11 de jul. de 2011

Soymilke Condesado de Soja


Soymilke Condesado de Soja

Opção para receitas que possuem leite condensado em seus ingredientes.

Marca: Olvebra

24 de jun. de 2011

PROTESTO EM PITT STREE MALL


Ativistas fazem protesto contra o uso de pele animal em Pitt Street Mal, Austrália. 
Junho de 2011


14 de abr. de 2011

FARINHA LÁCTEA VEGANA





Farinha Láctea Vegana

Farinha láctea de leite de soja vegana, enriquecida com 9 vitaminas, ferro, cálcio e fósforo. Opção para o preparo de mingau vegano ou vitamina para crianças ou adultos que apreciam o sabor.

Marca: Olvebra.

11 de abr. de 2011

JAULAS VAZIAS - TOM REGAN

JAULAS VAZIAS 
Autor : Tom Regan

Tom Regan é reconhecido mundialmente como um dos “papas” da teoria dos direitos animais e do movimento em defesa desses direitos.


Jaulas Vazias – seu primeiro livro publicado no Brasil – é sua mais recente, completa, original e iluminadora defesa dos direitos animais.
Com calma e lucidez, como em uma conversa franca e direta com o leitor, Tom Regan nos conduz primeiro pelo território conceitual da ética humana e do valor moral independente de cada vida humana individual. Examinando as razões fundamentais dos direitos humanos, e as supostas diferenças essenciais dos animais não-humanos, Regan nos revela uma surpreendente conseqüência lógica: devemos reconhecer que eles também têm direito à vida, à integridade física e à satisfação de necessidades biológicas, individuais e sociais. Por isso, devemos estender aos animais o respeito e tratamento que merecem enquanto sujeitos de vidas individuais.
Em todo o livro, seguimos o autor nas difíceis indagações que o inquietaram pessoalmente – desde uma juventude de completa inconsciência das horrorosas realidades vividas pelos animais explorados para diferentes benefícios humanos – e que o transformaram em ativista dos direitos animais.

O autor também analisa cuidadosamente alguns mitos, por exemplo, a retórica fraudulenta do “tratamento humanitário” comumente adotada pela indústria de exploração de animais, as leis que podem funcionar para legitimar a crueldade institucional e a imagem negativa que a mídia de massa cria indistintamente sobre todos os ativistas dos direitos animais.

Escrito de forma elegantemente simples, o livro cobre um amplo leque de tópicos de forma acessível e envolvente. Já nasce como um clássico.

Tom Regan, Professor Emérito de Filosofia da Universidade da Carolina do Norte, é reconhecido mundialmente como um dos maiores nomes da Bioética, especialmente da teoria dos direitos animais. Vegetariano há 30 anos, seus numerosos escritos e livros têm marcado o movimento em defesa dos direitos animais.
Publicou, entre outros, The Case for Animal Rights e Animal Rights and Human Obligations (organizado juntamente com Peter Singer).

10 de mar. de 2011

LIVRO 'A ÉTICA NA ALIMENTAÇÃO'

A Ética na Alimentação

Como Nossos Hábitos Alimentares Influenciam o Meio Ambiente e o Nosso Bem-Estar.

Peter Singer e Jim Mason ( Editora Campus )


Conveniência, preço e embalagem se tornaram as forças motrizes da dieta americana. Mas qual é o custo real de nossas escolhas alimentares diárias?

Para responder a esta oportuna e importante pergunta, Peter Singer, o maior estudioso de ética dos Estados Unidos, e Jim Mason, advogado e escritor ecologicamente consciente, empreendem uma odisséia moderna ao mesmo tempo chocante e iluminadora. Começando sua aventura à mesa de três típicas famílias com diferentes gostos e hábitos de consumo, eles se dispõem a traçar a procedência dos alimentos que consumimos.

Ao longo do caminho eles checam a validade de selos como “Certificado de Cuidado Animal”, “Certificado Humanitário”, “orgânico” e de “comércio justo”, e expõem as condições de trabalho nas fábricas de processamento de alimentos no sul dos Estados Unidos e em outros países. Pesam os prós e os contras de comprar alimentos produzidos localmente, a complexa dinâmica da produção sustentável, a controvérsia sobre os organismos geneticamente modificados, a ética da obesidade e as implicações para a saúde resultantes de se criar filhos veganos.

16 de fev. de 2011

LIVRO " REVOLUÇÃO DO VERDE "

- REVOLUÇÃO DO VERDE -

Autor : Rafael Sant'Anna

O livro faz uma previsão das mudanças que acontecerão no mundo se a população se tornar vegetariana ou vegana. Essas mudanças começam na saúde das pessoas que seguem essa nova dieta.
Porém, isso provocará a falência de grandes impérios empresariais que dominam a mídia e nossos mercados.
Laboratórios farmacêuticos, restaurantes fast-food's e indústrias de bebidas estão entre essas grandes corporações.
A partir daí uma grande revolução se iniciará no mundo.

14 de fev. de 2011

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS


Declaração Universal dos Direitos dos Animais

1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Preâmbulo:

Considerando que todo o animal possui direitos;

Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;

Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;

Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;

Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;

Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,

Proclama-se o seguinte

Artigo 1º

Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Artigo 2º

1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.

2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais

3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.

Artigo 3º

1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.

Artigo 4º

1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.

2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Artigo 5º

1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.

2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.

Artigo 6º

1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.

2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Artigo 7º

Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8º

1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.

2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo 9º

Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

Artigo 10º

1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.

2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

Artigo 11º

Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.

Artigo 12º

1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.

2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Artigo 13º

1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.

2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.

Artigo 14º

1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.

2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.

11 de fev. de 2011

ATIVISTAS SÃO PRESAS POR PROMOVER AO VEGETARIANISMO EM 2010

Ativistas pintadas que foram presas em 2010, quando protestavam em frente a Cúpula do G20 na Coréia. O crime? Promover o vegetarianismo.

30 de jan. de 2011

VIVISSECÇÃO



O que é

No Brasil, as faculdades de medicina, medicina veterinária, biologia, psicologia, odontologia, ciências farmacêuticas, enfermagem, dentre outras, possuem aulas práticas onde são utilizados animais vivos - a chamada vivissecção – ou seja: animais são encaminhados vivos para a sala de aula, onde são contidos e anestesiados (nem sempre adequadamente) para em seguida, com a presença do professor e alunos, serem utilizados em diversos experimentos de aprendizagem. Após a prática são sacrificados.

Evolução

Na Europa e Estados Unidos, muitas faculdades de medicina não mais utilizam animais, nem mesmo nas matérias práticas como técnica cirúrgica e cirurgia, oferecendo substitutivos em todos os setores. Nos EUA, mais de 100 escolas de medicina (quase 70%) incluindo Harvard, não utilizam animais.

Na Inglaterra e Alemanha, a utilização de animais na educação médica foi abolida. Sendo
que na Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda) é contra a lei estudantes de medicina praticarem cirurgia em animais. Note-se que os médicos britânicos são comprovadamente tão competentes quanto quaisquer outros.

Na Itália, entre 2000 e 2001 mais de um terço das universidades abandonaram a utilização de animais para fins didáticos.

No Brasil, a Faculdade de Medicina Veterinária da USP desde 2000 não utiliza animais vivos em aulas de técnica cirúrgica. Utiliza cadáveres especialmente preparados, de animais que tiveram morte natural em clínicas e hospitais veterinários. A preparação é feita a partir de substâncias que preservam a consistência do tecido como a de animal vivo.

Os alunos praticam cirurgias de castração em cães e gatos levados pelos proprietários que desejam esterilizar seus animais.

Materiais Alternativos e a Manutenção da Qualidade do Ensino
Hoje, já há milhares de recursos que substituem o uso didático de animais nas salas de aula.

Nas matérias básicas que necessitam de observação, abstração e raciocínio, como a fisiologia, a farmacologia e a toxicologia, há substitutivos para todos os temas, não sendo necessária a utilização de animais. Ex. Simulação computadorizada e realidade virtual.
Nos procedimentos ortopédicos e outros que envolvem habilidades manipulativas ou psicomotoras há também alternativas. Ex. venopunção e cateterização.

Técnicas cirúrgicas
Nas cirurgias, os alunos aprendem em cadáveres sua primeira intervenção, abordagem e técnica. Depois disso, podem aplicar as técnicas em animais vivos, que irão sobreviver à cirurgia e ter um pós-operatório.

Há estudos que demonstram a mesma competência e habilidade tanto nos estudantes que aprenderam utilizando os métodos tradicionais como nos que aprenderam utilizando os métodos alternativos.

Há casos que demonstram melhor memorização com métodos alternativos, pois a atenção do aluno fica livre para o aprendizado e não é prejudicada pelo stress de estar provocando sofrimento a um animal.
Mais informações:
www.internichebrasil.org - www.navs.org

Legislação Brasileira e Objeção de Consciência

Mais e mais estudantes, em todo o mundo, estão alegando “objeção de consciência” e muitos deles já se formam sem utilizar a vivissecção

No Brasil, também já existem estudantes que se recusam a praticar a vivissecção alegando objeção de consciência, protegidos pela Constituição Federal do Brasil, na parte dos Direitos e Garantias Fundamentais que no Capítulo I artigo 5º diz: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza garantindo aos brasileiros e estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança, e à propriedade, nos termos seguintes: VIII – ninguém será privado de direitos por motivos de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

A lei 6.638, de 8 de maio de 1979 estabelece normas para a prática didático-científica da vivissecção de animais, e é complementada pela lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 – dos crimes contra o meio ambiente – cujo 1º parágrafo do artigo 32 diz: Incorre nas mesmas penas
(detenção de 3 meses a um ano, e multa)
quem realiza experiências dolorosas ou cruéis em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

Objeção de Consciência
A objeção de consciência é um fenômeno típico do século XX e XXI, apesar de encontrarmos acontecimentos que lembrem essa figura desde a Antigüidade.
A primeira vez que apareceu essa figura de direito em texto escrito foi o Decreto de 1793 durante a Revolução Francesa, onde religiosos eram dispensados do serviço militar, pois se recusavam a matar outros seres. Atualmente no Brasil acontece o mesmo.

A objeção de consciência não deve ser confundida com o direito de resistência ou a desobediência civil.

Diferencia-se da resistência por ter recurso à autoridade, isto é, pode recorrer à autoridade; por não atender a ordem injusta quando for utilizado meio de coação e não poder ser invocada por todos, por basear-se em crenças subjetivas e individuais independente de adesões. Uma pessoa pode sozinha fazer a objeção de consciência.

Diferencia-se da desobediência civil por não ir contra a ordem estabelecida, possuindo normalmente previsão normativa, por fundamentar-se em motivos pessoais e por não visar o encorajamento de outros para essa atitude.

A objeção de consciência serve também como indicador do grau de consciência social em um Estado e de liberdade dos cidadãos desse mesmo Estado, bem como da intensidade da intervenção do Estado na esfera particular dos cidadãos. É oportunidade da prática da democracia.

Projeto Educação Livre de Violência
O Instituto Nina Rosa coordena o Projeto Educação Livre de Violência com o objetivo de liberar da violência tanto o aluno como o animal, através da conscientização e apoio ao meio acadêmico sobre os métodos alternativos na educação e sobre o direito à objeção de consciência.

Indicação de livros sobre as alternativas:
“ Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação – pela ciência responsável”, Sérgio Greif – em português
“From Guinea Pig to Computer Mouse”, Nick Jukes e Mihnea Chiuia – InterNICHE - em inglês

Para adquirir livros (em inglês) e vídeos sobre
métodos alternativos: www.internichebrasil.org
Para catálogo com fotos de materiais alternativos: www.labordidatica.com.br, www.institutodopvc.org

Materiais disponíveis no Instituto Nina Rosa:
Livro “Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação – pela ciência responsável”, Sergio Greif –
em português.
Para adquirir esse material, saber mais ou para se pronunciar, utilize o e-mail: inr@institutoninarosa.org.br
PABX: (11) 3868-4434.


“Os atuais procedimentos para testes de segurança, não apenas são obsoletos e
extremamente cruéis, mas também inadequados para a proteção dos consumidores
contra produtos nocivos”.
Leslie Iffy, MD.


Fonte: Instituto Nina Rosa
 


31 de out. de 2010

A CRUEL INDÚSTRIA DE OVOS


Por que veganos não consomem ovos?

A Indústria de ovos é tão cruel para os animais quanto a indústria da carne e do leite.

Saiba mais sobre o cruel tratamento dispensado aos animais na indústria de ovos clicando no link abaixo:

www.slideshare.net/SergioMello/indstria-de-ovos

Não Financie a crueldade !


10 de out. de 2010

STEVE VAI - VEGETARIANO

Steve Vai é guitarrista, compositor e produtor musical.
Ele se tornou vegetariano aos 22 anos.

Steve Vai é considerado pela crítica e pelo público um dos melhores guitarristas do mundo.





8 de out. de 2010

DERRICK GREEN - VEGETARIANO


Derrick Green
Vocalista do Sepultura.
Vegetariano.

Leia a entrevista de Derrick para o Peta no VISTA-SE






CASEY AFFLECK - VEGANO


Casey Affleck - Ator
Vegano.

"Quando as pessoas me perguntam por que eu não como carne ou quaisquer outros produtos animais, eu digo: Porque eles não são saudáveis, e eles são o produto de uma indústria violenta e desumana.
Galinhas, vacas e porcos em fazendas-fábricas passam suas vidas em imundas e difíceis condições, apenas para morrer de forma prolongada e dolorosa.
Seus corpos são então transformados em produtos alimentares que, comprovadamente, contribuem para doenças cardíacas e câncer.
Comer isso é comer veneno."