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6 de dez de 2013

México: Praça de touros dá lugar a Casa da Cultura, Artes e Ofícios


A praça de touros do município de Jiutepec começou a ser demolida no México, para dar lugar a um novo espaço dedicado à cultura, artes e ofícios.

A decisão foi contestada por um grupo de aficionados da tauromaquia, designado “Comité del Corral de Toros” o que levou a Presidente da Autarquia, Silvia Salazar Hernández, a realizar uma consulta pública à população no passado dia 21 de Julho, para que os habitantes pudessem emitir a sua opinião sobre o assunto. A esmagadora maioria da população apoiou a demolição da praça de touros: 90,6% votaram a favor, 6,6% contra e 2,8% foram votos nulos.

O novo espaço cultural, que irá substituir a praça de touros, inclui a instalação de um projeto de Radio e Televisão Cultural através da internet, num investimento superior a sete milhões de pesos, financiados pelo Conselho Nacional para a Cultura e as Artes.

O Diretor do Instituto de Cultura de Jiutepec, Jovan Taylor Marías, manifestou a necessidade de dar início a estas obras, uma vez que havia o risco de recurso por parte do denominado “Comité del Corral de Toros” que a todo o custo tentava evitar a concretização deste projeto pressionando as autoridades locais.

Consulta popular em Jiutepec. 90,6% dos cidadãos aprovaram a demolição da praça de touros.


Fonte:  Basta - Cidadãos Pela Abolição das Touradas em Portugal

3 de dez de 2013

BRASIL TERÁ PRIMEIRO SANTUÁRIO DE ELEFANTES DA AMÉRICA LATINA


 Um grupo de americanos e brasileiros começaram nesta semana as primeiras ações para criar no Brasil o primeiro santuário de elefantes da América Latina e, assim, dar refúgio e uma nova liberdade a dezenas destes animais selvagens criados em cativeiro.

Scott e Katherine Blais, cofundadores do maior santuário de elefantes dos Estados Unidos, viajaram nesta semana ao Brasil para decidir onde ficará o santuário de elefantes do país, um projeto sem fins lucrativos que permitirá acolher cerca de 40 animais.

Em entrevista à Agência Efe, Scott Blais assegurou que "a América Latina tem uma das legislações em proteção de elefantes mais avançadas do mundo", já que cinco países proíbem que estes animais sejam utilizados para espetáculos. Essa lista deverá incluir, em breve, o Brasil, que tem uma nova legislação pendente de votação.

Os Estados Unidos, no entanto, seguem permitindo que os elefantes sejam utilizados em circos e outros espetáculos, apesar de organizações de proteção dos animais criticarem a crueldade à qual se submete estes animais de grande inteligência.

Apesar de as novas leis a favor de elefantes na América Latina, os animais carecem de lugares apropriados para viver. Por conta disso, continuam reclusos em pequenos espaços, com má alimentação ou encadeados, algo que mudará com os quase 600 hectares que poderão desfrutar uma vez que o projeto do santuário de elefantes do Brasil se materialize.

Com a colaboração de Elephant Voices no Brasil, os responsáveis do projeto esperam conseguir, em breve, os recursos privados necessários para habilitar uma grande extensão de terreno no coração do país e dar um habitat de semiliberdade aos elefantes.

Scott Blais assegurou que já conseguiram um compromisso para dispor de um grande terreno no Brasil e que conquistaram avanços com grandes empresas locais para que forneçam o material do grande cercado que será necessário para mantê-los seguros.

"O Brasil é o lugar ideal. Graças ao clima os elefantes poderão se movimentar em liberdade durante todo o ano e não teremos que levantar edifícios para protegê-los do frio no inverno", explicou Blais.

"É incrível os avanços registrados no comportamento destes animais uma vez que desfrutam do espaço necessário. A melhora física e psicológica é impressionante", disse Katherine.

Os especialistas estimam que em 12 anos não restem mais elefantes em liberdade devido à diminuição de seu habitat tradicional na África e na Ásia e as constantes capturas por marfim ou uso humano. Lugares como esse, alertam os estudiosos, serão os últimos redutos para refugiar estes grandes animais.


Fonte:  Terra

26 de nov de 2013

"A Galinha Que Burlou o Sistema": Curta brasileiro já contabilizou 31 prêmios em festivais ao redor do mundo


Quico Meirelles fatura prêmios com seu curta sobre criação industrial de animais

Quico Meirelles tem apenas 24 anos, e seu curta metragem “A galinha que burlou o sistema” já contabilizou 31 prêmios em festivais ao redor do mundo. O último foi o de Melhor Curta Metragem no Festival Internacional de Cinema Ambiental, que foi entregue em Julho em Goiânia.
“A galinha que burlou o sistema” foi o seu trabalho de conclusão de curso da faculdade e, misturando filmagens e animação, conta a história de uma galinha que vivia enclausurada em uma granja industrial, mas que acredita que a vida poderia ser diferente.

Em entrevista para o portal ANDA ( site ) , Quico conta como surgiu a idéia para o filme: "Depois que comecei a pesquisar mais a fundo o assunto, a realidade da indústria de criação de animais para consumo humano me chocou muito. Com isso martelando na minha cabeça, achei que um bom jeito de tocar mais pessoas com o tema seria fazer um filme que discorresse sobre o assunto sem ser panfletário demais. Tentar construir um discurso emocionante no qual o espectador fosse informado, mas que também fosse prazeroso de assistir. Não participo de nenhum movimento social ativamente, porém após a realização do filme parei de consumir carne. O que me aproximou do tema do filme, a criação de frangos de maneira industrial, foi sua dureza, crueldade, e a maneira como há como que um véu entre consumidores e produtores, não chegando a nós, que somos quem sustenta essa indústria. A idéia de fazer um filme sobre galinhas surgiu a partir do livro "Comer Animais" (Eating Animals), de Jonathan Safran Foer, que revela um grande e detalhado panorama de todos os métodos e absurdos que a indústria de produção de animais (de bois, porcos, peixes, frangos, leite, ovos etc.) criou e pratica todos os dias, costurado com muito bom humor e uma escrita envolvente."

Quico Meirelles se tornou vegetariano após a realização do curta.

A GALINHA QUE BURLOU O SISTEMA ( Brasil)

2012 • cor • 35 mm / 15 min. • 12 Anos
Sinopse: Numa granja industrial uma galinha tem uma visão: toma consciência da engrenagem que rege sua vida. Mesmo enclausurada entre milhões de galinhas que não compartilham de sua angústia, ela acredita que a vida pode ser diferente.
Diretor: Quico Meirelles
Produtor: Eduardo Prado, Ana Beatriz Crespo
Produção Executiva: Bel Berlinck, Cristina Abi
Diretor de Fotografia: Cauê Laratta
Narração: Cecília Homem De Melo, Maria Flor

Assista ao filme (15 min.) online e gratuitamente AQUI.


Fontes :
Vista-se
ANDA
Curta Criativo


26 de out de 2013

EUA: PRIMEIRA ESCOLA A ADOTAR CARDÁPIO 100% VEGETARIANO COMEMORA RENDIMENTO DOS ALUNOS


Crianças apresentaram melhor desempenho depois que a escola passou a oferecer refeições mais saudáveis

Enquanto o Congresso Nacional está para aprovar no Brasil um projeto de lei que proíbe as cantinas das escolas de vender bebidas com baixo teor nutricional ou alimentos com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, de gordura trans ou sódio, uma escola pública de Queens, nos Estados Unidos, já colhe os frutos por ter sido a primeira do país a adotar um cardápio 100% vegetariano.

A medida implantada no início de 2013 faz com que as cantinas e o refeitório ofereçam hambúrgeres e cachorros-quentes de tofu, saladas e outros pratos saudáveis para as crianças. O Comitê de Médicos para uma Medicina Responsável reconheceu a escola por seus esforços em prol de um alimentação saudável para os estudantes.

Só para se ter ideia, quase um terço das crianças nos Estados Unidos encontra-se em risco de desenvolver doenças que poderiam ser evitadas, como diabetes e problemas cardíacos, devido ao excesso de peso ou mesmo já por conta da obesidade.

Mudanças positivas

"Houve muitas mudanças positivas na escola: os alunos mostram mais atenção, energia e um melhor desempenho acadêmico", destacou o diretor do colégio, Bob Groff, ao jornal Daily News. "Acreditamos que os alunos melhoram seus desempenhos quando contam com escolhas alimentares mais saudáveis e são informados sobre elas", acrescentou.

Foto: USDA

Para o diretor da escola, o mais impressionante é que, embora os alunos estejam autorizados a trazer de casa refeições embaladas que contenham carne, um total de 90% escolhe os vegetais ricos em proteínas que integram as refeições do refeitório. "Isso é incrível. Tanto as crianças como os pais merecem grandes elogios, pois muitas escolas desistem das dietas saudáveis quando os jovens fazem queixas", argumentou Groff.

Mas a transformação não ocorreu da noite para o dia. Os funcionários da escola trabalham duro para garantir que as crianças entendam melhor essas escolhas, ou seja, há todo um trabalho de educação. Todos os alunos frequentam aulas de nutrição semanais que têm a saúde como foco.

O EcoD noticiou em julho que os Estados Unidos proibiram os alimentos gordurosos nas máquinas de venda automática das escolas. A ideia partiu do Departamento de Agricultura e as instituições têm até junho de 2014 para se enquadrar as regras estabelecidas.


Fonte:  EcoDesenvolvimento.org

“A pesquisa científica com animais é uma falácia”, diz o médico Ray Greek

Médico americano afirma que a pesquisa com animais atrasa o avanço do desenvolvimento de remédios

 

 Há 20 anos, Ray Greek abandonou o consultório para convencer a comunidade científica de que a pesquisa com animais para fins médicos não faz sentido. 
Greek é autor de seis livros, nos quais, sem recorrer a argumentos éticos ou morais,  tenta explicar cientificamente como a sua posição se sustenta. 
Em 2003 escreveu Specious Science: Why Experiments on Animals Harm Humans (Ciência das Espécies: Por que Experimentos com Animais Prejudicam os Humanos, ainda não publicado no Brasil) e o mais recente em 2009: FAQs About the Use of Animals in Science: A Handbook for the Scientifically Perplexed (Perguntas e Respostas Sobre o Uso de Animais na Ciência: Um Manual Para os Cientificamente Perplexos).
Ele garante que sua motivação não é salvar os animais, mas analisar dados científicos. 

Além disso, Greek uniu esforços com outros médicos americanos e fundou a Americans for Medical Advancement, uma organização sem fins lucrativos que advoga métodos alternativos ao modelo animal. Em entrevista para VEJA, ele diz porque, na opinião dele, a pesquisa com animais para o desenvolvimento de remédios não é necessária.

Veja: O senhor seria cobaia de uma pesquisa que está desenvolvendo algum remédio?

Claro. Se a pesquisa estivesse sendo conduzida eticamente eu seria voluntário. Milhares de pessoas fazem isso todos os dias. Por vezes elas doam tecido para que possamos aprender mais sobre uma doença, em outros momentos ingerem novos remédios para o tratamento de doenças na esperança que a nova droga apresente alguma cura.

Veja: E se o medicamento nunca tivesse sido testado em animais?

A falácia nesse caso é de que devemos testar essas drogas primeiro em animais antes de testá-las em humanos. Testar em animais não nos dá informações sobre o que irá acontecer em humanos. Assim, você pode testar uma droga em um macaco, por exemplo, e talvez ele não sofra nenhum efeito colateral. Depois disso, o remédio é dado a seres humanos que podem morrer por causa dessa droga. Em alguns casos, macacos tomam um remédio que resultam em efeitos colaterais horríveis, mas são inofensivos em seres humanos. O meu argumento é que não interessa o que determinado remédio faz em camundongos, cães ou macacos, ele pode causar reações completamente diferentes em humanos. Então, os teste em animais não possuem valor preditivo. E se eles não têm valor preditivo, cientificamente falando, não faz sentido realizá-los.

Veja: Mas todos os remédios comercializados legalmente foram testados em animais antes de seres humanos. Este não é um caminho seguro?

Definitivamente não. As estatísticas sobre o assunto são diretas. Inclusive, muitos cientistas que experimentam com animais admitiram que eles não têm nenhum valor preditivo para humanos. Outros disseram que o valor preditivo é igual a uma disputa de cara ou coroa. A ciência médica exige um valor que seja de pelo menos 90%.

Veja: Esses remédios legalmente comercializados e que dependeram de pesquisas científicas com animais já salvaram milhões de vidas...

A indústria farmacêutica já divulgou que os remédios normalmente funcionam em 50% da população. É uma média. Algumas drogas funcionam em 10% da população, outras 80%. Mas isso tem a ver com a diferença entre os seres humanos. Então, nesse momento, não temos milhares de remédios que funcionam em todas as pessoas e são seguros. Na verdade, você tem remédios que não funcionam para algumas pessoas e ao mesmo tempo não são seguros para outras.
A grande maioria dos remédios que existe no mercado são cópias de drogas que já existem, por isso já sabemos os efeitos sem precisar testar em animais. Outras drogas que foram descobertas na natureza e já são usadas por muitos anos foram testadas em animais apenas como um adendo. Além disso, muitos remédios que temos hoje foram testados em animais, falharam nos testes, mas as empresas decidiram comercializar assim mesmo e o remédio foi um sucesso. Então, a noção de que os remédios funcionam por causa de testes com animais é uma falácia.

Veja: Se isso fosse verdade os cientistas já teriam abandonado o modelo animal. Por que isso não aconteceu ainda?

Porque o trabalho deles depende disso. Nos Estados Unidos, a maior parte da pesquisa médica é financiada pelo Instituto Nacional de Saúde [NIH, em inglês]. O orçamento do NIH gira em torno de 30 bilhões de dólares por ano. Mais ou menos a metade disso é entregue a pesquisadores que realizam experimentos com animais.
Eles têm centenas de comitês e cada comitê decide para onde vai o dinheiro. Nos últimos 40 anos, 50% desse dinheiro vai, anualmente, para pesquisa com animais. Isso acontece porque as próprias pessoas que decidem para onde o dinheiro vai, os cientistas que formam esses comitês, realizam pesquisas com animais.
O que temos é um sistema muito corrupto que está preocupado em garantir o dinheiro de pesquisadores versus um sistema que está preocupado em encontrar curas para doenças e novos remédios.

Veja: Onde estaria a medicina se não fosse a pesquisa com animais?

No mesmo lugar em que ela está hoje. A maioria das drogas é descoberta utilizando computadores ou por meio da natureza. As drogas não são descobertas utilizando animais. Elas são testadas em animais depois que são descobertas. Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos.
Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro. Algumas empresas já admitiram inúmeras vezes em literatura científica que os animais não são preditivos para humanos. E essas empresas já perderam muito dinheiro porque cancelaram o desenvolvimento de remédios por causa de efeitos adversos em animais e que não necessariamente ocorreriam em seres humanos. Foram bilhões de dólares perdidos ao não desenvolver drogas que poderiam ter dado certo.

Veja: Como as pesquisas deveriam ser conduzidas?

Deveríamos estar fazendo pesquisa baseada em humanos. E com isso eu quero dizer pesquisas baseadas em tecidos e genes humanos. É daí que os grandes avanços da medicina estão vindo. Por exemplo, o Projeto Genoma, que foi concluído há 10 anos, possibilitou que muitos pesquisadores descobrissem o que genes específicos no corpo humano fazem. E agora, existem cerca de 10 drogas que não são receitadas antes que se saiba o perfil genético do paciente.
É assim que a medicina deveria ser praticada. 
Nesse momento, tratamos todos os seres humanos como se fossem idênticos, mas eles não são. Uma droga que poderia me matar pode te ajudar. Desse modo, as diferenças não são grandes apenas entre espécies, mas também entre os humanos.
Então, a única maneira de termos um suprimento seguro e eficiente de remédios é testar as drogas e desenvolvê-las baseados na composição genética de indivíduos humanos.
Para se ter uma ideia, a modelagem animal corresponde a apenas 1% de todos os testes e métodos que existem. Ou seja, ela é um pedaço insignificante do todo.
O estudo dos genes humanos é uma alternativa.
Quando fazemos isso, estamos olhando para grandes populações de pessoas. Por exemplo, você analisa 10.000 pessoas e 100 delas sofreram de ataque cardíaco. A partir daí analisamos as diferenças entre os genes dos dois grupos e é assim que você descobre quais genes estão ligados às doenças do coração. E isso está sendo feito, porém, não o bastante.

Há também a pesquisa in vitro com tecido humano. Virtualmente tudo que sabemos sobre HIV aprendemos estudando tecido de pessoas que tiveram a doença e por meio de autópsias de pacientes. A modelagem computacional de doenças e drogas é outra saída. Se quisermos saber quais efeitos uma droga terá, podemos desenvolvê-la no computador e simular a interação com a célula.

Veja: Mas ainda não temos informações suficientes para simular o corpo humano no computador...

Temos sim. Não temos informações suficientes para criar 100% do corpo humano e isso não vai acontecer nos próximos 100 anos. Mas não precisamos de toda essa informação. O que precisamos é saber como e do que um receptor celular é constituído — isso já sabemos — e a partir daí podemos desenvolver, no computador, remédios baseados nas leis da química que se encaixem nesses receptores. Depois disso, a droga é testada em tecido humano e depois em seres humanos. Antes disso acontecer, contudo, muitos testes são feitos in vitro e em tecidos humanos até chegar em um voluntário humano.

Veja: Um computador não é um sistema vivo completo. Como é possível garantir que essa droga, que nunca foi testada em animais, não será nociva aos seres humanos?

A falácia nesse argumento é que os macacos e camundongos, por exemplo, são seres vivos, mas não são seres humanos intactos. E esse argumento seria muito bom, se ele não fosse tão ruim. Drogas são testadas em macacos e camundongos intactos por quase 100 anos e não há valor preditivo no sentido de dizer quais serão os efeitos da droga no ser humano. O que essas pesquisas têm feito, na verdade, é verificar o que essas drogas causam em macacos e em seres humanos separadamente e não há relação. Por isso, o que dizem é meramente retórico, não há nenhuma base científica.

Veja: O senhor já fez experimentos com animais. O que o fez mudar de ideia?

Meu posicionamento mudou apenas uma década depois que terminei a faculdade de medicina. Minha esposa é veterinária e comecei a notar como tratávamos nossos pacientes de maneira muito diferente. Comecei a notar também que alguns remédios funcionam muito bem em animais, mas não funcionam em humanos e algumas drogas funcionam em humanos, mas não podem ser usadas em cães, mas podem ser usadas em gatos e assim por diante. Não estou dizendo que os animais e os humanos são exatamente opostos, não é isso. Eles têm muito em comum.

Veja: A semelhança genética de 90% entre humanos e camundongos não é suficiente?

Aparentemente não. Porque os dados científicos dizem que não. Não me interessa se somos suficientemente semelhantes aos animais para fazer testes neles ou não. A minha interpretação é científica. E a ciência diz que não somos.
Na minha experiência clínica isso é verdade porque não conseguimos prever nem quais serão os efeitos de um remédio no seu irmão, realizando testes em você.
Algumas drogas que você pode tomar, seu irmão não pode, por exemplo. Contudo, eu não sou contra todo tipo de experimento com animais.
É possível recorrer aos animais para utilização de algumas partes. Por exemplo, podemos utilizar a válvula cardíaca de um porco para substituir a de seres humanos. Além disso, é possível cultivar vírus, insulina, mas isso não é pesquisa.
O fracasso está em utilizar modelos animais para prever o que irá acontecer com um ser humano. Um ótimo exemplo disso é a Aids. Os animais não desenvolvem essa doença, de jeito nenhum. Eles sofrem de doenças parecidas com a Aids, mas por causa de vírus completamente diferentes. E os sintomas são muito diferentes dos manifestados em pacientes aidéticos. Por isso, não há correlação.

Veja: O senhor é contra o eventual sacrifício de animais em pesquisas científicas com o objetivo de salvar milhões de vidas humanas?

Eu não tenho nenhum problema com isso. Meu problema com pesquisa animal não é de cunho ético e sim, científico. É como dizer que estamos em um cruzeiro atravessando o oceano Atlântico e um indivíduo cai na água e está se afogando. Ele precisa é de um salva-vidas mas não temos nenhum, então vamos arremessar 1.000 cães na água. Por que arremessar os cães na água já que eles não vão salvar a vida da pessoa? Você pode construir um argumento ético dizendo que é aceitável afogar esses cães mas o que eu quero dizer é que a pessoa precisa de um salva-vidas e não 1.000 cães afogados. E é exatamente isso que estamos fazendo com a pesquisa animal. Estamos matando cães pelo bem de matar cães. Não porque matá-los irá trazer a cura para doenças como a Aids ou o Alzheimer.


Fonte:  Veja (Publicado em 16/10/2010)

24 de out de 2013

COMISSÃO ANTIVIVISSECÇÃO VAI LUTAR CONTRA A PRÁTICA QUE DIZIMA ANIMAIS EM LABORATÓRIOS E UNIVERSIDADES

Odete Miranda, Sergio Greif, Feliciano Filho, Vania Tuglio, Nina Rosa Jacob e Sonia Fonseca. Fotos: Márcia Yamamoto

Em reunião na Assembleia, foi estimado que cerca de 100 milhões de animais morrem ao ano 

 

Mais de 100 milhões de animais mortos no mundo. Esse é o saldo anual de experimentos científicos com animais, seja em testes laboratoriais para indústrias ou em universidades, que incluem a prática da vivissecção, a qual consiste na experiência com o animal vivo e, na quase totalidades das vezes, sem anestesia. A informação foi veiculada na reunião da Frente Parlamentar de Defesa e Direito dos Animais, realizada na quarta-feira, 19/9, na Assembleia Legislativa, conduzida pelo deputado Feliciano Filho (PEN), com o objetivo de lançar a Comissão Antivivissecção.

Antes do debate, foi exibido o vídeo Não matarás, produzido pelo Instituto Nina Rosa, sobre a vivissecção. O vídeo esclarece que a prática, apesar de arcaica, ainda é utilizada como procedimento padrão em universidades e laboratórios industriais. Animais saudáveis e, muitas vezes, provenientes de centros de zoonoses são cortados, queimados, privados de comida e induzidos a estresse em aulas de veterinária, farmacologia, medicina, biologia e demais cursos ligados a área de biomédicas. O mesmo acontece em testes laboratoriais para indústrias de cosméticos, de produtos automotivos, de materiais de limpeza etc.

O biólogo Sergio Greif lembrou, no vídeo, que o manual de vivissecção ensina como matar os animais, como ratinhos, após o teste: "segurando a cabeça e puxando a cauda para destroncar a coluna" ou, como um professor de Greif preferia, "batendo a cabeça do animal na bancada de estudo". A prática no Brasil é ilegal, uma vez que a lei obriga o emprego de anestesia, o que não é feito na vivissecção.

Infelizmente no nosso país, a vivissecção é aceita por 93% dos alunos, apesar de a prática consumir no Brasil entre quase 300 cães e coelhos ao ano. Na Inglaterra, o procedimento não é utilizado desde 1963 e, nos EUA, 90% das universidades não a usam mais.

O vídeo mostrou ainda o Teste Draize, que é feito mediante a aplicação de corrosivos para baterias automotivas, além de cosméticos nos olhos de coelhos, o que os deixa cegos e num infinito processo inflamatório. Já os cães que permanecem longo tempo em testes têm as cordas vocais arrancadas para não incomodar os pesquisadores com seus latidos de dor.

A professora da USP, Irvênia Prada, destacou que existem métodos alternativos de testes que descartam o uso de animais e que muitos fatos mostram que a tranferência de experimentos de uma espécie para outra não é adequada. Exemplo disso é a talidomida (remédio contra enjôo), que ministrada a grávidas, na década de 60, provocou sequelas (como ausência de membros inferiores ou superiores) nos bebês gerados.

Iniciativa permanente

Feliciano lembrou que a Comissão Antivivissecção tem que ser permanente e não pode ser encarada como um ato político. O deputado disse que as manifestações em defesa dos animais têm avançado e que os Estados de São Paulo - com lei de sua autoria -, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás (em breve) baniram as câmaras de gás para o sacrifício de animais abandonados.

Também participaram do debate Sonia Fonseca, presidente do Fórum Nacional em Defesa dos Animais, Vania Tulio, Nina Rosa e Sergio Greif. Sonia é bióloga e lembrou o sofrimento que teve ao ser obrigada a usar a vivissecção na universidade. "Não sei como pessoas que presumimos serem evoluídas, os cientistas, insistem nessa prática." Nina Rosa, produtora do vídeo, acredita que é preciso abolir a prática que consome muito dinheiro e energia. "Esse custo deveria ser investido na busca de alternativas que permitam a preservação dos animais."

Vania abordou o aspecto jurídico da vivissecção que, segundo ela, é um assunto difícil, pois depende de decisões judiciais que mudam a cada vara de justiça. "O que podemos evitar judicialmente num primeiro momento é a prática para a ciência puramente investigativa, a qual já não se justifica. Na sequência, podemos evitar os experimentos voltados a indústrias de comésticos e de produtos de limpeza. "É a Anvisa que regra esses segmentos e é essa agência que estabelece as formas dos testes", disse Vania, reforçando que a Anvisa muitas vezes exige das indústrias testes seguidos, mesmo já havendo estudos suficientes, os quais poupariam a vida de muitos animais. Quanto às universidades, estas deveriam ser obrigadas a esclarecer os alunos acerca da prerrogativa de recusa que eles têm no que se refere à vivissecção. Vania ainda sugeriu a criação de uma secretaria com status de ministério para a defesa da fauna, uma vez que "o animal não poder continuar a ser visto como objeto, afinal ele tem um valor intrínseco".

Greif, que está no vídeo, participou da mesa de debates destacando que a vivissecção nunca foi necessária, em tempo algum, nem mesmo na antiguidade. "É sabido que não há resposta para tudo na ciência e também que muitas pesquisas sequer precisariam ou precisam serem feitas."



Fonte : Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo


19 de out de 2013

ANVISA ENVIA NOTA OFICIAL À IMPRENSA AFIRMANDO VALIDAÇÃO DE TESTES SUBSTITUTIVOS AOS ANIMAIS


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) enviou agora há pouco uma nota oficial para a imprensa afirmando que devem ser usados métodos substitutivos aos animais nos testes feitos pelos laboratórios. A nota diz ainda que As regras para o uso de animais em pesquisa não são definidas pela Anvisa e não são objeto de fiscalização da Agência. Este tema é tratado na Lei 11.794, Lei Arouca, e pelos comitês de éticas em pesquisa com animais, ligados ao Sistema de Comitês de Ética em Pesquisa.

Leia abaixo a íntegra do comunicado:

A Anvisa firmou há dois anos uma cooperação com o Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (Bracvam), ligado ao Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS-Fiocruz), para que sejam validados métodos alternativos que dispensem o uso de animais.

As regras para o uso de animais em pesquisa não são definidas pela Anvisa e não são objeto de fiscalização da Agência. Este tema é tratado na Lei 11.794, Lei Arouca, e pelos comitês de éticas em pesquisa com animais, ligados ao Sistema de Comitês de Ética em Pesquisa.

No âmbito da Avisa não há exigência expressa para o uso de animais em testes, mas sim da apresentação de dados que comprovem a segurança dos diversos produtos registrados na Agência. Métodos alternativos são aceitos pela Agência desde que sejam capazes de comprovar a segurança do produto.

Lei_11.794-2008

PORTARIA DA PRESIDÊNCIA0001


Fonte :  ANDA


2 de out de 2013

ATLETA VEGANO VENCE A CORRIDA "O REI DA MONTANHA"


No dia 22 de setembro, a corrida "O Rei da Montanha" foi realizada em Mogi das Cruzes, São Paulo, nas distâncias de 3, 7, 14 e 21km. com percursos de de 3k, 7k, 14k e 21km.
O atleta Daniel Meyer e vários membros da Equipe Multiesportiva Força Vegana estiveram presentes e fizeram bonito fizeram bonito entre os mais de 1.100 participantes.
Com destaque para a vitória de Daniel Meyer e a 4ª colocação geral de Jhonatan Carvalho nos 21km.

Ainda subiram no pódio, Fabiana Servilha, 1ª colocada na categoria 30 a 39 anos e Diego Brandão, também 1º colocado na categoria 13 a 29 anos.

Para comemorar o grande resultado da Força Vegana, no dia seguinte (23), Daniel e Jhonatan ainda tiveram forças para subir o Pico do Paraná (ponto mais alto do sul do Brasil) com seus 1.877m, o Pico Itapiroca 1.805m e o Caratuva 1.850m o mais rápido possível. E como se não bastasse, na terça feira (24) os dois veganos decidiram subir o Conjunto Marumbi até o Pico Olimpo com seus 1.539m de altitude, uma das trilhas em montanha mais difíceis de todo o Brasil, localizado no município de Morretes, também no Paraná.

“No fim, consegui subir o Marumbi (pico Olimpo) em 1h04’10”. Apesar do cansaço extunante durante toda a subida, minha alegria era imensa. Eu estava realizado. E quando cheguei ao cume, não existia mais tempo, não existia mais dor, não existia mais eu e a montanha, éramos um. E naquele momento, meu corpo, como uma extensão da terra que se agiganta em direção ao céu, era o ponto mais alto da montanha.”, disse o campeão.





Daniel Meyer é um atleta multiesportivo, triatleta, corredor de montanha, ultramaratonista e vegano há mais de 7 anos.
Idealizador da EQUIPE MULTIESPORTIVA FORÇA VEGANA junto de mais dois amigos, seu trabalho consiste em promover o movimento vegano através de esportes de altíssima exigência física e mental, mostrando as pessoas de forma contundente que os alimentos de origem animal são completamente dispensáveis à saúde humana, bastando apenas, uma dieta estritamente vegetariana para se alcançar os melhores índices de desempenho esportivo.

Apoie um campeão vegano :
http://vista-se.com.br/daniel/


Fonte :  Vista-se

27 de set de 2013

NO CANADÁ, PORQUINHO É ADOTADO APÓS FUGIR DE CAMINHÃO QUE IA PARA MATADOURO

Leitão fugiu de caminhão em movimento na província de Quebec.
Diretora de santuário de animais adotou o porquinho chamado 'Yoda'.

Um porquinho saltou de um caminhão que seguia para um matadouro no Canadá e ganhou um novo lar. O leitão fugiu do veículo em movimento em uma estrada perto de Brossard, na província de Quebec, e foi levado para um santuário de animais.

 O porquinho de um mês idade foi resgatado pela polícia após ser visto perto da estrada. Inicialmente, o suíno foi levado para uma agência de controles de animais.

Mas, após seu caso vir à tona, Brenda Bronfman, que dirige o santuário de animais "Wishing Well", em Toronto, se ofereceu para adotá-lo.

O porquinho ganhou o nome "Yoda".



Os outros porquinhos, infelizmente, não tiveram a mesma sorte.
Só há um jeito de salvar os outros inúmeros animais que aguardam o mesmo destino daqueles que seguiram dentro do caminhão: deixando de consumir produtos de origem animal.
Retire a crueldade do seu prato!
Informe-se sobre o vegetarianismo.


Fonte:   G1

26 de set de 2013

UMA REVISÃO PARA O MINISTÉRIO DA SAÚDE, UM SALTO PARA O VEGETARIANISMO


O novo Guia Alimentar brasileiro será lançado em março do ano que vem, mas em outubro os nutricionistas vegetarianos ainda podem incluir uma referência da dieta na publicação. Eric Slywitch, da SVB, defendeu a proposta em reunião sobre o tema promovida pelo governo federal.


Em certos termos, a mudança pode até não impactar tanto no trabalho dos profissionais da área, até porque a viabilidade da alimentação sem carne já é aceita pelo Conselho Nacional de Nutrição. Mas se não altera muita coisa para os nutricionistas, que diferença faz? “O Guia Alimentar é feito para a população, e a implementação da dieta vegetariana seria na verdade mais um aval de um importante órgão público, o Ministério da Saúde”, explica Eric Slywitch, médico nutrólogo da SVB.

Desta forma, o vegetarianismo poderá alcançar no mês que vem um horizonte mais amplo diante dos brasileiros. Segundo o próprio Ministério da Saúde, “o guia tem o propósito de contribuir para a orientação de práticas alimentares que visem a promoção da saúde e a prevenção de males relacionados à alimentação”. Um dos principais propósitos é reduzir a quantidade de doenças cardiovasculares, as maiores causadoras de morte dos brasileiros.

No entanto, na mais recente publicação, de 2006, o órgão ainda diz que a carne é essencial para crianças e grávidas.A inclusão do vegetarianismo depende agora de uma consulta pública entre os profissionais da área. Uma vez aceita, a dieta vegetariana pode ganhar uma página no guia ou um link (já que a publicação também é digital) com referência a uma página sobre a dieta.

Fonte SVB 

24 de set de 2013

VEGANISMO CRESCE EM BRASÍLIA


Antes, tinha a ver com saúde. Hoje, está intrinsecamente ligado a uma escolha consciente e política. Após a onda do vegetarianismo, ganha força a dieta que exclui o consumo de todos os tipos de carne, aves, peixes, laticínios, ovos e mel, e inclui atitudes que levam em consideração questões de meio ambiente, vestuário e higiene. Considerados ativistas em prol dos direitos animais – que, em tempos de alta produção e consumo, sofrem em altíssima escala –, os veganos foram ao mercado e se fizeram ouvir.

Das antigas opções básicas, restaurantes e empórios se empenharam e desenvolveram produtos nos moldes da demanda, capazes de atrair muitos fãs de churrasco. De cappuccino com leite de grãos a cupcake recheado, sem ovo, as opções são surpreendentes. Tanto em termos de criatividade quanto de sabor. E já contam com respaldo nutricional.

“É uma exigência cada vez maior do público”, constata a empresária Luci de Oliveira, após trabalhar diariamente, há três anos e meio, com sorvetes artesanais. Dona da Palazzo, na 706 Norte, a sócia-proprietária lembra-se dos pedidos frequentes que chegavam à loja, buscando versões sem leite da delícia gelada, para atender tanto aos clientes intolerantes ao componente quanto aos contrários ao uso do ingrediente animal. “Não é mais só uma necessidade física. É uma necessidade também da definição de estilo de vida deles, da forma de comer”, observa.                         

Ainda no primeiro ano de funcionamento da loja, veio a adequação. Feito sem adição de açúcar ou qualquer indício de produto laticínio, o sorvete de chocolate, que carrega o conceito da casa, de cremosidade italiana, agradou e resultou em uma das combinações mais consumidas e adoradas pelos veganos brasilienses: o milkshake de chocossoja. Apesar da composição rica no leite da proteína, o gelato tem um sabor suave, que não esconde o gosto inconfundível do chocolate. Ganhou diversos consumidores, até os que não têm restrições alimentares. “Ele não pode faltar”, enfatiza Luci, já colocando o sabor ao lado do de pistache e de doce leite argentino, os mais pedidos na sorveteria.

Também na 706 Norte, aparece a possibilidade de uma dupla americana, há anos certeira. O The Plates criou o hambúrguer vegano, que, desde o pão até a versão para o tradicional cheddar americano, recebeu moldes vegetais. A versão da carne é feita com abobrinha, cenoura, ervilha fresca e soja grelhados, enquanto o acompanhamento, ao lado da salada e da cebola caramelizada, é o mandioqueijo, feito da raiz, com a consistência do queijo, mesmo sem ter o ingrediente na receita. “A procura é grande”, admite um dos sócios da lanchonete, Vinícius Pinheiro.

Em um blog especializado na cultura vegana, a releitura do item fast-food foi eleito o melhor na cidade. Para o dono do endereço virtual Distrito Vegetal, Pedro Matos, o mercado abraçou o movimento vegano. “Comer ainda é um hábito muito social. Não é apenas uma necessidade fisiológica”, pontua Pedro. “Hoje já há uma série de lugares para comer acarajé, pastel, pizza, várias coisas veganas.”


Embora tenha ganhado inúmeros pratos considerados estritamente vegetarianos em negócios da cidade, a abrangência dos negócios aparece de forma gradual. Adepta à alimentação vegetariana há 13 anos e à prática vegana há cinco, Marina Corbucci é uma das responsáveis pelo – ainda – único estabelecimento 100% livre de origem animal em Brasília. “Eu e meus sócios sentíamos muita falta de um restaurante em que a gente pudesse comer tranquilamente, e que tivesse opções mais elaboradas e criativas do que se vê por aí no mercado. E, acima de tudo, que fossem saborosas”, afirma, lembrando o cenário em que surgiu o Café Corbucci ( Facebook ), na 203 Norte.



Estruturada no uso basicamente de grãos, leguminosas, frutas, verduras, oleaginosas e especiarias, a quantidade de opções surpreende. “E é muito raro alguém não gostar”, assegura Marina. Aliás, parte significativa dos frequentadores do restaurante não é de seguidores da dieta vegetariana, segundo ela. A aprovação dialoga diretamente com o cardápio, chamativo a muitos paladares.

Tapiocas recheadas, quiches, pão de queijo sem queijo, sopas e sobremesas, como o bolo de chocolate de nozes e o cheesecake fake de frutas vermelhas, estão entre as muitas opções para acompanhar a carta de cafés da casa. Entre as bebidas, o mocha, o cappuccino e o chocolate quente são os mais pedidos, apresentados, na maioria das vezes, com a composição do leite de amêndoas. Entre os pratos mais elaborados, o falafel, feito com bolinhos de grão de bico fritos, homus e relixe de pepino, surge como ótima pedida.

Atenta ao movimento que conquistou muitos brasilienses, Marina lembra como essa culinária se firmou na capital. “É perceptível o crescimento da oferta e da demanda. Mas houve muita pressão”, frisa. “O público teve de ir ao mercado, falar, explicar o que era um vegano”, recorda-se, citando o que chamam de ativismo gastronômico.

Na doceria Brigadeirando, a movimentação a partir de um cliente mirim, com alergia à lactose foi o pontapé inicial para a linha vegana, que hoje conta com cupcakes, brigadeiros e brownies, sem qualquer ingrediente animal. As adaptações levaram tempo e vieram a partir de bastante pesquisa. “A produção é mais difícil”, reconhece Karla Sousa. Porém, a doceira por trás das delícias que a lojinha decorada no Sudoeste apresenta não desanima. “Hoje em dia, é bem mais fácil achar os ingredientes por ter muita gente pedindo”, alega.

Na seção dos minibolos, os sabores maracujá com chocolate, musse de avelã, cocada, torta de maçã com limão-siciliano e cenoura com recheio de chocolate belga e cobertura de ganache estão entre os mais cobiçados de uma lista que não para de crescer. E o resultado agrada. Apesar da ausência dos até então fundamentais ovo, leite e manteiga, a consistência e a textura dos bolinhos são praticamente as mesmas, enquanto o gosto não deixa nada a desejar às iguarias repletas de leite condensado tradicional.

No Bistrô Ômega 3, o foco é na alimentação saudável com redução de gordura. Nesse contexto, nasceu o cardápio que, em cada seção, contém pelo menos uma opção vegana. A bruscheta feita com pão integral de chá verde surge entre as entradas, enquanto o risoto de shitake com shimeji, ao molho de shoyo light, vinho branco e tomate seco, se destaca como prato principal.



Para a sobremesa, a delícia de frutas vermelhas, que intercala camadas de amora e morango com mix de castanhas e creme de soja, traduz bem o conceito saudável implementado pelos irmãos Rafael Anjos, nutricionista, e Tatiana Anjos, assessora esportiva. O incentivo à saúde é tão forte no restaurante, localizado na 413 Norte, que quem for de bicicleta ao estabelecimento ganha um desconto de 10% no valor final da conta.
Para os que achavam que a restrição alimentar causava mais danos – especialmente à saúde – do que benefícios, os adeptos sustentam que os estudos em relação às dietas vegana e vegetariana respondem positivamente, inclusive para crianças e gestantes. Apesar disso, é importante um acompanhamento, como em qualquer outra alimentação. “O cuidado não é maior, porque as deficiências são as mesmas que se pode ter em vegetarianos e não vegetarianos”, explica o médico nutrólogo Eric Slywitch.

Diretor do Departamento de Medicina e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira (SBV) e especializado na área, ele explica que a avaliação de nutrientes em um paciente que segue uma dieta carnívora ou não será feita igualmente. E completa, quanto a possíveis deficiências de nutrientes: “As correções serão feitas com suplementos ou alguns ajustes alimentares que não dependem dessa proteína animal”.

Na vida da professora de inglês Patrícia Gurgel, a decisão de se tornar vegana veio bem mais cedo do que na maioria das pessoas que aderem a esse estilo de vida. “Aos 12 anos, eu tive a visão de que o que eu estava comendo era aquilo que eu gostava”, lembra, mencionando a paixão por animais. “Foi por uma questão de associação mesmo, e eu fui parando de comer carne aos pouquinhos.” Hoje, como ativista, ela pontua que a prática envolve mais do que apenas uma dieta e acompanha de atitudes, como não consumir produtos que envolvam animais, desde cosméticos até opções de entretenimento, como circos e filmes.

                 A vegana Patrícia Gurgel, no empório Bioon Ecomercado: opções desde vegetais até cosméticos

Testemunha da transição que a cidade passou nos últimos 15 anos, Patrícia enxerga bem o aumento da oferta que cerca os novos veganos. “As opções melhoraram, não só na parte da alimentação, mas também dos produtos. Eu jamais imaginaria ter um lugar como esse em Brasília em 2001”, comenta sobre o empório Bioon Ecomercado, na 302 Norte. O estabelecimento oferece desde frutas sem agrotóxicos até versões de cookies, massas e doces sem envolvimento animal, além de cosméticos no mesmo molde.




Fonte : Correio Web

17 de set de 2013

CIENTISTAS BRITÂNICOS ALERTAM: UMA EM CADA DEZ SALSICHAS CARREGA O VÍRUS DA HEPATITE E



Especialistas britânicos alertam para o aumento da doença que ataca o fígado

Cientistas alertam que uma em cada 10 salsichas pode estar infectada com um vírus que causa a hepatite E.
Os especialistas estão preocupados com o aumento do número de britânicos que estão sendo diagnosticados com este tipo de doença no fígado depois de consumirem o alimento. A condição era considerada rara, mas os casos aumentaram cerca de 40 % em um ano, tendo sido registrados 657 no Reino Unido em 2012.

Segundo o jornal Daily Mail, a infecção causa sintomas como enjoos, febre e dores no corpo, mas geralmente eles tendem a sumir em cerca de um mês, o que dificulta o diagnóstico. O fato preocupa os especialista porque a hepatite E pode ser fatal, principalmente em idosos, pessoas com câncer, mulheres grávidas e pacientes que tratam outros tipos de doenças no fígado. Os cientistas alertam que em torno de uma pessoa em cada 50 que foram infectadas provavelmente irá morrer e uma em cada cinco mulheres grávidas também tem grandes chances de perder a vida por conta da doença.

Um relatório do Departament for Environment, Food and Rural Affairs mostrou que 10% das salsichas vendidas na região estão infectadas e que há evidências claras de que a hepatite E é uma infecção que vem do consumo de alimentos.

A bactéria é forte e estudos mostram que ela sobrevive mesmo depois de uma hora sob 60ºC de temperatura.

"Isto é um problema muito sério. Cerca de 85% dos porcos britânicos carregam o vírus", explica Dr. Harry Dalton, especialista em hepatite E.


Fonte: Terra


Você sabe como é o processo de fabricação da salsicha?
Assista : http://goo.gl/mq6DZr

10 de set de 2013

O VEGANO PATRIK BABOUMIAN QUEBRA RECORDE MUNDIAL AO CARREGAR 550 KILOS POR 10 METROS


Momentos depois de ter carregado 550 kilos por 10 metros e quebrado o recorde mundial, o detentor do título “O homem mais forte da Alemanha”, Patrik Baboumian, soltou um rugido que estremeceu o palco no Vegetarian Food Festival de Toronto :"Vegan Power!"( 'Força Vegana!' em português),

"O objetivo é inspirar as pessoas e quebrar os estereótipos que caras durões precisam de comer muita carne", disse Baboumian.

Baboumian, 34 anos, um amante dos animais de longa data, tornou-se vegetariano em 2006.
"Um dia, eu pensei, se você ver um pássaro com uma perna quebrada, você realmente tem o desejo de fazer algo em relação a isso e ajudar o pássaro. Então, ao mesmo tempo, você vai a um restaurante e come um frango ou algo assim. Isso não faz nenhum sentido.", disse Baboumian, vestindo uma camiseta que dizia: "I am a vegan badass " ( "Eu sou um vegano durão" em tradução livre) e costeletas no estilo de Wolverine de Hugh Jackman do filme X-Men.

Em 2011, pouco depois de ser nomeado o homem mais forte da Alemanha, ele se tornou vegano.
"Eu percebi que se é realmente a compaixão que move você, talvez não seja suficiente apenas para parar de comer animais, mas você deveria boicotar a indústria que explora animais por inteiro. Então, na verdade, você deve dar um passo adiante e tornar-se vegano. "

Baboumian começou com a musculação ainda jovem na Alemanha, depois de imigrar para o país europeu do Irã aos 7 anos. Ele atribui o seu desejo de ser forte à insegurança que ele experimentou como um menino, nascido durante a Revolução Iraniana e que cresceu durante a Guerra entre o Irã e o Iraque.
"Quando o bombardeio está acontecendo, você vê um monte de gente gritando em torno de você e você não pode fazer nada se você é pequeno", disse ele. "Você só quer sair dessa e ser forte."

O evento contou com a participação de outros veganos durões notáveis, incluindo o ultra-maratonista Rich Roll.


Assista :





Fonte:  Metro News


3 de set de 2013

EX-GUNS N' ROSES PROTESTA CONTRA CAÇA ANUAL DE GOLFINHOS NO JAPÃO


O ex-baterista das bandas Guns N' Roses e Velvet Revolver Matt Sorum, de 52 anos, se reuniu nesta segunda-feira (2) com um grupo de ativistas no Japão para protestar contra a caça anual de golfinhos na vila de pescadores de Taiji, no centro do país.

Sorum é a mais recente celebridade a aderir à campanha global para impedir a matança desses animais em Taiji, que ficou famosa por ter sido pano de fundo do documentário "The Cove – A baía da vergonha", vencedor do Oscar de 2010 na categoria.


 O filme chama a atenção para as mortes em massa de golfinhos e botos – cerca de 23 mil por ano no Japão –, que são levados para uma enseada (cove, em inglês), onde são abatidos com facas e lanças de pescadores em pequenos barcos. O documentário chama a prática de "desnecessária e cruel" e trata, ainda, dos riscos de contaminação da carne por mercúrio.

Ao lado de Sorum, participou também da manifestação o ativista americano Ric O'Barry, que estrelou "The Cove" e na década de 1960 capturou e treinou os cinco golfinhos fêmeas (Susie, Kathy, Liberty, Patty e Sharky) usados na série de TV "Flipper" – que em 1963 virou o filme homônimo.

Após Kathy ter morrido em seus braços, o que O'Barry acreditou ter se tratado de suicídio, o treinador fez uma transição radical em sua vida, fundou o Projeto Golfinho e começou a combater a matança e a manutenção desses mamíferos em cativeiro.


Fonte:  Globo.com

ATIVISTAS SE DISFARÇAM DE CAUBÓI PARA REGISTRAR MAUS TRATOS AOS ANIMAIS EM RODEIOS


 Alguns espectadores do rodeio sentem mais dor que os animais dentro da arena. Ou quase isso.

"É horrível ver aquilo, dói fisicamente. Mas é meu trabalho", conta Ronaldo, 31, que é ativista em uma ONG de direitos animais e pede anonimato por trabalhar sob disfarce.

Ele vai há cinco anos a Barretos ("o lugar que mais detesto no mundo!"). Durante a festa, zanza com uma máquina fotográfica pendurada na camisa xadrez.

 Com ela, tenta capturar provas de que animais sofrem maus tratos.

"Já vi bicho tomando choque ao ser montado, chibatada e até usando sedenho, uma máquina de tortura." Sedenho é um artefato de couro que passa pelo saco escrotal do bichão e é puxado na entrada da arena, para atiçá-lo.

Outro apetrecho na lista de tortura das ONGs é uma faixa de couro com um sino que toca perto da cabeça do bovino quando ele se movimenta. "O barulho deixa o animal desesperado", afirma o veterinário Alberto Noba Júnior.

Os organizadores dizem que nenhum animal é machucado na feitura do evento, porém, inúmeras fotografias e vídeos ( Assista ) espalhados pela internet, além de depoimentos de pessoas que já participaram do evento, aponta o contrário.

Carlos Rosolen, do PEA (Projeto Esperança Animal), diz que a ONG mandará ao evento deste ano três fotógrafos disfarçados de caubói.

E os retratos não serão só da fauna. "Vamos para provar que as pessoas vão atrás do show e não do rodeio. É muito simples argumentar: enquanto está tendo só rodeio, as arquibancadas ficam vazias."

Depois da morte de um animal na arena, em 2011, o evento sustou a prova de bulldog, na qual o peão tem de derrubar o bezerro usando apenas suas mãos.

 No lugar dela, vieram novas categorias. 2013 será o primeiro ano em que meninas menores de 13 anos poderão participar da prova de três tambores -em que a competidora, montada a cavalo, deve contornar três barris dispostos na arena, a cerca de 30 metros um do outro.

Somados, os prêmios oferecidos aos melhores competidores de todas as categorias chega a R$ 500 mil.

Mas os ativistas não tentam doutrinar peões e peoas quando estão em campo. "A gente entende que não tem mais como resgatar o pessoal que está lá. Quem está lá não se incomoda com a dor."

Rodeio não é esporte!
Rodeio é crueldade e covardia com seres inocentes.

Vamos lutar pelo fim dessa prática lamentável.

Petição Pelo Fim dos Rodeios no Brasil:
http://www.petitiononline.com/norodeio/petition.html


Fonte:  Folha de S. Paulo

25 de ago de 2013

PACIENTES COM CÂNCER DE MAMA QUE CONSOMEM LATICÍNIOS PODEM REDUZIR EM 50% SUAS CHANCES DE SOBREVIVÊNCIA


Segundo cientistas, comer laticínios tais como iogurte, sorvete ou queijo pode aumentar em 50 por cento o risco de morte em mulheres com câncer de mama. Acredita-se que o estrogênio, um hormônio encontrado em produtos de leite integral, que é conhecido por incentivar o crescimento do tumor, é o culpado.

Em um estudo recente, cientistas do Kaiser Permanente Research Centre, na Califórnia analisaram os registros alimentares de 1.500 mulheres diagnosticadas com câncer de mama entre 1997 e 2000.
Os produtos mais consumidos foram sorvete, iogurte, queijo, café com leite integral e chocolate quente. Os cientistas descobriram que as mulheres que consumiram uma porção de qualquer um destes produtos diariamente tinham 50 por cento de chance de morrer de câncer de mama no prazo de 12 anos.
Este é o primeiro estudo a mostrar uma forte ligação entre os produtos lácteos e morte por câncer de mama.

O estudo também determinou que a maior parte do leite consumido pelo público vem de vacas que estão grávidas, salientando que, tal leite possui altos níveis de estrogênio.

Junto com riscos para a saúde humana, o consumo de lácteos envolve o horrível abuso de animais. Vacas leiteiras vivem uma vida de sofrimento e privação em fazendas industriais. A investigação secreta da ONG Mercy for Animals dentro das instalações leiteiras revelaram a trágica verdade por trás da produção de leite.

Dr. Bette Caan, que liderou a pesquisa, disse: "laticínios em geral, não são recomendados como parte de uma dieta saudável".

Dispensar laticínios é a maneira mais fácil de ser mais saudável e tomar uma firme posição contra a crueldade aos animais.

Pelos animais e pela sua saúde...
Faça escolhas veganas!


Fontes : 
Mercy For Animal

DailyMail

18 de ago de 2013

CALIFÓRNIA: BOMBEIRO VEGANO RESGATA E REANIMA GATINHO


Um bombeiro de Fresno, Califórnia, resgatou e reviveu um gatinho, e tudo foi capturado pela câmera do seu capacete.

Na ocasião, os bombeiros entraram em uma casa cheia de fumaça, onde havia acabado de ocorrer
um incêndio, à procura de vítimas.
No meio da sala, um corpo quase sem vida: o de um indefeso filhotinho de gato.
Cory então o levou para fora da casa e tentou reanimá-lo usando uma máscara de oxigênio,
derramando água sobre ele e massageando-o.
Após 15 minutos, o filhote voltou à vida

Cory Kalanick, o bombeiro, capturou o momento do resgate através da câmara instalada no seu capacete. "Foi muito bom termos ajudado o gatinho a escapar da morte", disse o bombeiro ao canal CBS.

Um trabalho impecável de um veterano de dez anos que, às vezes, é provocado por ser vegano.

O gatinho foi carinhosamente apelidado de "Lucky" ( 'Sortudo' em português).
"Eu realmente espero que o gato esteja sendo amado", disse Kalanick.

O corpo de bombeiros diz que o gatinho foi entregue à SPCA (Society for the Prevention of Cruelty to
Animals) que disse que ele já retornou para os proprietários.
O gato e seus tutores passam bem.

ASSISTA :


12 de ago de 2013

COFUNDADOR DO GOOGLE FINANCIA DESENVOLVIMENTO DE CARNE EM LABORATÓRIO


Ao que parece, Sergey Brin não está somente preocupado com o iminente lançamento da sua mais recente menina dos olhos, o Google Glass.

O bilionário cofundador da Google também dá um pouco da sua atenção a diversas outras questões, como o desenvolvimento da chamada carne artificial.

Ontem você pôde conferir o lançamento do primeiro hambúrguer feito em laboratório – e que custou aproximadamente 750 mil reais para ser produzido.
Pois saiba que segundo o The Guardian, Brin é um dos investidores por trás desse projeto.

Lutando por direitos

De acordo com ele, a ideia dessa apresentação era mostrar um pouco do conceito que os cientistas estão criando em laboratório. A partir dos testes, Sergey Brin também citou estar bem otimista com relação ao desenvolvimento do projeto e que, em breve, a ideia pode começar a evoluir em passos largos.

Segundo o homem por trás do Google Glass, a carne artificial pode ajudar na resolução de diversos problemas diferentes. Uma das ideias é conseguir combater a fome em países mais pobres – e que encontram várias dificuldades na hora de resolver esse problema.

Brin também cita que a carne artificial poderia mudar a maneira como alguns animais são tratados pelos criadores em todo o planeta. “As pessoas tem uma imagem errada de como a carne é produzida, achando que os bichos são criados em grupos pequenos e em pequenas fazendas. Quando você vê como essas vacas são tratadas... Isso certamente é algo que não me deixa confortável”, disse ele.

Helen Breewood, uma das pesquisadoras da equipe de Mark, disse que, apesar de ser vegetariana, está neste projeto de criação de carne em laboratório e está otimista quanto aos resultados para o fim da crueldade contra os animais: “Muita gente considera carne feita em laboratório repulsiva num primeiro momento. Mas se eles soubessem o que acontece nos abatedouros para a produção de carne normal, também achariam repulsivo.”, disse.
Helen completou dizendo que se comesse carne, preferiria a de laboratório.

Por meio de nota, a PETA (ONG norte-americana que trabalha na divulgação do veganismo), disse: “[Carne de laboratório] irá favorecer o fim de caminhões cheios de vacas, frango, abatedouros e fazendas de produção. Irá reduzir a emissão de gases de carbono, economizar água e fazer a rede de suprimento de alimentos mais segura.”




Fontes: 
Tecmundo

Vista-se


2 de jul de 2013

SÃO PAULO É CONSIDERADA A CAPITAL VEGETARIANA DO BRASIL



São Paulo é considerada, hoje, a capital vegetariana do Brasil.

O número de pessoas que não come carne cresceu bastante na cidade.
Com isso, o mercado vai se adaptando, criando novas opções e oferecendo cada vez mais produtos para as pessoas que seguem esse estilo de vida.

Clique na imagem abaixo e assista a reportagem completa exibida na Antena Paulista.





14 de jun de 2013

15/16 DE JUNHO : DIVERSAS CIDADES MARCHAM PELO FIM DA MATANÇA E ESCRAVIDÃO DOS ANIMAIS

Em Toronto, no Canadá, os organizadores da marcha mostram que já está tudo pronto para o evento que acontecerá no próximo Sábado. (Foto Divulgação)

Neste final de semana várias cidades do mundo vão marchar pelo fim da matança e escravidão dos animais.  E o Brasil não poderia ficar de fora. Em duas cidades brasileiras – Rio de Janeiro e Bauru (SP) – haverá marcha como forma de conscientizar as pessoas com relação a escravidão a que os animais, em especial, “de consumo” são submetidos.

Mais 8 cidades também irão marchar: Paris, Toulouse, Toronto, Londres, Istambul, San Diego, Perth e Melbourne.

Aproximadamente 58 bilhões de animais, entre bois, vacas, porcos, galinhas e peixes, são mortos por ano para atender a demanda da carne. Esses animais têm a sua liberdade roubada vivendo uma vida medíocre atrelada a cruel indústria da carne. Passam a vida toda sendo vistos como números, objetos, coisas…

Isso sem falar nos abatedouros. Lugar este que cheira medo, incerteza, morte… Antes de morrer os animais veem seus “amigos”  sendo assassinados. Eles lutam com todas as forças para fugir da morte inevitável.

“É preciso deixar nascer uma nova consciência, um novo paradigma a respeito de todos os animais para que sejam respeitados como sencientes que são, com emoções, desejos e toda uma vida para desfrutar,” disse a organizadora da marcha no Rio de Janeiro, Cibele Clark.

Este final de semana você terá a oportunidade de dar voz aos animais. Participe da marcha. É hora de conscientizar mais pessoas sobre os benefícios de uma dieta vegetariana/vegana.
É hora de mostrar que a matança de animais precisa de um basta.

Bauru (SP)

Em Bauru a marcha irá acontecer no sábado, dia 15 de junho, com ponto de encontro marcado na quadra 4 do calçadão Batista, ás 14 horas.  Para maiores informações acesse a página do evento.

Rio de Janeiro

A Marcha no Rio ocorrerá no domingo, dia 16 de junho. A concentração será no Arpoador,  ás 14 horas e então seguirá para o Leblon.  Acesse a página do evento para obter mais informações.



Fonte : Anda