, têm os seus membros deliberadamente partidos, são forçados a ingerir produtos tóxicos, são-lhes introduzidas nos olhos substâncias nocivas, são sujeitos a radiações, são propositadamente infectados com doenças que muitas vezes nunca os afetariam, entre uma série de outros atos invasivos e dolorosos que são praticados dentro de salas estéreis e fechadas onde o olhar do público permanece quase inacessível.
Estes testes são realizados em nome da ciência, em nome da segurança dos produtos que consumimos e em nome dos progressos da medicina.
A realidade é que estes testes têm como consequência um atraso de décadas na evolução da medicina dadas as diferenças fisiológicas óbvias existentes entre os humanos e as espécies não humanas.
Alguns exemplos (estes exemplos foram compilados do site da ANIMAL) em: http://animal.webnation.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=105&Itemid=165
A vacina contra a poliomielite, que foi muitas vezes referida como um exemplo da razão pela qual as experiências em animais são necessárias, foi na verdade atrasada durante décadas dado que as experiências realizadas em macacos levaram a uma má compreensão do mecanismo infeccioso da poliomielite.
O mesmo aconteceu com a insulina, que, enquanto em experiências com cães se revelava fatal para estes – e, portanto, não segura para humanos –, quando finalmente usada em humanos com diabetes tornou-se vital para salvar-lhes as vidas.
Enquanto a morfina acalma humanos e ratos, no entanto, excita os gatos.
A aspirina causa deficiências aos fetos de gatos e cães, mas não aos humanos.
A penicilina é um excelente antibiótico para humanos, mas mata porquinhos-da-índia. Os porquinhos-da-índia só conseguem respirar pelo nariz e não pela boca, como conseguem os humanos.Um medicamento que se revelou útil na Doença do Legionário em humanos, não preveniu a morte de porquinhos-da-índia infectados com a doença.
O medicamento para o cancro de mama “Tamoxifen” foi designado como um contraceptivo oral. De facto, é-o em ratos, mas em mulheres tem exatamente o efeito oposto. Hoje em dia, é utilizado no tratamento de cancro da mama, muito embora em alguns estudos tenha provocado cancro em ratos.Os ratos são incapazes de vomitar, ao contrário dos humanos.
O medicamento para o tratamento de cancro “6-Azauridine” pode ser utilizado por humanos durante longos períodos, mas, em cães, doses pequenas causam-lhes a morte em poucos dias.
A introdução das transfusões de sangue na medicina foi atrasada durante 200 anos por causa dos seus maus resultados em experiências com animais.
A introdução de transplantes da córnea na medicina foi atrasada cerca de 90 anos devido aos maus resultados em experiências com animais.
Depois de um projeto onde foram usados 18.000 ratinhos, o “Teropterin” foi usado para tratar a leucemia aguda em crianças, mas as crianças morreram mais rapidamente do que se não tivessem sido tratadas de todo.
O medicamento para o coração, “Eraldin”, foi testado em animais de forma satisfatória. Nenhum dos testes feitos acautelou os efeitos secundários que foram registados em humanos: cegueira, problemas de estômago e dores gerais.
O “Opren”, um medicamento contra a artrite que foi testado com sucesso em animais, causou mais de 70 mortes e efeitos secundários graves em 3500 humanos, que incluíam problemas de pele, de olhos, de circulação, de fígado e de rins.
O progresso científico é atrasado pela experimentação animal pois, enquanto se mantêm animais como recursos de investigação baratos e fáceis de conseguir e de utilizar, não há um verdadeiro estímulo para procurar e utilizar métodos não-animais, embora estes sejam mais avançados, fiáveis e eficazes.
Os testes em animais limitam-se a alimentar e a fomentar os financiamentos e as bolsas para investigação bio-médica, bem como o negócio dos criadores de animais para utilização como cobaias.
O negócio e o sadismo sobrepõem-se ao progresso e à ciência.
"Se pudéssemos imaginar o que se passa, constantemente, nos laboratórios de vivissecção, não poderíamos dormir em paz e em nenhum dia estaríamos felizes e tranquilos."
Dr. Ralph Bircher
Vídeo do Resgate de Britches :
Página Oficial da ALF - http://
Fontes:
Imagens: Google
Texto: Ajudem os ursos da china
28 de jul. de 2013
SUINOCULTURA - A VIOLENTA E MISERÁVEL VIDA DOS PORCOS EXPLORADOS PELA INDÚSTRIA
Porcos são violentamente mortos depois de uma curta e miserável existência
Os porcos são animais altamente inteligentes e sociais mas, na indústria da suinocultura, são tratados como se não passassem de recursos inanimados que urge explorar ao máximo e no mínimo espaço de tempo. De acordo com estudos científicos, os porcos são mais inteligentes do que os cães ou do que crianças com 3 anos de idade.
As porcas reprodutoras dão à luz mais de 20 porquinhos todos os anos. Os porquinhos são amamentados durante duas ou três semanas, e depois são retirados à mãe. Após passar pela dor de perder os filhos, a mãe porca é imediatamente forçada a acasalar novamente com o porco reprodutor, pois há que manter a produtividade no máximo.
É prática generalizada os porquinhos serem cruelmente mutilados sem anestesia logo depois de nascerem. As caudas são amputadas e os dentes são cortados para minimizar os estragos que os porcos possam fazer uns aos outros. Além disso, os porcos machos destinados ao consumo são castrados, quase sempre sem recurso de nenhum tipo de anestesia.
Dentro das suinoculturas, é comum o ar estar poluído com poeira e gases irritantes resultantes das fezes dos animais. A fraca qualidade do ar, aliada à superlotação e a condições pouco higiênicas, fazem das suinoculturas locais ideais para a proliferação de diversas doenças. É muito comum os porcos sofrerem de pneumonia e outras doenças, bem como apresentarem diversos ferimentos físicos. Para minimizar os riscos de doenças, são-lhes administrados rotineiramente antibióticos.
Contrariamente à fama que têm, os porcos são animais muito asseados. Eles gostam de rolar na lama sobretudo para se refrescarem nos dias mais quentes. Se tiverem espaço, os porcos nunca fazem as necessidades junto do local onde comem ou dormem. No entanto, nas explorações pecuárias, são obrigados a viver permanentemente em cima das próprias fezes e da própria urina.
Os leitões, cuja carne é muito apreciada, são porquinhos que são cruelmente abatidos quando ainda são bebes. Estes porquinhos são mortos imediatamente após o desmame ou apenas alguns dias depois. A maioria dos leitões não chega a viver um mês.
Mas os outros porcos não vivem muito mais tempo. Nas suinoculturas, os porcos criados para alimentação não costumam passar dos 4 meses, altura em que atingem cerca de 100 quilogramas de peso. Graças às rações de engorda que lhes são dadas e ao confinamento em que são mantidos, os porcos ficam prontos para abate quando estão naquilo que seria a sua infância.
Quando chega a altura do abate, a viagem é mais um momento de profundo stress e sofrimento. Os porcos são amontoados em caminhões para serem levados para o matadouro, mas muitos não resistem à dureza da viagem. No matadouro, é suposto os porcos serem atordoados antes de serem degolados. No entanto, o atordoamento nem sempre funciona bem e alguns porcos ainda estão completamente conscientes enquanto são içados pelas patas traseiras, degolados e se esvaem em sangue.
Seja qual for o tipo de exploração (convencional, de “carne do campo” ou de “carne biológica”), as vidas dos porcos são abrupta e violentamente interrompidas depois de uma curta existência. Na natureza, os porcos poderiam viver até aos 15 anos de idade.
Consumir produtos de origem animal é consumir violência, seja qual for o rótulo simpático e alegre com que a embalagem é disfarçada. Está nas mãos de cada um de nós não compactuar com esta exploração e morte. Desligue-se da exploração dos outros animais, abrace o veganismo!
Esta é a realidade que nos recusamos a encarar. A indústria alimentar é responsável por 99% de toda a exploração, sofrimento e morte que causamos aos outros animais. Ajudar este animais está nas mãos de cada um de nós, aqui e agora.
Abrace o veganismo e faça a diferença!
Fonte: Muda o Mundo
Os porcos são animais altamente inteligentes e sociais mas, na indústria da suinocultura, são tratados como se não passassem de recursos inanimados que urge explorar ao máximo e no mínimo espaço de tempo. De acordo com estudos científicos, os porcos são mais inteligentes do que os cães ou do que crianças com 3 anos de idade.
As porcas reprodutoras dão à luz mais de 20 porquinhos todos os anos. Os porquinhos são amamentados durante duas ou três semanas, e depois são retirados à mãe. Após passar pela dor de perder os filhos, a mãe porca é imediatamente forçada a acasalar novamente com o porco reprodutor, pois há que manter a produtividade no máximo.
É prática generalizada os porquinhos serem cruelmente mutilados sem anestesia logo depois de nascerem. As caudas são amputadas e os dentes são cortados para minimizar os estragos que os porcos possam fazer uns aos outros. Além disso, os porcos machos destinados ao consumo são castrados, quase sempre sem recurso de nenhum tipo de anestesia.
Dentro das suinoculturas, é comum o ar estar poluído com poeira e gases irritantes resultantes das fezes dos animais. A fraca qualidade do ar, aliada à superlotação e a condições pouco higiênicas, fazem das suinoculturas locais ideais para a proliferação de diversas doenças. É muito comum os porcos sofrerem de pneumonia e outras doenças, bem como apresentarem diversos ferimentos físicos. Para minimizar os riscos de doenças, são-lhes administrados rotineiramente antibióticos.
Contrariamente à fama que têm, os porcos são animais muito asseados. Eles gostam de rolar na lama sobretudo para se refrescarem nos dias mais quentes. Se tiverem espaço, os porcos nunca fazem as necessidades junto do local onde comem ou dormem. No entanto, nas explorações pecuárias, são obrigados a viver permanentemente em cima das próprias fezes e da própria urina.
Os leitões, cuja carne é muito apreciada, são porquinhos que são cruelmente abatidos quando ainda são bebes. Estes porquinhos são mortos imediatamente após o desmame ou apenas alguns dias depois. A maioria dos leitões não chega a viver um mês.
Mas os outros porcos não vivem muito mais tempo. Nas suinoculturas, os porcos criados para alimentação não costumam passar dos 4 meses, altura em que atingem cerca de 100 quilogramas de peso. Graças às rações de engorda que lhes são dadas e ao confinamento em que são mantidos, os porcos ficam prontos para abate quando estão naquilo que seria a sua infância.
Quando chega a altura do abate, a viagem é mais um momento de profundo stress e sofrimento. Os porcos são amontoados em caminhões para serem levados para o matadouro, mas muitos não resistem à dureza da viagem. No matadouro, é suposto os porcos serem atordoados antes de serem degolados. No entanto, o atordoamento nem sempre funciona bem e alguns porcos ainda estão completamente conscientes enquanto são içados pelas patas traseiras, degolados e se esvaem em sangue.
Seja qual for o tipo de exploração (convencional, de “carne do campo” ou de “carne biológica”), as vidas dos porcos são abrupta e violentamente interrompidas depois de uma curta existência. Na natureza, os porcos poderiam viver até aos 15 anos de idade.
Consumir produtos de origem animal é consumir violência, seja qual for o rótulo simpático e alegre com que a embalagem é disfarçada. Está nas mãos de cada um de nós não compactuar com esta exploração e morte. Desligue-se da exploração dos outros animais, abrace o veganismo!
Esta é a realidade que nos recusamos a encarar. A indústria alimentar é responsável por 99% de toda a exploração, sofrimento e morte que causamos aos outros animais. Ajudar este animais está nas mãos de cada um de nós, aqui e agora.
Abrace o veganismo e faça a diferença!
Fonte: Muda o Mundo
"The Dream" ( O Sonho ) - PETA
O vídeo "The Dream" da ONG PETA é uma ode à liberdade.
À liberdade de todos os animais!
Todos nós, animais humanos ou não humanos, somos iguais na dor e olhamos para a morte com medo.
Todos nós desejamos a liberdade, todos nós temos direito à vida!
Assista :
À liberdade de todos os animais!
Todos nós, animais humanos ou não humanos, somos iguais na dor e olhamos para a morte com medo.
Todos nós desejamos a liberdade, todos nós temos direito à vida!
Assista :
2 de jul. de 2013
SÃO PAULO É CONSIDERADA A CAPITAL VEGETARIANA DO BRASIL
São Paulo é considerada, hoje, a capital vegetariana do Brasil.
O número de pessoas que não come carne cresceu bastante na cidade.
Com isso, o mercado vai se adaptando, criando novas opções e oferecendo cada vez mais produtos para as pessoas que seguem esse estilo de vida.
Clique na imagem abaixo e assista a reportagem completa exibida na Antena Paulista.
27 de jun. de 2013
CRIANÇAS VEGETARIANAS - ANNE RAMMI
Tire a carne da mesa e um leque de possibilidades e variedades de alimentos se abre em sua frente.
"Sabe aquela pessoa que você olha com certa admiração, mas com completa distância? Alguém que você entende que está fazendo alguma coisa boa, mas que, simplesmente, não é uma escolha possível pra sua realidade? Assim eu enxergava um vegetariano.
Era algo impossível para mim, alguns anos atrás, viver sem comer carne, muito embora eu admirasse a opção. Meu primeiro filho nasceu e vivemos em casa uma grande transformação. De um casal completamente alienado para a importância de uma boa alimentação passamos, na medida em que ele começava também a se aventurar pelo mundo dos alimentos sólidos, a pesquisar, nos informar e a tomar decisões mais inteligentes e focadas na saúde.
Afinal, o que é mais importante do que aquilo que colocamos na boca, mastigamos e engolimos para movimentar a vida? Ainda assim, seguimos mastigando e engolindo a vida de outros seres do reino animal por um tempo.
Pois esse tempo foi passando e as escolhas alimentares foram se refinando. Com elas, o casal, que, antes da casa dos 30, amargava alguns problemas de saúde, enquanto se refestelava em fast foods e jamais questionava a indústria de alimentos, livrou-se de quase 60 quilos de gordura acumulada em anos de alimentação ruim –para não dizer tosca mesmo.
Das maravilhas que a chegada de um filho pode trazer para a vida da gente. Fazer boas escolhas para comer não se tratava mais de um processo de privação. Era gostoso comer bem! Se eu havia me livrado do maldito vício do refrigerante, que me acompanhava em todas as refeições desde a adolescência, o céu era o limite. Quer dizer: a terra era o limite.
Mais ou menos na época em que meu segundo filho começava a descobrir o mundo das comidas, paramos, definitivamente, de comer carne.
Porque a monocultura de grãos para alimentar os animais de abate está acabando com a natureza? Porque essa indústria é responsável pela maior parte da emissão de gases que contribuem para o efeito estufa? Porque os animais são criados em confinamento e altamente medicados, fazendo da sua carne uma opção pouco saudável? Porque eles sofrem ao serem abatidos e, assim como nós, têm direito à vida? Porque eu, simplesmente, era incapaz de cozinhar pratos deliciosos baseados em carne animal?
Não sei exatamente a razão.
Há quem diga que o menino é de alma vegetariana, vejam vocês, e assim conduziu a família em um processo de etapas, porém relativamente rápido, à recusa de carnes animais em nossa alimentação. A explicação coincide com os fatos, porém para aceitá-la é preciso uma dose de espiritualidade ou magia, que minha existência cética não é lá muito capaz de absorver. Hoje em dia, olho os espiritualizados com a mesma distância com que olhava os vegetarianos.
Vai fazer um ano que o vegetarianismo começou em casa, onde crianças e adultos não se alimentam mais de bichos.
Em um primeiro momento, parecia que enfrentaríamos grandes dificuldades, afinal a falta de informação nos fez crer que o vegetarianismo nos daria menos opções de alimentos. Ledo engano, tire a carne da mesa e um leque de possibilidades e variedades de alimentos se abre em sua frente. São raízes, tubérculos, caules, folhas, sementes e frutos. Uma infinidade de receitas e combinações apareceram depois que paramos de enxergar os vegetais apenas como guarnição. Eles são agora nosso prato principal.
A maior preocupação era com o mais velho, afinal ele foi, assim como a gente, um comedor de carne. Como reagiria diante da nova proposta? Aos dois anos e meio, o menino abraçou a causa como ninguém. No fundo da minha cabeça, paira um certo alívio de não lidar mais com pequenas incoerências da nossa vidinha alimentar, como, por exemplo, ter tido de dizer para o Joaquim que os peixes que decoravam o restaurante japonês em lindos aquários coloridos eram diferentes daqueles que devoraríamos na sequência e que, não, nenhum deles era o Nemo ou a Dory.
Sério, eu fico aliviada de saber que meus meninos –pelo menos, enquanto as decisões alimentares estão nas mãos de seus pais– não vão jantar o irmão do Porquinho Atrapalhado nem a prima da Galinha Pintadinha ou ela própria. "Deusolivre"! Ufa.
Fora um crescente interesse pela culinária vegetariana, um espaço na cozinha para dois novos livros de receita e cuidado com a origem dos nossos alimentos, livres de agrotóxico tanto quanto possível (a parte mais difícil), não há muito com o que se preocupar quando o vegetarianismo bate na porta das famílias com crianças. É normal que as pessoas sejam receosas e cheias de histórias sem fundamento sobre vegetarianismo, mas basta perder um tempinho com boa informação que todos os mitos se transformam em "vegetarianismo é uma escolha, possível e igualmente saudável". E para a gente tem sido uma boa escolha.
Quando me perguntam qual o motivo de termos mudado de hábitos assim, eu raramente consigo achar uma explicação simples. Foi com certeza um conjunto de fatores, mas, de um modo geral, costumo dizer que, depois que vivi a experiência maravilhosa de gestar, parir, nutrir e ver crescer meus filhos, não consigo comer mais ninguém que tem, ou um dia teve, uma mãe."
Anne Rammi.
Artista plástica e mãe do Joaquim (3 anos) e do Tomás (1 ano).
Autora de blogs de conteúdo materno, co-criadora do Site Mamatraca e colunista do portal UOL.
Fonte: Mamatraca
26 de jun. de 2013
SP : 6° SEMINÁRIO ALIMENTAÇÃO ÉTICA, SAUDÁVEL E SUSTENTÁVEL
[ Imagem : Capa da Página do Evento ]
Neste domingo, dia 30 de junho, a SVB realiza, durante a Bio Brazil Fair / Natural Tech (maior feira de orgânicos e produtos naturais do Brasil), pelo sexto ano consecutivo, o Seminário "Alimentação Ética Saudável e Sustentável".
Programação :
11:00 - Abertura
11:20 - Guilherme Carvalho: "Impactos Ambientais do Consumo de Carnes"
12:00 - Dr. Eric Slywitch: "Vantagens da Nutrição Vegetariana"
12:40 - Nina Rosa Jacob: "Compaixão e animais"
13:20 - Dr. Wilson Grassi: "Pandemias e zoonoses: As doenças que emergem da pecuária industrial"
14:00 - Mônica Buava Caliman: "Campanha Segunda Sem Carne: abrindo mil e uma portas"
14:40 - Helena Maria Novaretti Ferreira: "Introdução da Merenda Vegetariana na Rede Municipal de Ensino de São Paulo"
15:20 - Marly Winckler: "Selo 'SVB Aprova' para empresas com produtos veganos"
16:00 - Paula Gandin: "Nutrição vegetariana para praticantes de atividade física e atletas"
16:40 - Fábio Chaves: "Infoativismo: usando as palavras certas para salvar animais"
17:20 - Encerramento
Local : Bienal do Ibirapuera - SP
Saiba mais sobre o evento, conheça os palestrantes e confirme sua presença no Facebook: https://www.facebook.com/events/168135246684223/
Site da SVB : http://www.svb.org.br/
Neste domingo, dia 30 de junho, a SVB realiza, durante a Bio Brazil Fair / Natural Tech (maior feira de orgânicos e produtos naturais do Brasil), pelo sexto ano consecutivo, o Seminário "Alimentação Ética Saudável e Sustentável".
Programação :
11:00 - Abertura
11:20 - Guilherme Carvalho: "Impactos Ambientais do Consumo de Carnes"
12:00 - Dr. Eric Slywitch: "Vantagens da Nutrição Vegetariana"
12:40 - Nina Rosa Jacob: "Compaixão e animais"
13:20 - Dr. Wilson Grassi: "Pandemias e zoonoses: As doenças que emergem da pecuária industrial"
14:00 - Mônica Buava Caliman: "Campanha Segunda Sem Carne: abrindo mil e uma portas"
14:40 - Helena Maria Novaretti Ferreira: "Introdução da Merenda Vegetariana na Rede Municipal de Ensino de São Paulo"
15:20 - Marly Winckler: "Selo 'SVB Aprova' para empresas com produtos veganos"
16:00 - Paula Gandin: "Nutrição vegetariana para praticantes de atividade física e atletas"
16:40 - Fábio Chaves: "Infoativismo: usando as palavras certas para salvar animais"
17:20 - Encerramento
Local : Bienal do Ibirapuera - SP
Saiba mais sobre o evento, conheça os palestrantes e confirme sua presença no Facebook: https://www.facebook.com/events/168135246684223/
Site da SVB : http://www.svb.org.br/
SP : CINE GAIA-VEG - MAKE THE CONNECTION
No dia 29 de junho ( 2013), às 15h, o Cine Gaia-Veg irá exibir o filme “Making The Connection” ( Fazendo a Conexão ), que foi exibido e aclamado durante a III Mostra de Cinema Pelos Animais, organizada pela SVB, em novembro de 2012 em Curitiba.
Com 30 minutos divididos em 8 capítulos,
o filme feito pela Environment Films para a Vegan Society faz a conexão
do veganismo com depoimentos de um atleta, um escritor, uma parlamentar
britânica, uma nutricionista, chefs e agricultores.
Após a exibição, haverá um debate sobre o filme.Entrada Gratuita
Local : Espaço Novo Mundo / Livraria Nobel
Av. Salgado Filho, 1453 - Cidade Maia - Guarulhos
Página do Evento
24 de jun. de 2013
CANJICA VEGANA
Ingredientes:
. 1 xícara (chá) de milho para canjica
. 4 cravos
. 2 pauzinhos de canela
. 1 xícara (chá) de leite vegetal ( arroz, soja, aveia...)
. 200ml de leite de coco
. 3/4 de xícara (chá) de coco ralado seco sem açúcar
. 1 pitada de sal marinho
. Adoçante culinário a gosto
. Canela em pó para decorar
Modo de Preparo:
Cozinhe na panela de pressão o milho com dois litros de água, o cravo e a canela em pau por uma hora em fogo médio.
Tire do fogo e deixe sair à pressão.
Escorra o líquido e reserve o milho cozido e uma xícara do caldo.
Descarte as especiarias.
Transfira para a panela e misture o leite vegetal, o leite de coco, o coco, o sal, o adoçante, o caldo reservado e o milho.
Cozinhe até o caldo engrossar.
Salpique canela em pó e sirva em seguida.
Rendimento: 4 porções / Valor Calórico: 251 Kcal por porção
Fonte: Mundo Verde
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